Afinal o que são ODS, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável? De onde surgiu isso? Qual a relação dos ODS com a tal Agenda 2030? Que agenda é essa que aponta para o ano de 2030? Essas e outras dúvidas podem ser esclarecidas no primeiro capítulo desta Cartilha. Você descobrirá que, na verdade, são 17 ODS.
Ao ler o primeiro capítulo, esperamos que você saiba a que se refere cada um deles.

Clique aqui  para fazer o download gratuitamente!

Imagem de James Gilbert

Suelen Fernanda com sua aluna no Caçador, comunidade rural em Itaperuçu, PR

Suelen Fernanda é professora de ensino fundamental numa escola rural em Itaperuçu, PR. As crianças sob seu cuidado vivem na roça, convivem com animais, plantas, fogão a lenha, chimarrão. São também em sua maioria bem pobres, vivem da agricultura de subsistência numa comunidade chamada Caçador. Sobre esta comunidade já escrevemos aqui. Foi neste contexto que ela imaginou uma forma de trazer as Crônicas de Nárnia para o imaginário da garotada. Seu trabalho rendeu uma nota no portal da Ultimato. Veja-o aqui.

São iniciativas como esta que impulsionam a Rede Mãos Dadas. Nós existimos para apoiar aqueles que gastam seus dias dando asas à imaginação das crianças, acreditando nelas e nos seu sonhos.

Um menino será o governante…

Veja se você consegue perceber o escândalo, não é fácil:

Em Isaías 9,2-7 (ou 9,1-7, conforme outras traduções), uma criança está novamente no centro das atenções. Trata-se de um hino celebrativo que comemora a estrondosa alegria – júbilo como em dia de colheita – de um povo que andava em trevas. Há dois motivos para essa alegria. Por um lado, comemora-se a libertação. O jugo dos opressores foi desfeito – e sem luta ou combate. A libertação veio sem guerra. “Como no dia dos midianitas” (v.4), Javé interveio e pôs a correr todos os agressores, tanto a Síria e Israel quanto a própria Assíria. As trevas estavam vencidas. Por outro lado, o motivo da alegria é o nascimento de uma criança. Nela está a razão principal das comemorações. “Um menino nos nasceu. Um filho se nos deu” (Is 9,6).

Esse menino será o governante: “o governo está sobre os seus ombros”. Instaurará uma situação de “paz sem fim”, de “direito e justiça”. E por inaugurar tal regime, a criança desde já leva títulos extraordinários. Seu nome será: “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9,6).

Hoje, por meio da descoberta de textos egípcios, sabemos que esses títulos tinham um significado especial nos tempos de Isaías. Os faraós egípcios intitulavam-se assim. Portanto, os títulos mencionados nesse trecho são emprestados da linguagem da corte egípcia. A diferença é que Isaías aplica esses atributos grandiosos a um menino. Ele, por assim dizer, aliena a linguagem cortesã.

Um menino é, pois, festejado como luz do povo – não um adulto. Aqui está o detalhe decisivo do capítulo. Costumamos negligenciá-lo, transformando sorrateiramente a criança num adulto. Afinal, são-lhe atribuídos títulos importantes, adultos, sem dúvida imponentes e inclusive de origem internacional! Porém, ainda assim, sua implicação não é internacional nem imponente. É escandalosa. Um menino de origem desconhecida assume os títulos. Adota-os. Se essa tensão existente entre a grandiosidade dos atributos e a pequenez de seu portador é imperceptível, retira-se de Isaías 9 sua especificidade. Ela está em um menino designado príncipe – o messias libertador é uma criança! (Milton Schwantes)

Ao ler este trecho sou obrigada a parar, reler, considerar. A luz do povo, a esperança messiânica está sobre um menino, não um adulto. O que significa isto? Jesus, o cumprimento desta promessa, passou por várias etapas na vida. Foi bebê, criança pequena, criança mais velha, adolescente, jovem e adulto.

