Como educador, você já deve ter ouvido falar da importância do acolhimento das crianças no seu ambiente de trabalho, seja escola, projeto social ou igreja. Há também muita fala cobre a participação infantil como um direito das crianças. E por fim, fala-se do sentido de pertencimento como aquele sentimento que nos dá a coragem de discordar e lutar por algo importante porque nos sentimos membros efetivos de um grupo cujos objetivos são importantes para nós. Isto acontece, mais frequentemente na família, onde sentimos que somos membros para a vida. Ninguém pode nos expulsar.

O ex-técnico da seleção brasileira é recordista mundial de participações com título na Copa do Mundo de Futebol. Foram 7 participações e 5 títulos! Em 1997 ficou famoso com a sua declaração: “Vocês vão ter de me engolir!”

Só diz isto que tem um sentido de pertencimento muito forte. Zagallo sabia do seu valor para o futebol brasileiro e isto lhe deu a coragem de se defender de seus críticos.

Mas e o que fazer quando nos falta este sentido de pertencimento? Sabemos que as consequências de uma vida “nas margens” se arrastam e nos prejudicam por toda a vida. É por isto, que a Rede Mãos Dadas gostaria de ouvir a sua voz sobre o assunto e elegeu para a Campanha Meu Educador Social Cristão de 2018 este tema: “De quem você ê? A sua vocação depende de uma boa resposta à esta pergunta!”

Participe conosco respondendo a esta pesquisa logo abaixo!

 

Por Jucelene Rocha

“Nós precisamos de todos: Zero violência, 100% Ternura”, este é o slogan que embala a campanha Pegadas de Ternura (Huellas de Ternura), iniciativa que vai percorrer 20 países da América Latina e Caribe. Neste último domingo (24), um ato no Parque Ana Lídia, em Brasília, marcou o início da participação do Brasil nesta jornada que pretende mobilizar a sociedade contra a violência que atinge e vitima meninos e meninas no continente Latino-Americano.

No ato que reuniu representantes da Cáritas Brasileira e da Visão Mundial, além de famílias e crianças, o assessor da Cáritas Brasileira, Leon Souza, destacou as realidades de violência às quais estão expostas crianças, jovens e adolescentes: “Nos unimos ao continente Latino-Americano tão banhado por situações de violência extrema, especialmente nós que, no Brasil, recentemente tivemos a divulgação do Atlas da Violência 2018. Tristemente esta publicação mais uma vez aponta crianças, adolescentes e jovens como grandes vítimas da violência. Desde o México até a Patagônia estamos unidos nesta grande caminhada continental porque nós acreditamos na ternura como caminho e possibilidade de vida para todas as crianças e adolescentes. Então, nós queremos nos colocar nessa caminhada junto com outras organizações e parceiros dizendo que os gestos de ternura que começam em casa, na família, e passam por diversos espaços de socialização é o caminho para que a gente construa vida digna, vida plena para todas as crianças e adolescentes em nosso território”, disse o assessor. (Leia mais aqui no site do Caritas!)

Jucelene Rocha – Rede de Comunicadores/as da Cáritas Brasileira

Para saber mais clique aqui!

Equipe do Projeto Calçada: Clenir Santos, Carmen Lígia, Luciana Falcão e Cleisse Andrade

REDE MÃOS DADAS: Como surgiu a Lifewords?
Equipe do Projeto Calçada: A Lifewords é uma organização missionária fundada em 1888 pelo gráfico inglês William Walters, que acreditava que a Bíblia deveria ser acessível a todos. A Lifewords existe porque a Bíblia é para todos. Queremos que as pessoas em todos os lugares a experimentem como boas notícias para suas vidas e para o mundo. Dentre suas formas de atuação estão a distribuição de literatura (+ de 2 bilhões distribuídas para + de 1.000 línguas); programas de transformação, como o Projeto Calçada e o Escolha a Vida; recursos digitais; e projetos como Nine Beats e Verse First, que buscam inspirar as gerações emergentes a trilhar o caminho de Jesus.

RMD: Como surgiu o Projeto Calçada?
EPC:Em 1998 Hugh Davies, o diretor internacional da Lifewords na época, ficou impactado com a realidade das crianças em situação de risco no mundo, e fez a seguinte pergunta à organização: “O que nós podemos fazer para ajudar os cristãos a levarem Jesus de forma impactante a ponto de transformar a realidade das crianças e adolescentes em situação de risco no mundo?”

