Qual revista você acompanha desde a adolescência? Edgard Alves conheceu Ultimato aos 17 anos, quando ainda era jornal, e é assinante até hoje, sem ter perdido uma edição sequer.

Ele gosta de Ultimato e não abandona porque…

… porque fortifica e amplia a força do Discípulo, para ajudar a fazer novos Discípulos de Jesus, de forma contextual e prática na vida brasileira.

 

Uso em quase todos os momentos, pessoal, em família, reuniões, encontros de grupos pequenos e maiores. Sempre ouço resultados animadores.

 

Recentemente um Juiz de Direito me agradeceu por ter usado um dos artigos, que o ajudou muito num parecer de um processo que fez sobre pessoalidade, individualidade e posições coletivas e comunitárias.

 

Do jornal para a revista e aos livros: nada poderia ser melhor. O serviço a favor do novo Reino fica muito mais sensitivo, vendo a grande luta e a intenção de todos de Ultimato.

 

– Edgard F. Alves, 63 anos

20 de junho é o Dia Mundial do Refugiado. Instituído pela ONU em 2000, a data “é uma oportunidade para celebrar a força, a coragem e a perseverança das pessoas que foram forçadas a deixar suas casas e seus países por causa de guerras, perseguições e violações de direitos humanos”.

Dados da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR, apontam que estamos testemunhando os maiores níveis de deslocamento já registrados. Guerras, violência e perseguições levaram o deslocamento forçado em todo o mundo para um novo recorde em 2017. Pelo quinto ano consecutivo, o número de pessoas que tiveram de deixar seus lares chegou a um patamar inédito: 68,5 milhões de indivíduos – 25,4 milhões tornaram-se refugiados. Os números são do relatório anual Tendências Globais, divulgado essa semana pela ACNUR [1].

No Brasil, de acordo com matéria divulga pela Folha de São Paulo, “em um ano, mais que dobrou o número de estrangeiros que têm ou buscam refúgio ou proteção. O número chegou a 148.645 em 2017, uma alta de 118% em relação ao ano anterior” [2].

Qual o papel da igreja frente à crise mundial de refugiados? O que a Bíblia ensina sobre o trato com o estrangeiro? Como organizações e igrejas cristãs na Europa estão atuando em prol de refugiados? Como a igreja Brasileira está recebendo os sírios e os venezuelanos? Na coletânea de conteúdo abaixo você confere artigos, reflexões, notícias e reportagens, publicados no Portal e na revista Ultimato, sobre a maior crise de refugiados da história.

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Um dos motivos caros para a Ultimato é o trabalho de ações ministeriais que, na prática, representam milhares de revistas e livros distribuídos gratuitamente, bem como inúmeros artigos, notícias e reportagens que divulgam diferentes organizações cristãs e iniciativas de agentes sociais e com presidiários.

Junto com a distribuição e divulgação de conteúdo, as ações ministeriais envolvem iniciativas bem práticas: receber e responder cartas de presos para os quais são enviados regularmente exemplares de Ultimato; contato periódico com agências e organizações para o envio de revistas a missionários, no Brasil e no exterior; apoio a representantes do projeto Paralelo 10 por meio de uma assessoria que ouve, discute, sugere e caminha junto com eles.

As ações ministeriais também refletem a missão e a visão de Ultimato: contribuir para a evangelização e edificação e oferecer conteúdo cristão para o maior número de pessoas. Junto com outras frentes da Editora, elas fazem parte da história de Ultimato. As cartas a seguir contam como no correr dos 50 anos essas ações têm repercutido.

De coração sincero louvo a Deus pelo trabalho de vocês, pois é óbvio que muitos corações inacessíveis a uma palavra falada podem oferecer receptividade à mensagem escrita; estou certo de que Deus se servirá desse jornal, feito com oração em sua base, para não só ganhar almas para a salvação, como também para promover edificação entre os crentes , uma vez que tem havido grande preocupação em não se fugir à Bíblia, única regra de fé e prática.
Antonio Carlos W. C. Azeredo – assinante desde 1968 e atualmente é responsável atualmente por um grupo de assinatura coletiva.

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Livro da Semana  |  História da Evangelização do Brasil

 

Entre a primeira missa católica e a primeira celebração eucarística reformada houve um espaço de apenas 57 anos.

Pouco mais de meio século depois da descoberta do Brasil, 38 anos depois da proclamação da Reforma Protestante e apenas 6 anos depois da chegada dos jesuítas à Bahia, aportou no Brasil uma caravana ecumênica procedente da França. Eram nobres, artesãos, soldados, criminosos e agricultores, alguns católicos e outros protestantes, sob o comando do navegador e aventureiro Nicolau Durand de Villegaignon, de 45 anos, ora católico ora protestante. Os três navios e os 600 tripulantes e passageiros haviam saído de Hâvre-de-Grâce no dia 22 de julho de 1555 e chegaram à Baía de Guanabara menos de quatro meses depois, em 10 de novembro.

Os franceses queriam construir aqui a França Antártica, por razões econômicas e religiosas. Em nenhum canto da França, então com 15 milhões de habitantes, havia segurança para os protestantes, lá chamados de huguenotes. Um deles, o almirante Gaspar de Coligny, de 36 anos, era muito influente e deu total apoio à empreitada de Villegaignon. Conseguiu o patrocínio da expedição com o rei Henrique II, também de 36 anos.

