Por Elena Mambrini

Em novembro, a Aliança Cristã Evangélica Brasileira se reunirá em um encontro para pensar os temas “A crise brasileira e a vocação da igreja”, além de “Ideologia/teoria de gênero e seus desafios pastorais”. No evento também ocorrerá a realização de sua Assembleia Geral.

A Aliança é uma plataforma onde igrejas, organizações e pessoas comprometidas com o evangelho se relacionam em rede a fim de afirmarem parcerias a serviço da missão de Cristo. Conheça mais sobre o grupo aqui.

Os preletores convidados para o evento são os psicólogos Fátima Fontes e Ageu Heringer Lisboa e os pastores Estevam Fernandes, Lisânias Moura e Valdir Steuernagel. O encontro será no dia 15 de novembro das 9 às 18 horas na Igreja Metodista da Liberdade em São Paulo e será aberto aos filiados da Aliança Evangélica e para todos que se interessarem pelos temas. É necessário realizar a inscrição prévia. Encontre maiores informações e o link para inscrição aqui.

De 2 a 5 de novembro a Rede SOS Global realizará o Treinamento SOS Global. Sediado na JOCUM Maringá, o evento busca atingir maiores de 21 anos com no mínimo 2 anos de conversão que queiram servir em socorro emergencial. O custo da capacitação será 280 reais, com inscrição, alimentação e hospedagem.

Depois, entre os dias 5 e 12 de novembro, a Associação Missão Esperança (AME), agência voltada para o sudeste asiático, realizará um Treinamento Transcultural na cidade paranaense de Maringá. O evento busca profissionais e “vocacionados” que queiram conhecer a dinâmica do campo transcultural e acontecerá na Primeira Igreja Presbiteriana Renovada de Maringá, no Paraná.

O custo do treinamento será 500 reais, que inclui alimentação, hospedagem econômica e inscrição. Durante a capacitação serão tratados temas como comunicação transcultural, fenomenologia das religiões orientais, teologia missiológica, entre outros. Dentre os palestrantes estão Durvalina Bezerra, Margaretha Adiwardana e Bertil Ekstrom. Encontre mais informações sobre preço e inscrições no site da missão.

O blog Caminhos da Missão conversou com o professor doutor Gustavo Assi, secretário executivo da Associação Brasileira Cristãos na Ciência, conhecida por ABC2, para conhecer mais sobre a iniciativa. Voltada tanto para os cristãos imersos na área quanto para os interessados e leigos, a ABC2 ajuda a formar o cristão brasileiro para servir como uma conexão entre ambos os mundos, estabelecendo o diálogo.

Gustavo é professor de engenharia naval na Universidade de São Paulo e uma das suas áreas de maior interesse é a interação entre a fé cristã e a tecnologia, “a ciência aplicada no dia-a-dia das pessoas”, como ele nos contou. Criado na igreja, é presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil em São Paulo (SP). Confira abaixo a entrevista:

Como começou a ABC2?

Passei um tempo fora do país enquanto fazia meu doutorado em Londres e tomei conhecimento do diálogo entre fé cristã e ciência no nível que eu não sabia que existia. As universidades lá conversam com a comunidade da fé num nível exemplar, muito bem feito, muito educado, muito respeitoso. Tive contato com o Faraday Institute, da Universidade de Cambridge, que estuda a interação entre ciência e religião e isso abriu meus olhos para a necessidade no Brasil. Um pouco antes, o Guilherme de Carvalho também tinha passado pelo Faraday. Ao mesmo tempo, o Roberto Covolan também tomou contato com esse diálogo. Sentimos que Deus foi plantando no coração de algumas pessoas a necessidade de trazer esse diálogo de alto nível para o Brasil.

Em 2010, nos encontramos e marcamos uma primeira reunião, [que teve] talvez 15 a 20 pessoas. Dessa reunião saiu a ideia de elaborarmos um projeto para estruturação de uma Associação Brasileira Cristãos na Ciência. O projeto levou quase dois anos para ser escrito e consistia em planos de ação para estruturação de uma associação e todas as atividades que ela poderia exercitar nos seus primeiros anos. Por exemplo, geração e introdução de conteúdo, o que inclui tradução de livros para o português [confira aqui alguns dos livros já publicados], produção de material próprio, ensino à distância, vídeos e tudo mais; a estruturação de uma rede de contatos, para formar grupos locais e trazer pessoas para círculos de discussão e fomentá-la nos meios da igreja e ciência em todo o Brasil; engajamento das pessoas através de eventos etc.

