Diferentes, mas tão próximas! Assim é como vejo as mulheres em minha jornada. Diferentes, obviamente, porque eu sou homem, e não mulher. Mas tão próximas, porque eu sempre as tive ao meu lado, cuidando de mim e moldando meu caráter: minha mãe “faz tudo”, minha avó “brava”, minha tia “doce”, minha irmã “compassiva”. Mulheres que me deram um tipo de senso de pertencimento, me acolheram.

Ao longo da vida, fora do convívio familiar, inúmeras outras mulheres também me ajudaram a caminhar: minhas professoras, minhas colegas de trabalho, e, especialmente, minha esposa. Todas me ensinaram a cruzar os olhares do masculino com o feminino e assim tornar minha relação com o mundo mais bela e completa.

Neste Feliz (Todo) Dia Internacional da Mulher, minha palavra é de gratidão. Eu recebi muito mais do que consegui dar às mulheres que encontrei pela vida.

Mais do que criar categorias isoladas para as mulheres, quero valorizá-las em sua inteireza, pelo todo que são. Neste sentido, são iguais a mim (ou eu sou igual a elas). Ao mesmo tempo, porém, são diferentes biologicamente e talvez em outros aspectos também. Assim Deus criou o ser humano. É mistério. Cabe a nós ter sabedoria para lidar com isso.

Que as diferenças entre homens e mulheres não sejam obstáculos, mas oportunidades para a celebração da natureza humana em seu sentido original, criada à imagem e semelhança de Deus.

 

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