Em maio de 1994, o Mineiro com Cara de Matuto encontrou uma cruz diferente de todas as cruzes que ele vira até então. Ela estava fincada no gramado da Universidade Gwynedd-Mercy, católica, nos arredores de Filadélfia, Estados Unidos. O Mineiro ficou apaixonado por essa cruz.

O artista que desenhou a cruz chamava-se Jay J. Dugan e deve ter sido um cristão muito piedoso. Para ele, nestes 2 mil anos de cristianismo, a cruz tem revelado só o sofrimento e a morte de Jesus. Ela não tem simbolizado também a sua ressurreição, o que é uma lástima. Com essa preocupação, Jay Dugan projetou a cruz vazada: “Eu removi todo vestígio de seu sangue e agonia ao remover o seu débil corpo. A cruz é literal o suficiente para retratar sua crucificação. No lugar de seu corpo apliquei uma silhueta abstrata, uma declaração poderosa de que ele deixou a cruz e este mundo para preparar e aguardar o nosso reencontro com ele no céu”.

Pouco depois, a Editora Ultimato conseguiu com a direção da Universidade Gwynedd-Mercy uma cópia do desenho da cruz vazada e autorização para construir uma cruz igual a essa no gramado do Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG, a qual foi inaugurada em agosto de 1996. Em 1999 Ultimato anunciou a disponibilidade de enviar o projeto da cruz vazada a quem se interessasse.

O Mineiro convidou entusiasticamente: “Coloque uma cruz vazada em sua cidade! Ela anuncia o mais puro evangelho: o sucesso da morte vicária de Jesus, a ressurreição de Jesus, o sacerdócio de Jesus, o segundo advento de Jesus, a ressurreição dos mortos, os novos céus e a nova terra”.

Passados dezessete anos, temos notícia de inúmeras cruzes vazadas espalhadas pelo país: em praças, igrejas, paróquias, hospitais, escolas, vias públicas, jardins. Alguns adaptaram o projeto: há pingentes, broches, pins, adesivos para carros, quadros de parede, cruzes de mesa, de diversos materiais.

 

Coloque uma cruz vazada em sua cidade
Se você já fez isso, conte-nos como foi e envie-nos uma foto da cruz vazada construída. Para solicitar o projeto ou contar sobre a cruz vazada da sua cidade, escreva para ultimato@ultimato.com.br ou ligue 31 3611 8500.

 

Texto originalmente publicado na edição 363 de Ultimato.

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