Conseguimos financiamento da Templeton World Charity Foundation, uma fundação americana que financia projetos dessa natureza. E disparamos o projeto nos três primeiros anos, agora já quatro, para fundar uma associação [já se passaram dois anos]. O evento que culminou com a fundação da associação que foi a conferência nacional em São Paulo, em novembro do ano passado. A fundação é o começo da associação e o “meio” do projeto. Há mais dois anos para encerrar a primeira fase para que depois a associação ande com pernas próprias.

Dentre seus objetivos, a ABC2 busca apenas capacitar cristãos ou também alcançar não cristãos no espaço do diálogo com a ciência?

As duas perspectivas estão unidas dentro do projeto. Estamos trabalhando com dois campos: o da fé e o das ciências naturais. Partimos do pressuposto que existe interação entre eles. Existe gente que está tanto dentro de um campo quanto do outro. Mas temos os espectros opostos também. Por exemplo, dentro das ciências naturais, no contexto da universidade brasileira principalmente, há aqueles antirreligiosos. Por outro lado, há dentro da igreja há pessoas que terão uma visão distorcida da ciência e vão dizer que é coisa do diabo. Dentro da igreja, nossa missão é mostrar para o cristão que ciência ou fazer ciência glorifica a Deus porque nada mais é do que o exercício do mandato cultural. Tão ministerial quanto servir em outras áreas. Para o acadêmico ou cientista antirreligioso, nossa missão é mostrar que não é só a ciência que tem condições ou capacidade de descobrir verdades, mas a fé também nos ensina e descobre verdades sinceras da realidade em que vivemos.

Claro que existe um aspecto missiológico, porque de certo modo a associação apresenta para o público em geral aspectos do Reino de Deus. Faz missão nesse sentido: revela que o Reino de Deus não é uma coisa fechada, mas é uma coisa que permeia e está por trás de tudo na nossa vida, inclusive a ciência. Contudo, a associação não é de defesa da fé, não faz apologética no sentido de pregar o evangelho. Isso é missão da igreja, da parte do corpo de Cristo chamado para isso. A associação trabalha mais um aspecto cultural, mostrando que o Reino existe, porém entendemos que o poder de convencimento que dá fé não vem dessa linha, mas da pregação do evangelho com a ação do Espírito Santo. A gente se vê tentando eliminar barreiras, fazendo pontes de conexão entre os lados que a princípio não se conversavam, para que o caminho esteja aberto para a missão evangelística da igreja.

Quem vocês gostariam que participasse da ABC2 e como as pessoas podem participar?

Num primeiro momento, pode parecer que a ABC2 é muito distante pelo nome: “Não sou cientista, não tenho formação acadêmica em área, será que posso participar?” Nossa resposta é: claro! Ciências aqui entendemos no sentido mais amplo, como tudo aquilo que o ser humano faz para conhecer o mundo criado. Qualquer pessoa que trabalha, pesquise nessa área é bem-vindo, mas não só. Qualquer interessado, alguém que gosta de ler a respeito, também é muito bem-vindo, não só para participar, mas para contribuir. Temos vários níveis de aprofundamento do campo da ciência, desde o interessado e leigo até o acadêmico pesquisador e cientista que trabalha no laboratório. Todo esse espectro é bem-vindo. E não tem idade para descobrir a interação entre fé e ciência. Pode participar da associação o perfil mais amplo possível, apenas há o pressuposto da fé cristã. Você tem que se identificar como cristão, tanto que escolhemos uma declaração de fé ampla e simples, mas objetiva.

Se eu puder fazer um convite: todos os cristãos interessados por ciência estão convidadíssimos a não só ler os livros e visitar o site, mas também a se associarem e participar. É muito simples, é muito fácil, exige apenas o interesse entre os dois campos.

Leia mais sobre a associação no site.

Por Abigail Aquino

Capacitar no ofício da costura para empoderar, garantir a geração de renda e, assim, apresentar o amor de Jesus é o objetivo do Projeto Costurando e Transformando, realizado no Níger pela missão World Horizons Brasil (WH Brasil – www.whbrasil.org.br, contato@whbrasil.org).

