Por que é importante lembrar os 500 anos da Reforma Protestante

A edição 366 (julho-agosto) da revista Ultimato está nas ruas.

E apresenta, na capa e no miolo, os 500 anos da Reforma Protestante.

O leitor vai encontrar as marcas da Reforma no mundo – na política, na cultura e na sociedade –; a linha do tempo, com os principais acontecimentos do período, começando em 1384, com a morte e o legado de John Wycliffe, passando por outras dezenas de datas que marcaram o movimento e os atores da Reforma, em especial a afixação das 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, por Lutero, em 1517, até a Confissão de Fé de Westminster, em 1647. Outros artigos ainda respondem o que é e por que é importante lembrar a Reforma, mostram a centralidade das Escrituras no movimento e até os aspectos negativos nos desdobramentos do ideal reformador.

Trata-se de uma edição especial. A revista também fala do Brasil de hoje. Com o infográfico “Brasil: um retrato em preto e branco” mostra que até a violência no país é desigual. René Padilla escreve a “Oração política” e Paul Freston fala sobre o perigo do ódio que divide os evangélicos. O pastor Ed René Kivitz afirma que “igreja evangélica brasileira” significa tanta coisa que não faz diferença o que significa. E, no “Ponto Final”, o colunista Rubem Amorese pergunta: “Sujeição às autoridades? Hoje em dia?”.

O assinante já começou a receber em casa a sua revista. Para degustação, o blog coloca à disposição o “Sumário” da edição 366.

 

Falecido em 26 de fevereiro de 2012, o bispo Robinson Cavalcanti completaria hoje 73 anos de idade. Provocativo e engajado, ele foi o mais longevo colunista da revista Ultimato (escreveu por 27 anos) e ajudou a formar a visão teológica, missionária e política de muitos cristãos evangélicos.

Além de pastor e professor, foi membro do Conselho Consultivo da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e membro-fundador da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Integrou, também, a Comissão de Lausanne pra a Evangelização Mundial e a Comissão Teológica da Aliança Evangélica Mundial. É autor de, entre outros, Cristianismo e Política e A Igreja, o País e o Mundo. Continue lendo →

Parece propaganda. E pode ser lida assim. No entanto, o lançamento Até Que Tenhamos Rostos – a releitura de um mito é, de fato, chamada a obra definitiva de C. S. Lewis por alguns dos mais respeitáveis jornais do mundo e também por leitores nada desprezíveis, como John Updike.

Até Que Tenhamos Rostos é inédito no Brasil e chega nas melhores casas do ramo na primeira semana de julho. A revista Ultimato, na sua edição de julho-agosto, traz um anúncio de página inteira sobre o livro e também a capa, uma criação do designer Rick Szuecs. Confira abaixo.

Ultimatoonline antecipa a pequena resenha de apresentação da obra, que aparece na seção “Vamos Ler” da revista Ultimato, que começa a circular na próxima semana: 

Até que Tenhamos Rostos é o reconto do mito tradicional de Cupido e Psique e o livro preferido de Lewis. Começa e termina com paralelos com o livro de Jó. Lemos sobre autoconhecimento, arrependimento e redenção, mas a palavra cristianismo nunca é mencionada. Ninguém pode compreender ou apreciar completamente o pensamento de Lewis sem conhecer este livro. A sua obra mais difícil, e também a melhor.

Leia também: C. S. Lewis: Ficção, alegorias e mitos podem fortalecer a fé cristã?

Confira outros títulos de C. S. Lewis publicadas pela Editora Ultimato: Surpreendido Pela Alegria, Lendo os Salmos, Leituras Diárias da Crônicas de Nárnia e Um Ano com C. S. Lewis.

Por Ariane Gomes

Uma regulamentação de agosto de 2016, assinada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) e implementada por meio do projeto Remissão pela leitura, prevê possibilidade de diminuição da pena e amplia o horizonte de liberdade para mais de 60 mil homens e mulheres do sistema prisional do Estado de Minas Gerais.

O projeto visa a proporcionar ao recuperando a quitação de parte de sua pena através da leitura mensal de uma obra literária, clássica, científica ou filosófica, dentre outras. Além de oferecer condição para diminuir a pena, o projeto pretende ampliar o acesso à cultura e a possibilidade de desenvolver o pensamento crítico atendendo preferencialmente presos que ainda não têm acesso a outras formas de remissão, como o estudo e o trabalho.

A participação no projeto é voluntária. Os envolvidos devem ler e escrever uma resenha das obras disponíveis no acervo das unidades prisionais. Depois de corrigido, o texto é avaliado e, se aprovado, encaminhado ao juiz responsável pela execução penal para análise sobre a concessão da remissão da pena.

Continue lendo →

Hoje, 20 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Refugiado, conforme estabelecido pela ONU no ano 2000. Segundo o relatório “Tendências Globais“, divulgado ontem, existem no mundo cerca de 22,5 milhões de refugiados.

