Por Carla Ribeiro | Edição: Phelipe Reis

Oficina com pastor Luiz Maia sobre a “Igreja Sofredora”

Quando pensamos em igreja sofredora, qual a primeira ideia que vem em nossa mente? Com esta questão o pastor Luiz Maia, diretor da Missão em Apoio a Igreja Sofredora (MAIS) iniciou a oficina, que aconteceu na segundo dia do Vocare 2017. Os participante responderam de formas diferentes: igreja perseguida, igrejas em contextos de pobreza e em situação de catástrofe.  

Além de contar resumidamente as frentes de trabalho com as quais a organização atua, como igrejas em situações de catástrofe, guerra e perseguição religiosa, no intuito do desenvolvimento a partir dos cristãos locais, o pastor também reforçou a necessidade de entender, conhecer e ser a resposta para esta causa. Continue lendo →

Por: Pedro Fernandes | Edição: Phelipe Reis

Quando falamos em vida de missionário, surgem muitas ideias e pensamentos na mente de quem nunca foi ao campo. O anseio por conhecer esse estilo de vida pode gerar algumas expectativas que fogem da realidade. Para evitar possíveis frustrações e erros, a missionária Antonia van der Meer, a Tonica, liderou uma oficina sobre a “Desromantização da vida missionária”, no segundo dia do Vocare 2017.

O início da vocação missionária de Tonica se deu na Aliança Bíblica Universitária (ABU), como obreira da organização.  Depois disso, foi enviada para o Moçambique e também para a Angola, onde passou dez anos, após passar por um treinamento no Centro Evangélico de Missões (CEM). Hoje, ela trabalha com o cuidado integral de missionários.

Tonica chamou a atenção para algumas dificuldades encontradas no campo e que não podem ser evitadas. Uma delas é a adaptação à cultura. Contou que o obreiro não pode chegar no local se vendo como alguém que sabe muito e vai ajudar pobres coitados que não sabem nada. “Temos de aprender com as pessoas para poder servi-las”, explicou. Continue lendo →

Por: Amanda Almeida

Não faltam livros no catálogo de Ultimato quando o assunto é missão. Evangelização ou Colonização, de Analzira Nascimento, foi um dos mais procurados na noite de esxta-feira em nosso stand no Voc Village, espaço do Vocare voltado para a conexão dos jovens participantes com conteúdos e oportunidades missionárias. Se você está pelo evento, ainda dá tempo de passar pelos stands, conhecer nossos livros, e saber mais sobre várias oportunidades missionárias.

Não deixe esse momento passar em branco! Confira aqui alguns depoimentos de participantes e do pessoal dos stands:

“Estar aqui é incrível. Eu nunca tinha participado do Vocare, e é um evento muito grande, de referência. Aqui dá para ver as muitas formas de fazer missões. Às vezes a gente conhece uma ou outra, e aqui nos stands vemos o tanto de opções que a gente tem para evangelizar e falar de Jesus, que abrangem todos os perfis. Isso é o mais legal”.
Carol Rojas, 24 anos. Participante, no stand da CLD (Curso de Liderança e Discipulado).

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Por: Phelipe Reis | Edição: Amanda Almeida

“Tive muitos momentos bons durante a minha infância. Até que um dia eu entrei no quarto do meu pai e o vi sentado na cama, chorando. Antes, ele havia dito para minha mãe que ele não tinha mais vontade de viver; estava com depressão. Naquela época, há 20 anos, a doença era um tabu. Meu pai parou de trabalhar, perdemos nossa casa e eu tive que ir morar com outras pessoas. Nesse período, um amigo da família, que sempre ia nos visitar, começou a me dar presentes – tudo o que uma criança normal de seis anos gostaria de ganhar. Mas em troca dos presentes, ele começou a abusar sexualmente de mim, durante meus seis até os sete anos de idade. Na adolescência, me revoltei, entrei para o mundo das drogas e comecei a praticar pequenos furtos. Mas um dia o sol brilhou na vida daquele jovem revoltado, que no fundo só queria um pouco de atenção. Me apaixonei por uma moça. Mas no dia em que decidi falar com ela, a encontrei aos beijos com um outro cara. Eu tinha dado um meu coração para alguém que pegou, amassou e jogou na lata de lixo. Então eu busquei refúgio nas drogas de novo e passei uma semana consumindo drogas, até ter uma overdose. Foi quando passou um filme com todas as lembranças da minha vida e recordei do que uma amiga da minha mãe me disse certa vez: ‘Roberto, Deus tem um plano para sua vida’. Então eu orei. Orei para um Deus que até então eu nem conhecia. Disse: ‘Deus, se tu existe, não deixes que eu morra sem antes te conhecer’. Naquele dia, uma mão me livrou da morte.”