Sob o ponto de vista religioso, a França Antártica seria uma experiência inédita, já que católicos e protestantes participariam juntos de uma aventura caracterizada pela liberdade de culto, o que não estava sendo possível na metrópole. Para os portugueses, o empreendimento de Villegaignon nada mais era do que uma invasão de seu território por uma potência estrangeira.

No dia 7 de março de 1557, um ano e três meses depois da primeira expedição, chegou a segunda leva de franceses: cerca de 300 colonos, católicos e sem religião em sua maioria. Com eles vieram quatorze huguenotes (nome que se dá aos reformados de língua francesa) de Genebra, enviados por João Calvino, a pedido do próprio Villegaignon. Entre estes estavam o doutor em teologia Pierre Richier, de 50 anos, o pastor Guillaume Chartier, o historiador Jean de Léry e dez artesãos.

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O que fizemos com o sexo? Pornografia, masturbação, infidelidade, pedofilia, fornicação… A lista é grande, a conclusão é triste: estragamos o presente dado por Deus. A matéria de capa da revista Ultimato de julho/agosto reconhece o problema, mas não para por aí. Há esperança? Na entrevista que compõe a matéria de capa, Andréa Vargas afirma: “Tenho visto a redenção chegar na vida de pessoas que estavam intoxicadas pela idolatria sexual e que agora conseguem experimentar um novo jeito de viver graças à retomada do senhorio de Cristo em suas vidas”.

William L. Lane faz uma leitura atenta de Cântico dos Cânticos, destacando três aspectos dos valores e comportamentos amorosos descritos no livro, a saber: Rejeição à banalidade do amor e do sexo; Valorização da fidelidade; e Valorização da união matrimonial. Bill Bacheler fala sobre a luta nada fácil contra a trindade profana – fantasia sexual não baseada em sexo heterossexual com o cônjuge, uso da pornografia e masturbação –, e afirma: “Muitos querem lutar com as próprias forças achando que a santificação é uma obra humana, porém encontrarão desânimo e cansaço em lugar do descanso e paz”. Ricardo Wesley M. Borges compartilha três palavras-chaves que podem nos ajudar a desenvolver uma sexualidade saudável: vida, luz e santidade.

A seção Ética traz o artigo “A ‘ética do ódio’, as fake news e a idoneidade cristã”, de Paul e Raphael Freston, para nos ajudar a pensar a relação “cristãos x política”.

A revista Ultimato entra em gráfica essa semana e, como sempre, traz uma diversidade de conteúdo sobre ética, política, meio ambiente, cultura, espiritualidade, missões, etc. Assine a revista Ultimato e receba conteúdo de qualidade com exclusividade em sua casa.

Photo by ian dooley on Unsplash

Nunca é demais dizer: Ultimato acredita que toda Escritura, além de inspirada por Deus, é também útil. Por isso, a edição de maio/junho da revista Ultimato é um convite aos leitores e à Igreja para a “redescoberta” da Bíblia. Precisamos reencontrar a Palavra de Deus e “encher as entranhas” com ela (Ez 3.3). 

Pensando na matéria de capa A Bíblia ainda fala, os ultimateiros foram convidados a compartilhar um versículo bíblico que lhes fala ao coração. As respostas você confere neste post.

E você, tem algum versículo? Compartilhe conosco nos comentários.

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável.”  (Sl 51.10)
 
– Priscila Rocha

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É provável que todo mundo que acompanhe as edições da revista Ultimato tenha a sua favorita, uma que tenha marcado mais. O Davidson de Oliveira Cordeiro lembra bem da primeira com a qual teve contato: A Questão Gay.

Essa foi a segunda capa sobre essa questão, em 1987. A primeira foi no ano anterior, que trazia os artigos O vírus da Aids e a graça de Deus, Evolução ou involução, A teologia do perdão, Diga aos homossexuais que voltem atrás, Mesa redonda com homossexuais curados e outros). A capa com A questão gay teve o subtítulo “Ultimato recebe e corrige texto sobre homossexualismo do Grupo Gay da Bahia”, e foi o número com a maior tiragem dos 50 anos da história da revista: 100.700 exemplares.

Confira aqui o relato de Davidson, e também a foto dele com a esposa e vários dos exemplares de Ultimato de sua coleção.

Alguns anos depois de minha conversão, em 1990, sempre que podia lia um exemplar de Ultimato na Igreja que congregava, no Barreiro, em Belo Horizonte, MG.

 

Me surpreendi com a primeira edição que tive nas mãos, de abril de 1987, já falando sobre A Questão Gay. Achei muita ousadia na época uma revista cristã tratar sobre este assunto e decidi que assim que pudesse assinaria a revista, o que efetivei em 1995.

 

Aguardo as novas edições sempre com grande expectativa, pois a revista tem sido uma ótima ferramenta no desenvolvimento do ministério e sempre que podemos gostamos de presentear alguém com uma assinatura anual. Presentão, em nossa opinião.

 

A possibilidade de presentear alguém com essa assinatura anual tem sido uma bênção e ajudado no fortalecimento de amizades.