Exposição Vidas Refugiadas, em cartaz no Museu da Imigração, em São Paulo, durante a 15ª Semana Nacional de Museus (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Confira alguns conteúdos publicados no Portal e na Revista Ultimato que tratam sobre o assunto:

Refugiados: xenofobia é a resposta? | Paulo Henrique Barbosa

Refugiados | Ronaldo Lidório

O regime dos refugiados | Lyndon De Araújo Santos

Refugiados muçulmanos e respostas cristãs | Paul e Raphael Freston

O Mineiro com Cara de Matuto com os refugiados sírios | Elben césar

Os refugiados, as migrações e o propósito do Criador | Lyndon De Araújo Santos

Voluntários brasileiros levam serviços em saúde para refugiados sírios, no Líbano | Notícia

Travessia insegura no Mar Mediterrâneo mata mais de uma criança por dia | Notícia

 

Jihadista que lutou na guerra da Síria se torna cristão | Notícia

Cristãos norte-americanos se opõem à política anti-imigratória de Trump | Notícia

25,8 mil crianças refugiadas chegaram desacompanhadas à Itália em 2016 | Notícia

Mais de 3,5 milhões de crianças refugiadas não têm acesso a escola | Notícia

[500 Anos da Reforma]
Por Martinho Lutero

Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. [João 14.1]

Todas as vezes que nos sentirmos angustiados e ansiosos, confiemos em Cristo e nos fortaleçamos com suas palavras. Nós devemos receber o conforto que Cristo oferece nessa passagem. É como se Cristo estivesse nos dizendo: “O que você está fazendo? Por que você está se encolhendo? Você está com medo da morte? Encoraje-se e anime-se. Nem tudo está perdido, mesmo se o Maligno, o mundo ou a sua consciência aborrecê-lo e apavorá-lo. Você não estará arruinado caso não sinta a minha presença. Você não se lembra de que eu lhe disse isso há muito tempo e deixei essas palavras reconfortantes para fortalecê-lo e preservá-lo?”.

A partir dessas e de outras palavras de Cristo, devemos começar a conhecê-lo da maneira correta. Devemos desenvolver uma confiança mais amorosa nele. E devemos prestar mais atenção às suas palavras do que a qualquer coisa que possa aparecer diante dos nossos olhos, ouvidos e sentidos. Pois, se somos cristãos e permanecemos próximos a ele, sabemos que ele fala conosco. Nós aprendemos nessa e em outras passagens que ele deseja nos confortar com suas palavras. Tudo o que ele diz ou faz nada mais é do que palavras e ações amistosas e reconfortantes.

Podemos estar certos de uma coisa: um coração pesaroso, tímido e temeroso não vem de Cristo. Cristo não amedronta corações nem os deprime. Ele veio a esta terra, cumpriu sua missão e ascendeu ao céu para tirar o sofrimento e o temor dos nossos corações e para substituí-los por corações, consciências e mentes alegres. Esta é a razão pela qual ele promete enviar o Espírito Santo aos seus seguidores. Por meio do Espírito, ele quer fortalecer e preservar seus seguidores depois de sua partida. Quem for capaz de confiar no que Cristo diz nessa passagem estará em boa forma espiritual e terá vencido mais da metade da batalha.

Em 2017, Ultimato vai relembrar e celebrar os 500 anos da Reforma Protestante. O Blog publica, sempre às segundas-feiras, uma devocional do reformador Martinho Lutero, retirado do seu Somente a Fé – Um Ano com Lutero.

Livro da Semana   |   A Igreja Autêntica

 

Sonho com uma igreja que seja uma igreja bíblica, adoradora, acolhedora, que sirva e que espera.

 

Por John Stott

Sonho com uma igreja que seja uma igreja bíblica – que seja leal em cada detalhe à revelação de Deus na Escritura, cujos pastores expõem a Escritura com integridade e relevância, e assim procuram apresentar cada membro maduro em Cristo, cujo povo ama a palavra de Deus, e a adornam com uma vida obediente e semelhante a Cristo, que seja preservada de todas as ênfases não bíblicas, cuja vida inteira manifeste a saúde e beleza do equilíbrio bíblico. Sonho com uma igreja bíblica.

Sonho com uma igreja que seja uma igreja adoradora – cujo povo se reúna para se encontrar com Deus e adorá-lo, que sabe que Deus sempre está no meio deles e que se curva diante dele em grande humildade, que frequente regularmente a mesa do Senhor Jesus, para celebrar seu poderoso ato de redenção na cruz, que enriqueça o culto com suas habilidades musicais, que creia na oração e se apegue a Deus em oração, cuja adoração seja expressa não só nos cultos de domingo e nas reuniões de oração, mas também em suas casas, no trabalho durante a semana e nas coisas comuns da vida. Sonho com uma igreja adoradora.

Continue lendo →