Esse é começo da história de vida do Roberto Fernandes, que foi totalmente transformada a partir daquele dia, quando estava à beira da morte por causa de uma overdose. Desde então, ele começou a falar de Jesus para drogados, pessoas de rua e foi para o Rio de Janeiro pregar o evangelho para os traficantes, no meio das favelas. Após fazer um curso na Missão Antioquia, Roberto se mudou para Burquina Faso, um país no oeste da África, onde criou o Centro de Assistência e de Formação Integral (Cafi), que conta com um orfanato para 40 meninos. Na época, havia mais de 2 milhões de meninos em situação de trabalho escravo; eram os chamados “meninos Garubous”. De acordo com Roberto, Gaburous são garotos entregues pelas famílias para aprender o Alcorão e forçados a pedir esmolas nas ruas.
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A Igreja de Cristo no mundo implica em missão. Uma missão com muitas caras, cores e jeitos diferentes, mas com um único propósito: proclamar e demonstrar as boas novas do reino de Deus em todo o mundo.

Para mostrar um pouco disso, o Portal Ultimato lança o blog Caminhos da Missão, sob a responsabilidade da jornalista Jéssica Grant e da missionária Antonia Leonora van der Meer, a Tonica. Para saber melhor o que elas esperam deste novo blog, confira na entrevista: Continue lendo →

Confira a coletânea de artigos sobre casamento e família, publicados no portal Ultimato, que acompanha as sugestões de leitura da edição 365 da revista Ultimato.

 

O indivíduo, a família e o evangelho | Valdir Steuernagel

Família: diferença e complementaridade | Carlos “Catito” Grzybowski

 A missão da igreja frente à homossexualidade | Elben César

Família: tão divina, tão humana | Prateleira 5/5/2014

Mulher solteira | Antonia Leonora van der Meer

Sobre a sexualidade cristã | Wolfhart Pannenberg

A absurda decisão de não amar o cônjuge | Lissânder D. Amaral

Família e igreja: casamento indissolúvel | Luiz Fernando dos Santos

Salvação, chamado, sexualidade | Durvalina Bezerra

Espiritualidade conjugal | Luiz Fernando dos Santos

O casamento é um organismo vivo | Carlos “Catito” Grzybowski

Eu não percebia que estava perdendo você | Cesar Vasconcellos de Souza

Amigos: nossa nova família | Carlos “Catito” Grzybowski

Abraçando e reabraçando a santidade da mente e do corpo | Elben César

Quando o casamento termina: o amor não existia? E, se existia, acabou? | Rinaldo Berbert

Mulheres sobrecarregadas | Leonora Ceribelli

Casar para ser feliz ou ser feliz para casar? | Leonora Ceribelli

 

Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui. [Atos 17.6]

E esse dia é amanhã, sexta-feira, a partir das 14 horas.
Entre os dias 21 a 24 de abril, acontece em Maringá, PR, o Vocare 2017.

Terceiro congresso sobre vocação e juventude, o Vocare 2017 vai reunir mais de 1.000 jovens de todo país, para falar, ouvir, sonhar e orar sobre os desafios da vida cristã. Em pauta, juventude e a experiência espiritual do chamado de Deus, suas implicações e oportunidades.
O versículo tema do encontro parece cair como uma luva no campus da Unicesumar, centro universitário que recebe o Vocare: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui”. (Atos 17.6).

Para os que chegaram agora, “Vocare” é um verbo latino que significa chamar, nomear, convidar, intimar e, quem sabe, vocacionar.
E, é bom lembrar, o movimento nasceu dentro do Congresso Brasileiro de Missões (CBM), em 2011, como uma ideia para reunir apenas jovens. E, assim como o CBM, o Vocare acontece sob a liderança da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB) e conta com o apoio e participação de várias organizações e ministérios cristãos comprometidos com a juventude, entre elas, Ultimato.

Para o serviço completo sobre o Vocare, acesse:

> 5 coisas que você vai encontrar no Vocare

> Vocare 2017