  • Quando pensamos em tudo o que ele representa para nós, conseguimos atribuir estes títulos maravilhosos à imagem que fazemos dele como criança? Ou está tudo concentrado numa figura masculina, vestida de vestes brancas e barba escura como nos mostram os filmes?
  • E se não conseguimos visualizar o menino em Jesus, conseguimos ver Jesus nos meninos com quem convivemos?
  • Por que será que Deus, em sua infinita sabedoria, resolveu passar pela infância e adolescência para realizar a sua obra de redenção da humanidade? Podia ter aparecido como adulto, não?
  • E finalmente, me pergunto, por que nós somos tão adultocêntricos no nosso modo de ler a Bíblia? Jesus, ainda menino era capaz de ler, interpretar e até debater sobre os mistérios do reino de Deus. Será que as nossas crianças são levadas a sério quando querem conversar sobre os mistérios do Pai?

*Retirado do livro Uma criança os guiará – por uma teologia da criança. Para adquirir, acesse aqui!

 

Favelas como esta no Brasil, muitas vezes carecem de serviços básicos, como o saneamento e o escoamento.

A palavra “favela” é frequentemente usada para descrever assentamentos informais dentro de cidades, com moradias precárias e condições de vida miseráveis. As favelas frequentemente são superlotadas, com muitas pessoas espremidas em espaços muito pequenos.

Esses assentamentos carecem de serviços básicos como água, saneamento, escoamento, coleta de lixo, iluminação pública, pavimentação e ruas para acesso emergencial. A maioria dos moradores de favelas não tem acesso fácil a escolas, hospitais ou locais públicos para a comunidade se reunir. As favelas são frequentemente áreas onde os níveis de criminalidade e desemprego estão aumentando.

As moradias das favelas são construídas em terras às quais os ocupantes não têm direito legal. Muitas vezes, os moradores de favelas enfrentam muitos obstáculos para obter a posse ou o direito à terra. O controle da terra está frequentemente ligado à corrupção e à influência pessoal das pessoas em posições de poder.

Às vezes, é necessário derrubar uma favela. Em alguns casos, as favelas são construídas em terras sem segurança – por exemplo, em áreas onde os deslizamentos de terra são comuns. Em casos como esses, a realocação pode ser a melhor opção. No entanto, a maioria dos despejos de favelas ocorre quando as autoridades locais querem remover favelas localizadas em terrenos valiosos para que os promotores de projetos ou outros possam usá-las.

O processo de reivindicação de direitos para os moradores das favelas depende de eles conseguirem trabalhar em conjunto com as autoridades. Os líderes ou defensores da comunidade precisam iniciar uma conversa com o governo para que os moradores das favelas e os funcionários do governo possam se reunir e agir juntos para urbanizar a favela.

O QUE É A URBANIZAÇÃO DE FAVELAS?

Geralmente, as favelas são construídas em terrenos bem localizados e com fácil acesso à cidade e suas oportunidades. As pessoas pobres de áreas urbanas precisam estar perto da cidade para ter acesso a empregos.

urbanização de favelas é um processo gradual de melhoria e formalização das favelas, até que, por fim, elas sejam reconhecidas como parte da cidade em si. Isso acontece quando os governos fornecem terra, serviços e cidadania aos moradores das favelas. As atividades geralmente incluem o fornecimento de serviços básicos, como moradias, ruas, escoamento, água potável, saneamento e esgoto. Muitas vezes, o acesso à educação e à saúde também faz parte da urbanização. Além disso, um dos principais elementos da urbanização de favelas é a legalização dos imóveis e a garantia de posse da terra para os moradores.

A urbanização de favelas também envolve a implementação de atividades econômicas, sociais e comunitárias necessárias para reverter as tendências de declínio em uma área. Essas atividades devem ser realizadas cooperativamente com todas as partes envolvidas – moradores, grupos comunitários e empresas, bem como os governos locais e nacionais, se for o caso.

Há muitos fatores necessários para que um programa de urbanização de favelas seja bem-sucedido. Os dois mais importantes são uma vontade política forte por parte do governo e um forte comprometimento por parte das comunidades.


Adaptado a partir de materiais produzidos pela Cities Alliance, uma parceria global para reduzir a pobreza urbana e promover o papel das cidades no desenvolvimento sustentável.

