O que Joel diria?

 

O que o gafanhoto devastador deixou, o gafanhoto devorador comeu (Jl 1.4)

A limpeza foi total. Não houve nada para colher. Nem trigo nem cevada nem uva nem maçã nem romã nem figo nem azeitona nem milho. Não se encontrou nada nem nas árvores, nem no chão, nem no lagar nem na eira, nem nos cantos das antigas lavouras nem nos estoques de grãos. Não houve espigas cheias e boas nem espigas murchas e mirradas. Não sobrou nada. Nem o resto do resto do resto!

Foram os gafanhotos que limparam tudo. Foi pior do que a praga de gafanhotos que assolou o Egito anos antes. Na época de Joel, “o que o gafanhoto cortador deixou, o gafanhoto peregrino comeu; o que o gafanhoto peregrino deixou, o gafanhoto devastador comeu; o que o gafanhoto devastador deixou, o gafanhoto devorador comeu”.

Uma calamidade desse porte geralmente propicia reflexão que pode levar ao arrependimento e este à conversão. São essas oportunidades que o verdadeiro profeta sabe usar com sabedoria, entendendo que elas vêm de Deus.

Tentarei ouvir a voz do amor de Deus na Palavra e na bonança e não na dor!

 

A edição de julho/agosto da revista Ultimato quer abrir os próprios ouvidos e os olhos para ouvir e enxergar melhor o que Deus “requer de nós”. Quer ajudar a igreja brasileira a ouvir “todo o conselho de Deus”, a responder às muitas perguntas que nos são feitas diariamente e atuar nos diferentes campos da cultura. Espalhe essa boa notícia.

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