Minha família é normal?

Influências culturais, conceitos românticos inatingíveis, idealização do casamento e da família quase sempre provocam sentimentos de fracasso quando olhamos para as nossas famílias. Na verdade, o glamour que vemos nas redes sociais, nos filmes e nas cerimônias de casamento nos impede de ver a beleza presente em famílias de carne e osso, com suas histórias de desencontros e reconciliação. As nossas imperfeições pessoais e familiares não são obstáculo para a atuação de Deus.

Como perceber a ação de Deus e reforçar a esperança de que Ele é e sempre será aquele que redime nossa história familiar?

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Família: a igreja em miniatura

A família é uma extensão da igreja, ou a igreja é uma extensão da família? Não precisamos, e nem devemos, escolher uma via única. A via é de mão dupla. A família e a igreja devem cuidar, nutrir e sustentar uma à outra. Como podemos buscar e experimentar na prática essa verdade?

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O lugar da mulher

Homem e mulher foram criados por Deus iguais e, ao mesmo tempo, diferentes. Mas a desobediência de ambos provocou uma ruptura na harmonia criada por Deus. A interdependência deu lugar à competição; o respeito mútuo sucumbiu ao autoritarismo; a relação deu lugar à exploração.

Como lidar com essas tensões em nosso contexto familiar? E na igreja? O que tem influenciado nossas abordagens e atitudes: a cultura ou o projeto de redenção em Cristo?

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Família: submissão se aprende em casa

Dizer que a família é uma ideia de Deus tornou-se um clichê, embora não diminua a força desta verdade. No entanto, os desafios cada vez mais difíceis, as crises e perdas da convivência familiar também são inegáveis.

Então, como superar “em casa” tais desafios? É possível desenvolver e mostrar sinais do projeto original de Deus para a família?

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Jesus Cristo: tropeço ou fundamento?

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 364

No conhecido “sermão da montanha” Jesus advertiu seus ouvintes sobre a importância de sermos responsáveis por aquilo que ouvimos e aprendemos. No estudo bíblico de hoje também somos desafiados a pensar acerca do fundamento sobre o qual fazemos nossas escolhas. E, o próprio Cristo é a “pedra angular”. Ou não. Pode ser também a “pedra de tropeço”. A escolha é nossa: “Não ajustamos Deus à nossa vida; é ele que nos ajusta à dele”.

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