Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus. (Colossenses 1:20)

O Evangelho da reconciliação é a plataforma que aproxima homens e mulheres de Deus, por meio de Cristo. Esta obra alcança todas as áreas da vida humana e, também, da cultura.

Por entender a importância deste tema, que é também a matéria de capa da primeira edição de 2018 da revista Ultimato, selecionamos dez frases ilustradas, extraídas de livros de John Stott.

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Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. (Mateus 16.24)

Para seguir a Cristo, devemos não somente abandonar alguns pecados específicos, como também renunciar aos nossos desejos egoístas, que se encontram na raiz de todos os nossos pecados. Seguir a Cristo é entregar a ele os direitos sobre a nossa própria vida. É também abdicar ao trono do nosso coração e reverenciá-lo como nosso Rei. Jesus descreve vividamente, em três frases, essa renúncia.

Negue-se a si mesmo: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue”. Esse mesmo verbo foi usado quando Pedro negou ao Senhor no pátio do palácio do sumo sacerdote. Devemos repudiar a nós mesmos da mesma forma  como Pedro repudiou a Cristo quando disse, “Não conheço tal homem”. Não se trata de parar de comer doces ou de fumar definitivamente ou por um período de abstinência voluntária. A questão não é negar algumas coisas a si mesmo, mas negar a si mesmo. É dizer não ao eu e sim a Cristo; repudiar o eu e reconhecer a Cristo como Senhor de nossas vidas.

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O blog Stott pegou carona na matéria de capa da edição de janeiro/fevereiro de UltimatoReconciliação – e selecionou frases publicadas em livros de John Stott sobre o tema. Leia algumas a seguir.

 

Se Deus é o autor da reconciliação e Jesus Cristo é o agente dela, os crentes são os embaixadores da reconciliação consumada na morte de Cristo. O ministério e a mensagem da reconciliação foram concedidos a ele. Assim, quando suplicamos às pessoas que se reconciliem com Deus, é como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio.

(A Bíblia Toda o Ano Todo, p. 367)

Quando Jesus morreu na cruz, o próprio Deus, em Cristo, recebeu o julgamento que merecíamos, a fim de nos dar o perdão que não merecíamos. A pena plena do pecado foi paga – não por nós, mas por Deus, em Cristo. Na cruz o amor e a justiça divinos foram reconciliados.

(Por Que Sou Cristão, p. 60)

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