1. Se Deus fizesse uma lista de todos os nossos pecados e pedisse conta de cada um deles, ninguém poderia escapar (p. 99).

2. Se nos colocarmos de joelhos ao lado do publicano arrependido, Deus nos exaltará e nos aceitará com seu perdão (p. 143).

3. Precisamos confessar os nossos pecados. Deus não pode estender seu perdão sobre os nossos pecados enquanto não os colocarmos diante dele em confissão (p. 96).

4. O perdão é uma das nossas necessidades básicas e um dos melhores presentes de Deus ao homem por meio do evangelho (p. 281).

5. [O pecado] é como uma mancha que não pode ser erradicada, como pigmentação da pele que não pode ser mudada, como uma gravação que não pode ser removida, e como uma doença que não tem cura. Só Deus pode mudar o coração humano (p. 113).

6. Aqueles que foram chamados para a tarefa [de ministrar] devem acima de tudo ser fiéis, digerindo eles mesmos a Palavra de Deus e submetendo-se a ela, para depois levá-la a outros (p. 121).

7. A visão clara decorre de duas coisas complementares: uma profunda insatisfação com a situação presente e uma clara percepção de como ele poderia estar. Ela começa com um sentimento de indignação diante do status quo e cresce em sua busca intensa por uma alternativa (p. 129).

8. O servo de Deus primeiro precisa abrir seu ouvido para ouvir e aprender, antes de abrir a boca para levar as boas-novas aos confins do mundo (p. 139).

9. Sempre que pecamos, nos entristecemos e nos arrependemos, pois o sentido de nossa vida é nos posicionar contra o pecado e ao lado da santidade (p. 158).

10. O único caminho para viver é morrer para o nosso egoísmo (p. 211).

11. Certas orações são tentativas de inclinar a vontade de Deus em direção à nossa, ao passo que a verdadeira oração envolve uma sujeição da nossa vontade à de Deus (p. 214).

12. Deus é um jardineiro incansável. A faca dolorosa da poda está em suas mãos seguras, que cortam todo o ramo que dá fruto para que frutifiquem ainda mais. Alguma forma de sofrimento é virtualmente indispensável à santidade (p. 235).

13. A igreja tem tido a tolerância de oscilar entre a extrema complacência [nunca disciplinar ninguém] a extrema severidade [recusar restauração até mesmo a quem se arrepende] (p. 276).

14. O Pentecostes é um aguaceiro e não um chuvisco em uma chuvarada (p. 298).

15. Uma boa maneira de lidar com os problemas de disciplina é tratar os pecados secretos secretamente, os pecados das pessoas individualmente e apenas os pecados públicos, publicamente (p. 318).

Frases retiradas de A Bíblia Toda, O Ano Todo. Ultimato, 2007.

Em sua essência, o cristianismo é o próprio Cristo. É um relacionamento pessoal com Cristo como nosso Salvador, Senhor e Amigo. Mas como alguém pode se comprometer assim com ele?

Algo a admitir

Admitir. O nosso primeiro passo deve ser admitir que (para usar o vocabulário tradicional) nós somos “pecadores” e precisamos de um “Salvador”. Por “pecado” a Bíblia quer dizer egocentrismo. A ordem de Deus é que o amemos em primeiro lugar, depois o nosso próximo e, por último, a nós mesmos. O pecado consiste precisamente em se inverter esta ordem. Pecado é colocar a nós em primeiro lugar, depois o nosso próximo (quando nos convier) e Deus em algum lugar remoto. Em vez de amar a Deus com todo o nosso ser, nós nos rebelamos contra ele e seguimos o nosso próprio caminho. Em vez de amar e servir ao nosso próximo, nós, por egoísmo, alimentamos os nossos próprios interesses. E, quando vêm os nossos melhores momentos e nos damos consciência disso, ficamos profundamente envergonhados.

Além do mais, o nosso pecado nos separa de Deus, pois ele é absolutamente puro e santo. Deus não pode conviver com o mal, nem olhar para ele, nem aquiescer com ele. A Bíblia descreve Deus como uma luz ofuscante e um fogo consumidor. Então a sua “ira” (que, longe de ser uma espécie de malícia pessoal, consiste na sua justa hostilidade em relação ao pecado) cai sobre nós. Como consequência, o que nós mais necessitamos é de um “Salvador” que possa vencer o abismo que existe entre nós e Deus, já que as pontes que nós mesmos tentamos construir não alcançam a outra margem. Nós precisamos do perdão de Deus e de um novo começo.

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Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. (Colossenses 1:20)

O Evangelho da reconciliação é a plataforma que aproxima homens e mulheres de Deus, por meio de Cristo. Esta obra alcança todas as áreas da vida humana e, também, da cultura.

Por entender a importância deste tema, que é também a matéria de capa da primeira edição de 2018 da revista Ultimato, selecionamos dez frases ilustradas, extraídas de livros de John Stott.

Você pode baixar gratuitamente e compartilhar à vontade em suas redes sociais. Aproveite!

 

 


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