Site: www.citiesalliance.org
E-mail: info@citiesalliance.org

Retirado da Revista Passo a Passo 105 – Tearfund. Acesse aqui!

A maioria das mulheres das zonas rurais depende da terra, mas não tem direito garantido a ela.

pela Rev. Dra. Lydia Mwaniki

Leia Números 27:1–7

Números 27:1–7 apresenta um cenário em que as mulheres não tinham permissão para possuir terras. Na verdade, em Israel, as mulheres eram tratadas como propriedade do pai e, depois, transferidas para o marido por meio de um pagamento nupcial. Em sua humildade e sabedoria, as cinco filhas de Zelofeade influenciaram a criação de uma nova lei por Deus para permitir que as mulheres possuíssem terras.

As filhas de Zelofeade viveram no final do êxodo dos israelitas do Egito, enquanto eles se preparavam para entrar na Terra Prometida. À medida que o tempo passava no deserto e a população mudava, tornou-se necessário realizar um novo censo (Números 26:1–4). O objetivo do censo era ajudar a planejar as estruturas sociais e econômicas da nova nação. Deus disse que a terra deveria ser dividida entre as tribos proporcionalmente conforme o tamanho de suas famílias (Números 26:52–56). Cada chefe de família do sexo masculino recebeu um lote.

Zelofeade havia morrido sem deixar um filho do sexo masculino. Quando as filhas perceberam que o nome de seu pai seria excluído na hora de entregar as terras por não ter um herdeiro do sexo masculino, elas fizeram uma coisa extraordinária que nunca havia sido vista antes. Eles pediram a Moisés, a Eleazar, o sacerdote, aos chefes e à assembleia inteira seu direito de herdar a propriedade do pai. Em humildade, Moisés levou a questão a Deus. Deus respondeu que o pedido das filhas era justo e que elas deveriam receber a herança do pai.

Deus é justo e imparcial e não quer que as mulheres sejam desfavorecidas. Ele as vê como perfeitamente capazes de possuir e administrar terras.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

  • Identifique de que maneiras os direitos das mulheres são violados em sua comunidade.
  • Que medidas práticas as mulheres e os homens de sua comunidade podem tomar para proteger o direito das mulheres à terra, bem como todos os seus outros direitos?
  • Que lições podemos aprender com esta passagem bíblica sobre o papel dos líderes na promoção da justiça de gênero?

__________________________________________________

A Rev. Dra. Lydia Mwaniki é a Diretora de Teologia, Vida Familiar e Justiça de Gênero da Conferência de Igrejas de Toda a África.

E-mail: lydiamuthonimwaniki@gmail.com

Retirado da Revista Passo a Passo 105 – Tearfund. Acesse aqui!

Até 2020, 1,4 bilhão de pessoas podem estar vivendo em favelas.

pelo Dr. Viv Grigg

Até 2020, a ONU-Habitat prevê que 1,4 bilhão de pessoas possam estar vivendo em favelas. Para mim, este é o maior desafio para o ministério urbano de nosso tempo. Abaixo estão algumas etapas pelas quais as pessoas que vivem em favelas precisam passar para obter a posse garantida da terra e melhores serviços. A ordem e a natureza exata das etapas variam de lugar para lugar.

Por muitos anos trabalhei como pastor em uma favela em Manila, a capital das Filipinas. Lembro-me do sangue respingado nas paredes enquanto nossa favela era destruída por soldados e escavadeiras. Os membros da igreja ajudaram os moradores a carregar seus materiais em caminhões para reconstruir suas moradias na nova “área de realocação”. Esse novo local não tinha água e ficava a nove quilômetros dos empregos da cidade, dos quais as pessoas dependiam.

A vida de um pastor de favela é ficar ao lado das pessoas que estão perdendo suas casas e terras. Este é o primeiro passo.

Mas eu me perguntava: Esse confronto não poderia ter sido evitado? O padre que trabalhava na comunidade antes de mim tinha sido mais sábio. Ele havia organizado os membros da comunidade antes de um confronto anterior, de modo que, quando as escavadeiras chegaram, as pessoas se deitaram no chão, na frente delas. O padre chamou os jornais e, depois, chamou o prefeito, dizendo que os repórteres e as câmeras estavam lá. Ele aconselhou o chefe de polícia a evitar derramamento de sangue, pois o prefeito estava a caminho.

