A Criança e o Adolescente: Cuidados, Proteção e Direitos é o tema do primeiro Congresso Online realizado pelo Projeto Calçada Lifewords, que vai acontecer nos dias 06, 07 e 08 de dezembro de 2018. Ao todo, 13 palestrantes vão abordar temas de diversas áreas, tais como medicina, teologia, psicologia, direito, educação, entre outros.

A organização, que atua em 21 países, optou por realizar um evento online para alcançar pessoas de diversos locais do Brasil e do mundo, crendo assim na possibilidade de ampliar a discussão nas áreas da proteção, do cuidado e dos direitos de crianças e adolescentes.

A escolha dos temas das palestras levou em consideração a pauta de direitos de crianças e adolescentes, abrangendo diversas faces de seu cotidiano, como igreja, família e sociedade. Para tanto, reuniu um time de palestrantes com experiência na luta pelos direitos humanos, combate à exploração e ao abuso, ativistas no combate ao trabalho infantil e ao direito da convivência familiar, conselheiros na área familiar e pastoral, atuantes em defesa da vida e do cuidado emocional, etc.

“Pensar Criança e Adolescente é fundamental. Nada melhor do que reunir  pessoas de vários lugares, comprometidas com a militância pelos direitos da infância. Que grande oportunidade para compartilhar experiências e aprendizados com gente que quer fazer do Brasil um lugar seguro e estimulador para nossas crianças e adolescentes, lugar para crescerem e se desenvolverem de forma saudável. Nós podemos fazer a diferença!” – Clenir dos Santos, diretora internacional do Projeto Calçada.

Para participar, o interessado deve efetuar a inscrição no site www.projetocalcada.org.br/congresso e pagar o valor de R$50. Ao realizar o pagamento, o inscrito está doando para o Projeto Calçada, assim como os palestrantes convidados que não cobraram, mas cada um doou seu tempo, conhecimento e habilidades para a realização do Congresso.

É necessário que o participante tenha conexão com a internet nos dias e horários das palestras. O acesso pode ser feito no computador, tablet ou smartphone. Assim que efetuar a inscrição e o pagamento, cada inscrito receberá um link e uma senha única para acessar a sala de transmissão online.

Cada palestra terá um horário e dia determinados para começar. Caso você, o participante, não consiga acessar no horário, poderá assistir ao replay que estará disponível durante 24 horas após a exibição. Você receberá por e-mail o link da sala de replay de cada palestra. Por isso, é muito importante ter o melhor e-mail cadastrado.

O Projeto Calçada atua há 18 anos na restauração de vida de meninos e meninas em situação de risco e já atendeu mais de 43.000 crianças e adolescentes individualmente através da ferramenta de aconselhamento, a Bolsa Verde. Para conhecer mais, acesse www.projetocalcada.org.br ou facebook.com/ProjetoCalcadaLifewords

 

Juliana Gonçalves

 

Confira o relatório, Meninas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Uma análise da situação das Meninas do Brasil. Nele, “queremos ampliar o olhar sobre as questões que afetam a infância no Brasil com recorte de gênero que possa ajudar as organizações, governos e sociedades em geral a perceber que a superação das desigualdades não será plena se não enfrentar as questões que afetam as meninas.

Como organização, seguiremos lutando por um mundo mais justo que promova os direitos das crianças e igualdades para as meninas.”  Por Anette Trompeter – Diretora Executiva Plan International Brasil

 

Veja na íntegra e baixe o PDF diretamente do site da Plan International aqui!

 

 

É sempre uma alegria para mim encontrar nas minhas viagens uma boa ideia. Especialmente quando esta boa ideia envolve a escuta das crianças.

Na segunda semana de outubro fui a Temuco, no Chile, capacitar um grupo de educadores para usar a Bolsa Verde do Projeto Calçada. Por onde andamos, conhecemos mulheres e homens comprometidos com Deus e com profundo amor pelas crianças, buscando com todas as forças tornar a vida delas mais feliz. Foi o que testemunhei ao ouvir muitos relatos e experiências, e participar de atividades realizadas pelos parceiros que temos lá.

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Sempre juntos!

Mais uma etapa vencida e vem a adolescência, temida por muitos… onde descobrimos que brincar também é essencial, mesmo que não pareça… Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades do adolescente (12 a 18 anos) e algumas sugestões para brincar.

Trabalho em equipe!

 

Os adolescentes ainda precisam brincar, mesmo que seja por meio de um esporte organizado, atividades culturais, clubes e eventos sociais. A equipe ou grupo onde brincam torna‐se muito importante, pois a sua principal referência agora são seus pares. Eles têm uma necessidade de se sentirem independentes dos adultos e de pertencer a um grupo onde têm status e amizade. Adolescentes precisam de reconhecimento e, para muitos, há prazer e orgulho em apresentar sua superioridade ‐ por exemplo, em concertos, exposições e eventos esportivos.

