Vida e morte. Ambas, de mãos dadas no cotidiano desta terça-feira, 02 de junho de 2015. Celebro o aniversário do meu irmão mais velho, mas lamento o falecimento do pai de uma colega de trabalho. Como uma pororoca da Amazônia, os sentimentos se confrontam e causam um impacto anestesiante.

Como pode ser tão frágil a vida? Como pode ser tão poderosa a morte?

Num país onde a juventude brasileira – principalmente os negros – tem sido sistematicamente assassinada, como celebrar a vida?

A Bíblia não esconde a realidade: a vida é como uma neblina, que “aparece por um tempo e logo se dissipa” (Tg 4.14). Mas, ao contrário do que meus sentimentos podem concluir, a morte não é mais poderosa do que a vida. Pode até ser no presente, mas não será no futuro, quando Cristo “destruirá o último inimigo e o sujeitará debaixo de seus pés” (1 Co 15.26-27).

Celebrar a vida não é esconder-se da morte; é anunciar que ela não tem vitória definitiva. É crer profundamente que a vida é eterna, não obstante as dores do presente.

No coração humano deve haver espaço para a morte e para vida. A morte não é nenhuma amiga, mas é fato que ela está aí. Acolhê-la não significa amá-la, mas sim enfrentá-la. Mas enfrentá-la com os olhos no futuro; um futuro que morte nenhuma poderá arrancar de nós.

  1. Amar.para nos simples mortais ainda.e o melhor jeito de encontrar nos com a riqueza da alma
    Os dias ficam mais belos a natureza nos encanta
    E junto deste sentimento encontramos a felicidade
    Essa que precisamos a cada momento pra nos fazer mais sonhadores e dispostos a caminhar com mais brilho no olhar e apaixonados pela vida
    Amar para mim e descobrir particulas dentro de mim mim

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