É claro que, quando o prefeito chegou e viu os repórteres, ele disse: “Precisamos resolver isso pacificamente, por meio de discussões”. No final, as pessoas receberam metade da terra. Este é o segundo passo: a liderança sábia de um organizador comunitário treinado.

terceiro passo é a organização da comunidade e a defesa e promoção de direitos. Os representantes da comunidade precisam passar algum tempo com os funcionários do governo, participando das conferências de assistentes sociais e acadêmicos. Isso lhes permite construir uma reputação e serem capazes de telefonar para as pessoas certas quando necessário, como fez o padre no exemplo acima.

O quarto passo é a defesa e promoção de direitos com base em conhecimentos. A pesquisa é essencial. Todas as semanas, falo pelo Skype com pessoas que trabalham em oito cidades ao redor do mundo. Essas pessoas precisam aprender os sistemas complexos para a obtenção da posse da terra. Frequentemente há 40–80 passos. Algumas perguntas para a pesquisa são: Que departamentos emitem que certidões? De que informações eles precisam? Quem, nesses departamentos, ajudará, e como podemos evitar os que tentarão pedir suborno?

quinto passo consiste em alguém se tornar um especialista em programas de habitação governamentais e privados. Essa pessoa precisa de muito conhecimento financeiro. Isso ajudará a comunidade no sexto passo: estabelecer metas em termos de grupos e processos de poupança. As comunidades provavelmente precisarão de verbas para as diversas partes do processo de urbanização e registro das favelas. A gestão de grupos de poupança pode ser um trabalho árduo e pode envolver litígios. Os líderes precisam ter um coração mole, mas uma pele dura como a de um rinoceronte!

sétimo passo é negociar contratos de maior escala entre organizações comunitárias, bancos e programas de habitação. Os líderes de favelas podem se tornar especialistas comerciais e ajudar a organizar a prestação de melhores serviços para a comunidade. Em uma sociedade aberta como as Filipinas, isso é possível. Nos países onde a corrupção é mais comum, esse é um desafio muito maior.

Oitavo passo: É muito difícil! É melhor desistir!

Oitavo passo alternativo: Lembramos que estamos caminhando com Deus em direção a esses lugares perigosos e desafiadores. Precisamos ficar perto dele nessa luta. Com a ajuda do Espírito Santo, podemos continuar.


O Dr. Viv Grigg desenvolveu um Mestrado em Liderança Urbana Transformacional com várias universidades por todo o mundo. Ele é o diretor da Urban Leadership Foundation e coordena a Aliança Encarnação de Líderes de Movimentos de Pessoas Urbanas Pobres.

Para obter materiais do curso e recursos sobre o direito à terra urbana nas áreas urbanas, consulte www.urbanleaders.org/655LandRights 

Site: www.urbanleaders.org 
E-mail: viv@urbanleaders.org

Retirado da Revista Passo a Passo 105 – Tearfund. Acesse aqui!

A Criança e o Adolescente: Cuidados, Proteção e Direitos é o tema do primeiro Congresso Online realizado pelo Projeto Calçada Lifewords, que vai acontecer nos dias 06, 07 e 08 de dezembro de 2018. Ao todo, 13 palestrantes vão abordar temas de diversas áreas, tais como medicina, teologia, psicologia, direito, educação, entre outros.

A organização, que atua em 21 países, optou por realizar um evento online para alcançar pessoas de diversos locais do Brasil e do mundo, crendo assim na possibilidade de ampliar a discussão nas áreas da proteção, do cuidado e dos direitos de crianças e adolescentes.

A escolha dos temas das palestras levou em consideração a pauta de direitos de crianças e adolescentes, abrangendo diversas faces de seu cotidiano, como igreja, família e sociedade. Para tanto, reuniu um time de palestrantes com experiência na luta pelos direitos humanos, combate à exploração e ao abuso, ativistas no combate ao trabalho infantil e ao direito da convivência familiar, conselheiros na área familiar e pastoral, atuantes em defesa da vida e do cuidado emocional, etc.