Essa não foi uma proposta fácil. Como se ajuda uma criança traumatizada a encontrar uma renovação de sua autoestima? Como trazer a Bíblia para as necessidades bem específicas das crianças em risco? Como transformar o futuro das crianças nas ruas das cidades, nas favelas e nos morros, em sociedades marcadas pela guerra, em comunidades carentes, em famílias destruídas, em comunidades vulneráveis ao redor do mundo? O maior desafio foi compreender as próprias crianças que estão vulneráveis para exploração, drogas, doenças, violência; que experimentam abuso, rejeição, fome; que estão abandonadas, desprezadas e invisíveis. Continue lendo →

Por Elsie Gilbert

Estamos muito felizes e gratos a Deus por tanto entusiasmo pela intercessão por crianças e adolescentes que vivem em situações de grande vulnerabilidade social espalhadas pelo mundo. O Mutirão Mundial de Oração mobilizou milhares de cristãos no Brasil e centenas de milhares ao redor do mundo. Nosso esforço coordenado termina agora, mas a necessidade de intercessão continua. Daqui a alguns dias, começaremos a reunir as histórias do Mutirão. É sempre um prazer ouvir de você sobre o que Deus tem feito no seu cantinho do universo!

Pensando na nossa necessidade de perseverar em oração, veja que ideia interessante registrada no livro “The Prayer List” de Jane Knuth:

“Orações em família podem ser por pessoas completamente desconhecidas. Quando eu era criança na escola, se ouvíssemos o barulho da sirene de uma ambulância, as freiras que nos ensinavam paravam a aula e faziam com que a classe toda orasse por quem quer que fosse o beneficiário daquela ambulância. Ainda hoje faço isto e ensinei às minhas filhas a fazer o mesmo. Em geral dizemos, ‘Senhor, por favor, ajude quem quer que seja a pessoa que precisou desta ambulância’. Isto inclui a pessoa que precisa—que pode estar passando pelo pior dia de sua vida—os membros de sua família, os paramédicos. Pode ser até alguém relacionado à pessoas que você conhece mas que você ainda não sabe.”

Continue lendo →

REDE MÃOS DADAS: Como surgiu a Atuação Voluntária?

JULIANA HELPA: Desde 1991, um grupo de jovens de uma pequena Igreja Irmãos Menonitas na cidade de São José dos Pinhais, no estado do Paraná, realizava projetos sociais e missionários. O engajamento dos jovens em causas sociais era uma visível expressão do amor que eles tinham por Jesus. A partir de 2002, a Igreja passou a mobilizar projetos de voluntariado de curto prazo em parceria com a Missão Asas de Socorro. Gilson Helpa, atual presidente da Atuação Voluntária, era líder de missões da Igreja e passou a mobilizar outras igrejas para engajamento em projetos de voluntariado de curto prazo. No ano de 2006, desejamos iniciar projetos em escolas municipais na cidade de São José dos Pinhais, o que não foi possível, por sermos voluntários de nossa igreja. Naquelas circunstâncias pedimos direção a Deus e alguns meses depois, junto com outras famílias de amigos voluntários, decidimos que era necessário darmos um passo além do qual já havíamos dado e formalizarmos uma Associação de Voluntariado. Neste contexto, no dia 27 de abril de 2008, fundamos a Atuação Voluntária – Associação de Voluntariado. A sede da organização era o escritório de nossa casa. Nossa visão era mobilizar profissionais voluntários e servir em projetos de voluntariado.

RMD: Qual é a visão hoje? Continua a mesma? Que mudanças vocês percebem ser
necessárias para os próximos 10 anos?

JH: Nos últimos dez anos ampliamos muito a nossa visão e as nossas ações. De um
pequeno passo para atuar voluntariamente em escolas públicas e em projetos de
voluntariado de curto prazo, chamados “Projetos IDE”, criamos o Programa de
Educação Para a Vida e atuamos em quatro países atualmente. Nossa visão continua a mesma, mas atualmente ampliamos nossas ações a curto e longo prazo, atuando especialmente na área de educação. Nos próximos dez anos desejamos ter uma sede própria para operação administrativa do Escritório e pretendemos implantar o Programa de Educação Para a Vida em todos os países de Língua Portuguesa da África e em todas as regiões brasileiras. Continue lendo →

Veja abaixo uma apresentação que poderá ser usada no momento de culto na sua igreja, escola ou projeto social. Celebramos os grandes feitos do Senhor e bendizemos o seu nome. Trazemos até o seu trono de graça todas as crianças e adolescentes da terra!