É comum brasileiros confundirem o Níger com a Nigéria, seu vizinho ao sul, mas é outra nação. A beleza e alegria nigerinas são vistas no sorriso, na dança, na cultura do povo, na diversidade geográfica e nas cores vibrantes. Todavia, tudo isso é ofuscado pelo país estar entre os dez mais pobres do mundo e já ter ocupado, no passado, o segundo lugar da lista. Dentre os vários fatores que o levam a estar nesse ranking está a falta de oportunidade para as mulheres. Elas têm menos chances de acesso à educação do que os homens e, consequentemente, falta-lhes trabalho.

Neste contexto, surgiu o Projeto Costurando e Transformando no bairro de Kuarategui, na capital Niamey. Essa iniciativa tem como meta principal apresentar às mulheres nigerinas o amor de Jesus Cristo. No entanto, objetiva ajudá-las a compreender esse amor através do empoderamento, trabalhando a autoestima e gerando renda para suas famílias com o ofício aprendido. É a realização de um sonho dos líderes do projeto, o casal missionário Roberta e Wallace Araujo de Oliveira. Hoje, o projeto possui cinco máquinas de costura, dez alunas, e uma professora especializada.

Nele estão envolvidos a equipe de cuidado integral da WH Brasil, sob a liderança do Pr. Anderson Fazzion e através da Coordenadoria de Desenvolvimento de Projetos Socioeconômicos – na pessoa da missionária e coordenadora Elenizia Vieira. Como parceira, está a Seven – uma aceleradora de projetos sociomissionários que elaborou a identidade visual do projeto, criou o site e as demais mídias sociais e realizou dois eventos, além de parcerias com pessoas e entidades para a segunda fase.

O diferencial do projeto é o envolvimento da equipe do Cuidado Integral do Missionário (CIM). A WH Brasil diz ter um novo olhar para o conceito. Ela entende que é parte deste cuidado o apoio no desenvolvimento de projetos como estratégia para melhor servir no campo em que o missionário se encontra, com ajuda técnica e profissional.

Além de abarcar talentos, o Projeto Costurando e Transformando também oferece a profissionais de diversas área a oportunidade de serviço. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o projeto e tiver interesse em servir às mulheres nigerinas com a sua profissão, a WH Brasil está cadastrando profissionais das áreas de costura, modelagem, design, mídias sociais e marketing através do e-mail costurandoetransformando@gmail.com.

Para conhecer melhor o projeto acesse o site e siga no Facebook.

Por Abigail Aquino

Em parceria com a Igreja Batista do Povo, o departamento de cuidado integral de missionários (CIM), da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB), realizará no dia 23 de setembro o 1º Fórum de Cuidado Integral do Missionário em São Paulo.

O evento visa instrumentalizar pessoas envolvidas na área, igrejas enviadoras e profissionais que desejam se preparar melhor para o exercício desta tarefa, além de proporcionar conexões estratégicas. Segundo Marcia Tostes, do Conselho Deliberativo do CIM, uma iniciativa como esta é relevante para que seja compreendida a importância de assuntos relacionados à vida dos missionários e proporcionará a muitas pessoas interessadas e capacitadas a oportunidade de aprimorar e compartilhar o conhecimento e experiências para atuarem com excelência.

O tema do evento será “Ferramentas para Cuidar Melhor  – Psicoterapia, Coaching e Hospitalidade”. Entre os palestrantes estão Brad e Gláucia Meyer, da Life Impact Brasil, que mantêm a Refúgio Green Mountain, uma casa de hospedagem e apoio a missionários em Minas Gerais; Márcio Jesus Batista, missionário, psicoterapeuta, coach, professor e mestre em Aconselhamento Pastoral; e Tarcísio da Silva Morais, consultor, trainer e coach executivo e de vida, formado pela Integrated Coaching Institute (ICI).

