O que Amós diria?

 

 

Vão a Betel e ponham-se a pecar; vão a Gilgal e pequem ainda mais (Am 4.4)

Betel, a 19 quilômetros ao norte de Jerusalém, e Gilgal, nas proximidades de Jericó, eram locais importantes na história religiosa de Israel. Por algum tempo, na época dos Juízes, a arca do Senhor esteve em Betel.

Ambos os santuários, Betel e Gilgal, tornaram-se centros da adoração sincretista e paganizada, principalmente a partir da divisão do reino entre Roboão e Jeroboão (1 Rs 12.28-30).

A ordem de Amós: “Vão a Betel e ponham-se a pecar; vão a Gilgal e pequem ainda mais” é uma ironia. O caminho certo era exatamente o contrário, o que o profeta deixa muito claro logo na frente: “Busquem [o Senhor] e terão vida; não busquem Betel, não vão a Gilgal […]. Pois Gilgal certamente irá para o exílio, e Betel será reduzida a nada” (Am 5.4,5).

Em certas ocasiões, como consequência da insistente rebeldia, Deus entrega o homem ao pecado, não como licença, mas como castigo (Rm 1.24, 26, 28). Esse é o fundo mais fundo do poço.

Deus me livre de chegar a ponto de ser entregue por Ele a paixões vergonhosas!

 

A edição de julho/agosto da revista Ultimato quer abrir os próprios ouvidos e os olhos para ouvir e enxergar melhor o que Deus “requer de nós”. Quer ajudar a igreja brasileira a ouvir “todo o conselho de Deus”, a responder às muitas perguntas que nos são feitas diariamente e atuar nos diferentes campos da cultura. Espalhe essa boa notícia.

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