“Pensar Criança e Adolescente é fundamental. Nada melhor do que reunir  pessoas de vários lugares, comprometidas com a militância pelos direitos da infância. Que grande oportunidade para compartilhar experiências e aprendizados com gente que quer fazer do Brasil um lugar seguro e estimulador para nossas crianças e adolescentes, lugar para crescerem e se desenvolverem de forma saudável. Nós podemos fazer a diferença!” – Clenir dos Santos, diretora internacional do Projeto Calçada.

Para participar, o interessado deve efetuar a inscrição no site www.projetocalcada.org.br/congresso e pagar o valor de R$50. Ao realizar o pagamento, o inscrito está doando para o Projeto Calçada, assim como os palestrantes convidados que não cobraram, mas cada um doou seu tempo, conhecimento e habilidades para a realização do Congresso.

É necessário que o participante tenha conexão com a internet nos dias e horários das palestras. O acesso pode ser feito no computador, tablet ou smartphone. Assim que efetuar a inscrição e o pagamento, cada inscrito receberá um link e uma senha única para acessar a sala de transmissão online.

Cada palestra terá um horário e dia determinados para começar. Caso você, o participante, não consiga acessar no horário, poderá assistir ao replay que estará disponível durante 24 horas após a exibição. Você receberá por e-mail o link da sala de replay de cada palestra. Por isso, é muito importante ter o melhor e-mail cadastrado.

O Projeto Calçada atua há 18 anos na restauração de vida de meninos e meninas em situação de risco e já atendeu mais de 43.000 crianças e adolescentes individualmente através da ferramenta de aconselhamento, a Bolsa Verde. Para conhecer mais, acesse www.projetocalcada.org.br ou facebook.com/ProjetoCalcadaLifewords

 

Juliana Gonçalves

 

Confira o relatório, Meninas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – Uma análise da situação das Meninas do Brasil. Nele, “queremos ampliar o olhar sobre as questões que afetam a infância no Brasil com recorte de gênero que possa ajudar as organizações, governos e sociedades em geral a perceber que a superação das desigualdades não será plena se não enfrentar as questões que afetam as meninas.

Como organização, seguiremos lutando por um mundo mais justo que promova os direitos das crianças e igualdades para as meninas.”  Por Anette Trompeter – Diretora Executiva Plan International Brasil

 

Veja na íntegra e baixe o PDF diretamente do site da Plan International aqui!

 

 

É sempre uma alegria para mim encontrar nas minhas viagens uma boa ideia. Especialmente quando esta boa ideia envolve a escuta das crianças.

Na segunda semana de outubro fui a Temuco, no Chile, capacitar um grupo de educadores para usar a Bolsa Verde do Projeto Calçada. Por onde andamos, conhecemos mulheres e homens comprometidos com Deus e com profundo amor pelas crianças, buscando com todas as forças tornar a vida delas mais feliz. Foi o que testemunhei ao ouvir muitos relatos e experiências, e participar de atividades realizadas pelos parceiros que temos lá.

Continue lendo →

Sempre juntos!

Mais uma etapa vencida e vem a adolescência, temida por muitos… onde descobrimos que brincar também é essencial, mesmo que não pareça… Veja abaixo um trecho do livro “O Direito de Brincar – Guia Prático para Criar Oportunidades Lúdicas e Efetivar o Direito de Brincar” sobre as necessidades do adolescente (12 a 18 anos) e algumas sugestões para brincar.

Trabalho em equipe!

 

Os adolescentes ainda precisam brincar, mesmo que seja por meio de um esporte organizado, atividades culturais, clubes e eventos sociais. A equipe ou grupo onde brincam torna‐se muito importante, pois a sua principal referência agora são seus pares. Eles têm uma necessidade de se sentirem independentes dos adultos e de pertencer a um grupo onde têm status e amizade. Adolescentes precisam de reconhecimento e, para muitos, há prazer e orgulho em apresentar sua superioridade ‐ por exemplo, em concertos, exposições e eventos esportivos.

Continue lendo →