O fórum acontecerá na Igreja Batista do Povo, no bairro Vila Mariana, em São Paulo (SP) e o valor da inscrição é de R$ 45,00 . Para mais informações, acesse cimsp.eventbrite.com.br

Depois de três anos sob ocupação do Estado Islâmico, a cidade de Mosul e a região vizinha foram retomadas em julho pelo exército iraquiano. A família Aziz, que trabalha no Oriente Médio com a missão MAIS (Missão em Apoio à Igreja Sofredora) e já apoiou diversos refugiados iraquianos cristãos, planejou uma visita à região entre os dias 25 e 28 de agosto. Eles passaram por três vilarejos na Planície de Nínive, Bartella, Karalames e Qaraqosh. As cidades são historicamente de maioria cristã, e estes agora começam a voltar para lá. Com o intuito de visitá-los, seis pessoas viajaram para o contexto ainda de insegurança.

Em seu informativo, a família Aziz relatou que “a guerra contra o terror ainda não acabou, mas o governo iraquiano começou a permitir a reentrada dos cristãos em suas casas. Montamos uma equipe, contactamos famílias iraquianas que eram parentes de gente que amamos e servem conosco na Jordânia e viajamos para a zona de conflito mais uma vez”. Dentre os objetivos, está iniciar uma igreja na região.

Eles compartilharam: “No momento, 54 famílias retornaram para suas casas e tivemos o privilégio de visitar cerca de 40 delas. A maioria das casas está em péssimo estado e foram completamente saqueadas. Algumas famílias estão vivendo deforma improvisada, sem água ou energia. Muitas casas, comércios, escolas e até postos de saúde foram bombardeados pela coalizão durante a guerra contra o EI. A paisagem às vezes aparentava apocalíptica e em toda a viagem tivemos que tomar muito cuidado para pisar em algum lugar ainda não liberado. O risco de se deparar com minas e bombas é grande”.

“Quase todas as casas de Bartella foram marcadas com a letra “N” em árabe, que é a primeira letra da palavra “nasrani”, que significa “nazareno”. O termo era usado pejorativamente por muçulmanos na antiguidade para denominar os seguidores do Nazareno. Os militantes do Estado Islâmico usaram a letra para marcar as casas de cristãos e depois saquear, possuir ou destrui-las. (…) ‘Jesus está conosco’ foi a frase que muitos cristãos iraquianos picharam na parede de suas casas pilhadas e destruídas ao chegarem no vilarejo. E foi exatamente isto que sentimos ao andar em cada rua de Bartella, mas principalmente enquanto víamos o sonho de nosso ministério se tornar realidade. Distribuímos cestas básicas para todas as famílias que visitamos e depois de as encorajarmos, orávamos e fazíamos um convite para a realização do primeiro culto evangélico em toda a região. O que aconteceu foi incrível.”

O relato continua: “Gazuan, um iraquiano que serve conosco em tempo integral na Jordânia, cedeu sua casa no Iraque para que nós começássemos a igreja e um projeto para apoio da comunidade. Não havia energia nem água na casa, que fica localizada perto de destroços de uma explosão feita num ataque da coalizão. Esperávamos cerca de 50 pessoas, mas para nossa surpresa recebemos 110 adultos e 50 crianças. Nosso primeiro culto em Bartella já começou com 160 pessoas. Deus seja louvado!”

Ore pela família Aziz, pelo projeto na região de Mosul e por estes cristãos que retornam agora para suas casas em escombros. Para acompanhá-los, eles estão no Instagram e no Facebook.

A partir da perspectiva da etnodoxologia, confira abaixo como foi o curso “Artes Para o Reino” de acordo com Héber Negrão, um dos professores e organizadores.

Foi realizado na última semana o curso “Artes Para o Reino” na sede da missão ALEM em Brasília (DF). Tivemos um tempo abençoado de aprendizado mútuo: aprendemos tanto o método que foi ensinado como também uns com os outros. O curso tem o objetivo de oferecer a missionários transculturais e obreiros locais uma ferramenta de pesquisa que os habilite a conhecer e usar as artes da comunidade na qual trabalham para que ela se torne cada vez mais parecida com o Reino de Deus. O método de pesquisa ensinado no curso chama-se “Criação Conjunta de Artes Locais” (CCAL). Ele apresenta sete passos para que o missionário possa analisar a comunidade e seus gêneros de comunicação artística. Cinco deles estão representados neste infográfico.