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Crianças brincando nas ruas de Recife

Essa etapa exige bastante paciência aos pais que não possuem tempo suficiente para sair com os filhos, pois o que as crianças mais desejam é liberdade, movimento, brincar 24 horas! Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades da infância (6 a 12 anos) e algumas sugestões para brincar.

Pernas pra quê te quero!

Em áreas urbanas, o brincar nesta idade é, muitas vezes, restrito a esportes formais na escola e nos clubes ou em passatempos recreativos ‐ e isso é lamentável. Muitas crianças se voltam para jogos de computador e videogames para ter estímulo e excitação, e estes não proporcionam o desenvolvimento holístico de que necessitam. Outro fator que chama a atenção diz respeito a obesidade em crianças, que está aumentando, assim como outras tendências físicas pouco saudáveis, e o desenvolvimento das habilidades sociais pode ser negligenciado.

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Dê aos profissionais de saúde da sua convivência um presente:

Manual de Atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência

Violência é coisa silenciosa, faça barulho

Este manual, recentemente relançado pela Sociedade de Pediatria de São Paulo e pela Socieadade Brasileira de Pediatria é leitura obrigatória para profissionais que atendem crianças e adolescentes em vários pontos da rede de proteção: escolas, postos de saúde, projetos sociais, consultórios médicos, odontológicos e psicológicos, delegacias, etc. Veja-o na íntegra aqui.

Do Direito a Proteção e Prevenção às Violências

Empenhar-se efetivamente para a prevenção da violência doméstica e institucional às infâncias brasileiras (rural, urbana, negra, quilombola, indígena, cigana) e crianças com deficiências, articulando planos e programas intersetoriais integrados e fortalecendo as equipes técnicas das instituições do Sistema de Garantia de Direitos para a extinção dos maus tratos, castigos físicos e psicológicos, violência sexual e todas as formas de negligência.

O Brasil está entre os países que apresenta maiores índices de violência infantil, a pesquisa de percepção pública sobre a violência contra crianças e adolescentes realizada pela Visão Mundial e a Ipsos em 13 países revelou que somos o primeiro lugar com o mais alto índice de risco de violência contra crianças e adolescentes¹ . A América Latina e o Caribe concentram cerca da metade de homicídios de crianças e adolescentes em todo o mundo² .

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Brincar é também compartilhar!

 

As crianças estão crescendo! Agora já é hora do aprendizado de casa se unir ao aprendizado da escola! Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades do pré-escolar (3 a 6 anos) e algumas sugestões para brincar.

Habilidades à prova!

Nesta idade as crianças costumam ganhar um “melhor amigo” e aprender as habilidades sociais necessárias para manter os jogos sociais cooperativos de “casa” ou “piratas”, com várias crianças que participam. Esta “brincadeira de fantasia” também lhes permite explorar os papéis, canais de emoções e o “fazer sentido” do seu mundo.

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Coragem se aprende desde cedo!

Quanto mais as crianças crescem, mais “vivas” se sentem, os sentidos se aguçam e vem o interesse em explorar e descobrir, que se tornam aprendizado. Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades na primeira infância (18 meses a 3 anos) e algumas sugestões para brincar.

Exploradores!

Crianças com idades compreendidas entre 1 e 3 anos são grandes exploradoras de seu ambiente físico e de todos os objetos que estão ao seu alcance. A segurança é uma necessidade primordial e elas precisam de um lugar seguro para brincar e de supervisão constante.
Além de testar por meio do brincar as características de qualquer item que elas possam ter em suas mãos, elas também gostam de escalar, correr e escorregar.

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Brincar com a comida é tão importante quanto comer!

Para quem já entendeu o quanto é importante para todos nós (de 0 a 100 anos) o ato de brincar, fica a pergunta: as brincadeiras mudam com a idade? A resposta é SIM! E o lugar, ou papel, da brincadeira nas nossas vidas também. Para o bebê, brincar é igual a aprender; e aprender é o seu TRABALHO! Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades dos bebês de 0 a 18 meses e algumas sugestões de estímulo para o brincar.

Conectar é preciso!

Os bebês precisam se conectar com quem vai cuidar e brincar com eles desde o nascimento: responder a sorrisos e aos sons emitidos, oferecer abraços e massagens, falar e cantar, e, geralmente, ter uma atitude acolhedora, solidária e descontraída.
Os bebês respondem ao toque, aos sons, às cores vivas e aos movimentos ‐ e logo apreciarão olhar para rostos sorridentes de pessoas reais, ou até mesmo em fotos.

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