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 Participe do Mutirão Mundial de Oração 2018clique aqui!

 

Há 23 anos o Mutirão Mundial de Oração convoca cristãos por todo o mundo para orar especificamente pelas crianças e adolescentes mais vulneráveis. Se você tem menos de 41 anos, podemos dizer que nós oramos por você! O que Deus fez na sua vida? Como você chegou até aqui? Consegue ver os movimentos da graça do Senhor no seu caminho? Convidamos você para seguir uma trilha de oração que terá seis paradas, uma por dia. Nesta trilha, seguiremos o Salmo 100 e esperamos que você reconheça o que Deus já fez na geração passada, veja o que ele está fazendo nesta geração e entregue  com inteira confiança, as gerações futuras nas mãos do Criador.

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Fidelidade de Geração em Geração” é o tema do 23º Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes Socialmente Vulneráveis. Sua igreja já baixou o Guia da Campanha? Não fique de fora, participe conosco!

Confira o que elaboramos para você e as crianças do seu convívio. Nele você encontrará:

  • Lembretes bíblicos e dados sobre a infância;
  • Um estudo bíblico para adultos sobre a fidelidade de Deus para conosco;
  • Uma dinâmica para crianças;
  • História de oração para lhe inspirar a mobilizar muitos a interceder pelas crianças do mundo.
  • E muito mais… baixe agora e confira!

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Baixe o Guia de Oração (Clique aqui!)

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A “Campanha Faça Bonito” é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.

Anualmente a Campanha tem um dia Nacional de mobilização, o dia 18 de Maio. Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

Nos 18 anos de mobilização a campanha já alcançou muitos municípios do nosso país. A proposta é mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.Hoje 18 de Maio é o Dia Nacional de Combate à Exploração e Abuso Sexual Infantil no Brasil.

Por isto hoje o Espaço de Proteção, realizou uma Live ao vivo no facebook orientando melhor como proceder em situações de abuso e exploração de crianças e adolescentes.

Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. De acordo com dados da Ouvidora do Ministério dos Direitos Humanos, as violações dos direitos de crianças e adolescentes somam mais da metade de todas as denúncias feitas nos canais da ouvidoria, em 2017.

Das mais de 140 mil denúncias registradas pela ouvidoria, quase 59% deles são de negligência e violências física, psicológica e sexual contra crianças e adolescentes. Foram mais de 84 mil denúncias: um aumento de 10% em relação a 2016.

Para prevenir e diminuir a ocorrência desses casos é importante a conscientização da família e o papel dos conselhos tutelares. E as igrejas, como elas podem ajudar nesse enfretamento pela proteção da infância e da adolescência?

Organizações cristãs, como a Rede Mãos Dadas, Visão Mundial e Claves Brasil, que trabalham nessa área, oferecem dicas de materiais e sugestões de atividades para pessoas e igrejas que queiram se engajar nessa causa. Confira.

Dicas da Rede Mãos Dadas para colocar em prática o “18 de Maio”.

Que tal fazer uma roda de conversa com adolescentes em escolas, cursinhos, reuniões de bairro ou até mesmo em sua casa? Você pode utilizar o material da campanha Faça Bonito e divulgar os conceitos de proteção, escuta e denúncia. Baixe aqui

Sessões de filmes sobre a temática. “O lenhador” é uma boa opção para reunir amigos e familiares a refletirem sobre o assunto.

Capacitar adolescentes para a vacinação simbólica “Um trato pelos bons tratos”, método amplamente utilizado na campanha Bola na Rede – RENAS e que provou ser uma poderosa ferramenta de conscientização. Saiba mais

Realizar oficinas com crianças através de metodologias que incentivem a exposição do tema. Nosso parceiro, CLAVES, possui a metodologia “Brincando nos Fortalecemos para Enfrentar Situações Difíceis” que ensinam crianças através de músicas e histórias.

Leia o artigo completo no portal da Ultimato (clique aqui!)