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Show do No Longer Music, uma banda Come&Live, na semana passada. Crédito: Moah Buffalo/Divulgação

 

Que tal participar de um evento que busca despertar artistas cristãos para compartilharem a mensagem de Deus fora da igreja de forma criativa? Essa é a proposta do Provoke & Inspire, que acontece nesta terça-feira (16/01), às 19h, no bairro da Liberdade, em São Paulo. O seminário é realizado no mundo todo pelo Come&Live. Para participar, basta garantir ingresso gratuito aqui.

Na programação do evento estão os músicos Ben Pierce, vocalista da banda No Longer Music e diretor da Provoke & Inspire no Come&Live!; Alex Vinicius, produtor musical e guitarrista da banda Medulla, que também acompanha a No Longer Music em turnês pelo mundo; David Pierce, fundador e vocalista do No Longer Music e fundador da Steiger International; Bruno Colisse, líder da banda NLM Alegórica; e Moah Buffalo, produtor cultural e líder da Come&Live! no Brasil.

“Quando as pessoas ouvem a história de Jesus de uma forma clara e radical, elas têm a vida transformada. Temos visto isso em várias partes do mundo e queremos ver isso no Brasil também”, afirma Moah, que acredita que esse encontro é uma oportunidade de se deixar ser provocado e convocado à transformar vidas, através da arte, compartilhando o amor de Deus. “Nós vivemos em um tempo que muitas mensagens têm sido compartilhadas de uma forma radical e a mensagem que essa geração mais precisa ouvir, que transforma vidas em vários tipos de ambientes, principalmente naqueles que há pessoas que não frequentariam a igreja, é o Evangelho”.

A história do Come & Live!

O Come & Live! É uma comunidade mundial de artistas que começou em Nashville, nos EUA, em 2009, por iniciativa de Chad Johnson. Por anos, em sua primeira fase, distribuiu milhões de álbuns em uma comunidade de artistas pela internet. Em 2015, juntou-se à Steiger International. Atualmente, cria ações e apoia artistas que querem usar a criatividade e o talento para levar o impacto do Reino de Deus à cultura jovem global, alcançado-a para Jesus Cristo.

“Não queremos usar a arte de maneira utilitarista, mas aproveitar para proclamar a mensagem. Antes de eu ser um artista, preciso lembrar que eu sou um cristão, então a nossa ideia é provocar essa reflexão”, explica Hudson Parente, líder da Steiger Brasil. “Há muitos artistas cristãos que são cristãos entre os cristãos, o que não é um problema, mas precisamos de mais artistas ousados que estejam na cena, participando, e sendo luz, convivendo com pessoas que não conhecem a Cristo”.

Artistas, músicos e vocalistas, equipe técnica de suporte, agentes, produtores, selos, promotores de eventos, designers e qualquer pessoa que queira perguntar e responder a questão “como usar nossos dons artísticos para alcançar nossas cidades e mundo para Jesus?”, têm a oportunidade de pensar e discutir juntos nesse encontro.

Seminário Provoke&Inspire

Quando: 16/01 (terça-feira)

Horário: 19h às 22h

Onde: Rua da Glória, 900 – Liberdade / São Paulo – SP

Ingressos: Gratuito, neste link

Por Jean Francesco

Seres humanos brigam. Famílias discutem. Irmãos lutam uns com os outros. Sim, é bem provável que isso também tenha acontecido com você. Nós somos especialistas em proferir palavras que machucam o coração e nosso instinto às vezes — para alguns, sempre — gosta de assistir uma boa briga. O ser humano é competente o suficiente para alimentar todos os tipos de rivalidades, e se você é uma pessoa que nunca passou por nenhum conflito, aí vai uma novidade não muito interessante: você terá que enfrentar muitos conflitos pela frente.

Jesus disse que seria assim. Ao ordenar a Pedro que perdoasse o próximo 490 vezes, ele não estava traçando um limite fechado para o perdão, estava ordenando a Pedro que perdoasse sempre. E por que perdoar sempre? Pelo simples fato de que os seres humanos sempre vivem brigando por algo. Mas isso não é necessariamente um grande problema, pois os humanos geralmente reconhecem que são problemáticos. O grande problema mesmo é a forma como tentamos resolver esses conflitos.

