Um devocionário pra chamar de seu
17/05/13
Uma das seções mais apreciadas do nosso Portal, conhecida anteriormente como “Meditação Diária”, acaba de mudar de nome — para “Devocional Diária” e ganhar um novo espaço.
Espaço amplo, limpo, exclusivo para devocionais, além de contar com acesso livre dos leitores para compartilhar pelas redes sociais e também comentar cada leitura diária. Leituras alternadas dos nossos devocionários e dos seus autores. Na quarta-feira, data do lançamento, John Stott e A visão de Deus para a sua igreja; na quinta-feira, o pastor Elben César e a devocional Jesus faz o bem aos que o odeiam; e, hoje, C. S. Lewis e Os planos de Deus. Amanhã, bem, amanhã é um novo dia e, claro, uma nova devocional.
Que Deus use esse espaço para a edificação da sua igreja.
O Devocionário dos devocionários
15/05/13
Ultimato acaba de lançar um novo site, especial, dedicado exclusivamente à publicação de devocionais diárias.
Agora você pode ler e acompanhar diariamente uma seleção de meditações diárias seguindo o calendário litúrgico da igreja, com especial atenção para as datas de celebração da fé cristã.
A cada dia somos guiados pelos autores por toda a narrativa bíblica. Dos profetas menores aos primeiros dias da igreja no Novo Testamento. Das leituras diárias selecionadas dos clássicos de um dos principais defensores da fé cristã do último século, até a celebração do conteúdo bíblico por um dos mais influentes e queridos pastores de todo o mundo.
E, outra novidade, você pode deixar o seu comentário, fazer uma pequena resenha e também espalhar estas boas novas pelo Facebook, Twitter, entre outros. E, claro, você pode assinar o RSS e receber um aviso diário a cada devocional publicada.
Ultimato quer dar ao leitor a possibilidade de conhecer melhor, compartilhar e levar para onde bem entender o conteúdo bíblico e autores queridos da igreja brasileira, como C. S. Lewis, John Stott e o pastor Elben César.
Fácil de lembrar, o endereço é www.devocionaldiaria.com e também pode ser encontrado no nosso portal, no menu “Devocional Diária”. Bom dia e boa leitura.
Concurso “Para quem gosta de cinema”: resultado
14/05/13
O concurso cultural Para quem gosta de cinema já tem um vencedor, ou melhor, uma vencedora: é Laryssa Caetano, que escreveu uma resenha sobre o filme Nossa Vida Sem Grace. Ela ganhou o kit com os livros A Arte e a Bíblia, Cinema e Fé Cristã e A Arte Não Precisa de Justificativa, publicados pela Editora Ultimato.
Em breve, a resenha vencedora será publicada.
Agradecemos a todos que participaram (recebemos 20 textos). E nossos parabéns à Laryssa!
Nunca livres de riscos
09/05/13
[Dallas Willard]
É absolutamente essencial à natureza de nosso desenvolvimento pessoal rumo à maturidade que nos aventuremos a correr riscos, pois apenas o risco produz o caráter. Essa verdade se intensifica ainda mais quanto à caminhada com Deus. Discordo, nesse ponto, de pessoas bem sábias, como A. T. Pierson, que acredita que a orientação de Deus impede que corramos riscos:
“Uma grande regra para os que querem ser realmente dirigidos pela coluna de nuvem e de fogo de Deus é não dar um passo sequer seguindo a orientação de sua própria vontade ou sem o mover claro do guia celestial. Embora a direção seja nova e o caminho pareça repleto de dificuldades, não há nenhum risco, já que somos guiados apenas por Deus. Cada novo passo precisa de autorização específica e especial da parte dele, e a orientação de ontem não é suficiente para hoje”.1
Esse texto é belo e útil, exceto pelo que diz sobre os riscos. Sobre isso, não é cem por cento exato quanto ao que significa viver com as palaras de Deus em nossa vida. A imaturidade de muitos cristãos de hoje se deve à atitude expressa nesse trecho com relação aos riscos como a única verdade sobre ouvir Deus falar.
