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Quem está orando por você?

No capítulo 17 do evangelho de João, naquela que ficou conhecida como a “oração sacerdotal” de Jesus, ele intercede por todos os seus discípulos, nos permitindo um vislumbre da riqueza de sua “lista de pedidos” em nosso favor. Vamos conhecer um pouco mais?

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Qual o meu lugar no mundo?

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Todos nós, em maior ou menor grau, queremos descobrir o nosso lugar no mundo ou o nosso “chamado”. No entanto, quase sempre é preciso fazer algum ajuste na visão que temos de nós mesmos, para que ela se aproxime mais da visão de Deus sobre nós.

Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e precisamos redescobrir essa identidade. Como lidar com isso?

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O mapa da oração

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Em geral, oramos por alguns assuntos (sagrados) e não oramos por outros (seculares). Por exemplo, que lugar damos à política em nossas orações? E se esse e outros assuntos não fazem parte das nossas orações, que espécie de Deus poderia estar interessado somente em orações egoístas ou que buscam por experiências de algum tipo?

A oração do “Pai Nosso” pode se tornar um modelo para nossa prática de oração. E como fazer isso sem cairmos no erro de transformá-la numa repetição mecânica?

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Para permanecer em Cristo

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

É preciso reconhecer que viver como Cristo viveu ou “permanecer em Cristo” não é resultado da aplicação de “técnicas espirituais”. Jesus fala de três tipos de ramos: os que não dão fruto, os que dão fruto e os que dão mais fruto ainda. Em qual categoria de ramo você posicionaria a si mesmo?

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Cristão autêntico: quando as atitudes não traem as palavras

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Autenticidade é uma virtude muito importante para quem quer ser e fazer discípulos de Jesus Cristo.

O testemunho do discípulo autêntico é também coerente: suas ações não traem suas palavras, não mascara a realidade difícil, mas permite uma relativização do “poder” das adversidades.

Mas, nós sabemos, falar é mais fácil do que viver.

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