Elias, um crente deprimido

Você já ficou desanimado? Pior ainda, você já passou por períodos de depressão? Se sim, você está em boa companhia. Elias, também teve seus momentos quando “ficou na fossa” – tão deprimido, que teve tendências de “jogar a toalha”. Como lidar com situações assim?

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O que é livre-arbítrio?

Quem nunca ouviu falar em livre-arbítrio? A palavra é conhecida, mas seu significado pode ser desconhecido pela maioria das pessoas.

A vontade do homem está condicionada e sujeita ao pecado que habita nele. Assim, sua vontade não é de maneira alguma livre. Então, ele perdeu o livre-arbítrio, isto é, ele não tem mais a capacidade de arbitrar entre o bem e o mal?

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Quem são os adoradores – uma ressonância bíblica

As Escrituras apresentam algumas características daqueles que cultuam verdadeiramente a Deus. Quem são e como são os adoradores?

E, também nas Escrituras temos uma descrição de quem somos nós ou do que devemos procurar ser em Deus. Como, então, devemos nos aproximar de Deus e qual deve ser a nossa postura?

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Deus permite?

Como combinar as ações soberanas de Deus e a responsabilidade de cada pessoa? Como você enxerga a “permissão” de Deus?

O relacionamento de Deus com o mal e com os homens é complexo. O que a Bíblia diz e, mais ainda, como explicar a presença do mal no mundo?

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Qual o meu lugar no mundo?

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Todos nós, em maior ou menor grau, queremos descobrir o nosso lugar no mundo ou o nosso “chamado”. No entanto, quase sempre é preciso fazer algum ajuste na visão que temos de nós mesmos, para que ela se aproxime mais da visão de Deus sobre nós.

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e precisamos redescobrir essa identidade. Como lidar com isso?

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O mapa da oração

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Em geral, oramos por alguns assuntos (sagrados) e não oramos por outros (seculares). Por exemplo, que lugar damos à política em nossas orações? E se esse e outros assuntos não fazem parte das nossas orações, que espécie de Deus poderia estar interessado somente em orações egoístas ou que buscam por experiências de algum tipo?

A oração do “Pai Nosso” pode se tornar um modelo para nossa prática de oração. E como fazer isso sem cairmos no erro de transformá-la numa repetição mecânica?

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