A tentação da fuga

Em nossa sociedade apressada e consumista, o padrão de resolução de conflitos é a fuga. Se temos problemas com alguém, tendemos a achar que o jeito é ignorar a situação e colocá-la debaixo dos tapetes. Respeitando cada caso em particular, o divórcio é visto por muitos como o segredo de resolver conflitos no casamento. Pedir transferência de uma igreja para outra ou simplesmente deixar de congregar é a regra de ouro que alguns aplicam para solucionar crises entre irmãos da fé. Em outras palavras, ao invés de resolvermos nossas pendências, preferimos “deixar o barco” na ilusão de que assim tudo ficará bem.

No entanto, Jesus nos ensinou um caminho bem diferente, no texto de Mateus 18.15-18. Ele não foi favorável ao isolamento ou à fuga, jamais encorajou a estocar porções de rancor na alma ou cultivar o insulto. Ao invés disso, nessa clássica passagem há uma metodologia da reconciliação que realmente funciona. Fugir dos problemas parece, a priori, ser uma solução rápida, mas é tão somente uma forma de adiar as consequências ruins que são inevitáveis. Jesus nos ensinou a “peitar os nossos conflitos”. Pode ser uma solução mais demorada a princípio, mas é a única que abre janelas de paz para o futuro.

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Já faz um mês que o Rock no Vale 2017 passou, mas as experiências de quem participou do festival podem ficar marcadas para sempre. Aqui estão três relatos de gente que esteve por lá. Quem sabe nesse ano não é sua vez de ir?

Larissa e os amigos que fez no festival

O fim de semana mais incrível da minha vida

Conheci o festival através de uma amiga e sempre tive o desejo de ir, mas nunca tinha ninguém pra me acompanhar, e não queria ir sozinha. Até que chegou 2017 e desde o começo do ano eu falava que iria, nem que fosse sozinha. Quando abriram as vendas do primeiro lote, sem pensar duas vezes comprei o pacote completo (não tinham nem anunciado todas as bandas e preletores ainda). Fiquei toda ansiosa pra chegar logo o mês de dezembro, fiz até contagem regressiva.

Desde que tive o interesse em participar do Rock no Vale pesquisei muito sobre ele, que era um evento diferente. Quando fui lendo, vendo os vídeos que a galera fazia e imagens do evento, fui me apaixonando mais ainda, antes mesmo de ir. Meus pais são pastores e não conheciam nada a respeito do festival, mas no final se apaixonaram pelo evento tanto quanto eu. Acho que meus eles não aguentavam mais me ouvir falando nesse Rock no Vale. E então chegou o tão esperado mês de dezembro.

Foi tudo muito especial. Desde a chegada fui muito bem recebida e todos tiraram muito bem minhas dúvidas, afinal era meu primeiro Rock no Vale e tinha ido sozinha, com um misto de medo e ansiedade. A estrutura do evento foi impecável, os quartos eram ótimos e todos os stands também eram bem legais (muitas camisetas novas, rs), fora a alimentação que era maravilhosa.

Foram três dias incríveis. Deus é perfeito e cuida de todos os detalhes. Fui morrendo de medo por chegar sozinha e não conhecer ninguém, mas Ele preparou tudo. Arrumei até uma colega de quarto na fila. Foi um tempo que Deus me deu de presente para conhecer pessoas novas, aprender mais dEle. Dei risadas, cantei (e como cantei), pulei, gritei e me diverti como nunca. Ah, e além disso realizei um sonho que pra mim era quase impossível: conhecer a banda Fresno.

Um dos momentos que mais me marcou foi quando acabou o show da Fresno e todos oraram por eles. Foi um momento único, que nunca vai sair da minha memória. Deus é incrível! Todos os shows, palestras e momentos de comunhão foram ótimos. Fui sozinha e voltei cheia de histórias e de amigos.  Continue lendo →