Colunas — Da linha de frente
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Vulneráveis a duras penas
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Opinião do leitor
Eduardo
P - RNLá fui eu ao TED e naveguei pelo site de Brené Brown. Saí de lá com a estranha sensação de que parecia coisa de new age. Não, não era. Talvez fosse uma dessas novidades em psicologia que só os americanos são capazes de produzir de tempos em tempos, por exemplo, "I'm OK, you are OK", entre outras.
Pensei na sociedade americana e ao ouvir essa pesquisadora pensei comigo, "na medida para a sociedade americana cheio de fricotes, extremamente insegura".
Evidentemente que o conceito dela sobre 'vulnerabilidade', diferente do tradicional, não faria o menor sentido na sociedade e cultura brasileira, e admito até que seria o caminho mais curto para reforçar o bullying.
Talvez fizesse sentido as suas ideias em algum cantão Suíço longe das mazelas da vida ou alguma cidadezinha escondida nos Estados Unidos vivendo a dimensão de seu próprio umbigo.
Nesse 'mundo' tenebroso aí fora onde impera a briga de foice? Duvido!

Bráulia Ribeiro
Kailua-kona - MAEu tive a mesma reação que você, Eduardo. Mas creio que a mensagem de Brené Brown é pra cultura brasileira também talvez até mais do que para a americana.

Eduardo Bezerra De Oliveira Junior
São Gonçalo - RJVejo as palavras de Braúlia como mais uma conquista das mulheres. Elas cujo sentimento de culpa se sobressai em relação aos homens. Este pode ser um bom caminho, uma boa atitude que deve facilitar a saúde psicológica feminina; também promover uma sensação de bem-estar, de bem com a vida em paz e harmonia com Deus.

Bráulia Ribeiro
Kailua-kona - MAObrigada Eduardo Jr. pelo comentário. É verdade que nós mulheres somos, em geral, mais reprimidas. Mas eu acredito que esta mensagem é para todos. Os homens se sentem na obrigação de serem os cavaleiros valentes no cavalo branco. Esta imagem de poder, força e auto-suficiencia cobrada constantemente deles também os leva à ruína emocional.

Roberto Batista Flores
Corumbá - MSMuito interessante o artigo de Braulia, sobre a vulnerabilidade humana e nossa tentativa frustrada de nega-la.
A menção aos Super Herois é totalmente adequada. Eles são aquilo que nós gostaríamos de ser. Por outro lado eles são limitados aos seus poderes e características específicas, enquanto nós humanos comuns, somos ricos em diversidade e criatividade.
Creio que devemos mostrar nossa vulnerabilidade e ao mesmo tempo a força interior proveniente do caráter de Cristo em nós.
Jesus foi vulnerável em sua humanidade, era susceptível as mesmas mazelas e crises que somos hoje, entretanto seu caráter era perfeito, pois estava alinhado com o Pai.
Davi é também um exemplo lindo de vulnerabilidade, humanidade e retidão de caráter.
Lindo artigo. Gostei.

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