O CCAL tem como premissa a co-criação, a criação em conjunto com o outro. Nós queremos incentivar que o missionário trabalhe junto com a comunidade ao mesmo tempo em que desencorajamos o papel do obreiro onipotente que faz tudo pela comunidade sem envolvê-la ativamente naquilo que ele tem feito. Por isso nossa orientação é que, ao desenvolver o CCAL em uma comunidade, o obreiro vai servir àquela comunidade como facilitador, como alguém que direciona e não que faz tudo, e deixamos a parte da criação e decisão com a própria comunidade.

Esta ideia foi particularmente interessante quando aplicada na prática do curso. De vez em quando os participantes tomavam a dianteira e para decidir alguma coisa pela comunidade. Nós então tínhamos que orientá-los a ouvir a comunidade e perguntar-lhes qual a decisão mais acertada.

Para a parte prática do curso nós convidamos a Rosimeiry Yakawa (professora e diretora do Centro de Treinamento AMI) para servir como representante da comunidade Bakairi. Assim, sempre que ensinávamos um processo do método aos participantes, eles tinham a oportunidade de aplicá-lo imediatamente com a nossa representante da comunidade. O resultado foi que nós criamos um novo gênero artístico dos bakairi para tratar os problemas nos casamentos que têm frequentemente ocorrido naquela comunidade. Se você tiver interesse trabalhar com artes em seu ministério, o Artes Para o Reino é o curso ideal pra você.

Curso da APMT

O Centro de Formação Missiológica (CFM) da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) está organizando um curso sobre as grandes religiões do mundo para a primeira quinzena de setembro.

Entre os dias 11 e 14, das 13 às 17 horas, Flávio Veras falará sobre animismo. Nos mesmos dias e horários também será ministrada a aula sobre islamismo pelo pastor Marcos Amado. Já do dia 12 a 15 de setembro, das 8 às 12 horas, Mila Gomides ensinará sobre o budismo e também haverá aula do reverendo Gabriel Neubarth sobre secularismo.

Os cursos serão ministrados na Igreja Presbiteriana Unida, na Rua Helvétia, 772, no bairro de Campos Elíseos, em São Paulo (SP), e cada um custará R$ 75, a ser pago no primeiro dia. Quem fizer dois cursos durante todo o dia pagará R$ 150. Para fazer sua inscrição, confirme a participação pelo e-mail cfm@apmt.org.br e preencha o formulário de interesse escolhendo o(s) curso(s) desejado(s) (link aqui).

Por A.M., missionária na Ásia

 

O Retiro de Refrigério Missionário promovido pelo CIM (Cuidado Integral Missionário) da  Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) é o sonho de muitos missionários brasileiros que atuam no Brasil e no exterior. Ser bem acolhido/a e amado/a, compartilhar experiências pessoais num ambiente adequado, ser você.

Há uma equipe maravilhosa de obreiros e profissionais do Senhor se doando em amor e trabalho para abençoar os missionários e as missionárias. Eles são pastores, missionários, psicólogos com experiência na área, conselheiros missionários, massagistas, cabeleireiros, maquiadores, educadores físicos, nutricionistas, profissionais de moda, finanças e tecnologia, voluntários. Os missionários são amados, valorizados, compreendidos, mimados, cuidados, ministrados e abençoados.

Estive nesse retiro no mês de janeiro de 2017 e foi uma experiência maravilhosa. Muitos querem saber do nosso trabalho, mas nem sempre há interesse, compreensão e tempo na pessoa do missionário. Além disso, aquele/a que ama e cuida também precisa de amor e cuidado. Isso nos mostra a nossa insuficiência. Assim, ter um tempo de refrigério é de grande valia para nós, missionários. Precisamos nos deixar sermos cuidados, ministrados e amados também.

No retiro, pude conhecer e trocar experiências com outros missionários, rimos e choramos juntos. E ainda recebi muito amor, mimo e apoio da equipe e de todos os irmãos e irmãs que têm apoiado e participado desse ministério. A marca do CIM/AMTB é o amor. A cada dia nesse retiro, você é surpreendido/a pelo amor e valor que você tem para Deus. Ter ido a semana de refrigério missionário, depois de quatro anos de ministério integral, foi relevante na minha caminhada. A melhor semana de refrigério que um missionário ou uma missionária pode ter no Brasil.

 

Informe-se

Interessados podem verificar no site http://www.amtb.org.br/cim-cuidado-integral-missionario/ ou escrever para cim@amtb.org.br e conversar com Rosa.