Depois de adotar essa atitude, passamos a tentar usar nossa habilidade para ouvir a Deus como artifício para garantir-nos uma vida livre de perigos. Quando não funciona – e é certo que não funcionará -, começamos a acusar a nós mesmos, as outras pessoas e até mesmo o próprio Deus por sermos um fracasso. Essa reação explica em parte por que Deus continua sendo a maior decepção da humanidade. Quem de nós não tem uma queixa contra ele? Na verdade, não precisamos arriscar-nos por vontade própria, mas nunca estaremos livres dos riscos, pelo menos neste mundo. Nem deveríamos tentar nos isentar deles.2
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Dallas Willard era filósofo e escritor cristão. Faleceu nesta quarta-feira, dia 08, vítima de câncer.
Notas:
1. A. T. Pierson, George Mueller of Bristol (Nova York: Baker & Taylor, 1899), p. 196.
2. Este texto é um trecho do capítulo 09 do livro “Ouvindo Deus”, publicado em 2002 pela Editora Ultimato em parceria com a Textus. O livro está fora do catálogo.
Ele fotografou a humanidade dos missionários
02/05/13
[Por Ariane Gomes]
Uma mulher e cinco crianças, um homem falando com outros num cômodo apertado, uma mulher e um bebê em close, pessoas em uma refeição, músicos sorrindo – eis a descrição de algumas fotografias tiradas por Don Rutledge, renomado fotógrafo americano que morreu aos 82 anos em fevereiro de 2013.
Contratado pela agência nova-iorquina Black Star, Rutledge iniciou a carreira como freelancer enquanto ainda se empenhava no estudo do trabalho de grandes fotógrafos. Com apoio desta agência, viajou durante dez anos por vários países do mundo tirando fotografias para as revisas “Life, Look e Paris Match”. O reconhecimento pelo trabalho ao qual se dedicou com afinco veio depois da contribuição dada ao livro “Black Like Me”, de John Howard Griffin, trabalho que o tornou internacionalmente conhecido.
No período em que colaborou com “Home Missions e The Comission”, revistas da Junta de Missões de Atlanta e da Junta de Missões Estrangeiras em Richmond, no estado da Virgínia, Rutledge tornou-se conhecido por contar histórias do trabalho missionário por meio da fotografia. Viajando por mais de quarenta anos a centenas de países, ele registrou com notável habilidade momentos da humanidade dos missionários entre as pessoas com as quais eles conviviam e trabalhavam. Porque se preocupava, entre outras coisas, em captar o momento exato em que as relações entre as pessoas fotografadas se revelavam, o trabalho de Rutledge não apenas contribuiu para a divulgação de missões, mas também inspirou pessoas a orarem, se envolverem e perceberem os relacionamentos como expressão do amor de Deus.
Stanley Leary, fotógrafo que escreveu uma tese de mestrado sobre o trabalho de Rutledge, declarou que, independente da qualidade do trabalho realizado por outros fotógrafos, muitos deles jovens orientados pessoalmente por Don, todos foram tratados com honra, dignidade e respeito – atitude, além das lições de fotografia, que pode ter inspirado e ajudado muitos deles a perceberem e a captarem momentos singulares de amizade e graça.
Nota:
Este artigo foi publicado na revista Ultimato 342 (maio-junho/2013), que acaba de ser enviada aos assinantes. Ariane Gomes é assistente de redação na Editora Ultimato.
Trabalhar pelo amor de uma mulher pode transformar trabalho em ministério
30/04/13
Em Gênesis encontramos uma das mais puras declarações de amor humano: “Então Jacó trabalhou sete anos por Raquel, mas lhe pareceram poucos dias, pelo tanto que a amava” (Gn 29.20). O trabalho escravo pode se tornar um trabalho por amor. O amor transforma todo tipo de trabalho em ministério.
Trabalhar pelo amor de uma mulher ou de um homem, por um pai ou pelos filhos, pela terra, pela nação ou por Deus — qualquer um desses amores pode transformar trabalho em ministério. E no último dia Jesus dirá: De fato, “você trocou minhas fraldas, me visitou na prisão, fez um jantar para mim, me recebeu à mesa, colocou um agasalho em minhas costas”. Como diz a parábola, “O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram” (Mt 25.40). Jesus (sim, Deus) recebe o nosso trabalho, e não apenas atividades religiosas como pregação, cuidado pastoral, implantação de igrejas etc.
Para celebrar o dia do trabalho, comemorado em todo o mundo amanhã, 1 de maio, o blog coloca à disposição dos leitores o capítulo 7 do livro A Espiritualidade na Prática, de Paul Stevens.



