Colunas — Da linha de frente
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Opinião do leitor
Eduardo
P - RNO grande inimigo do Cristianismo são os dados implacáveis: 7 bi no planeta divididos razoavelmente assim entre China e Índia com 2,4 bi com minorias inexpressivas de Cristãos; o mundo Árabe/Muçulmano com 1,4 bi e o Cristianismo com pouco mais de 1,7 bi. O restante vagueia por aí solto entre os mais diversos coloridos religiosos e compostos culturais.
Estive em Bangladesh, até para achar algum filão de Cristianismo foi complicado. Se isso representa a Ásia em algum ponto, o Verbo não se fez carne ainda por lá.
Aqui no Brasil o evangelicalismo tal qual como entendido por ritos religiosos do grande mercado religioso popular em figuras televisivas, está igual à crítica que se fazia anos atrás ao candomblé baiano: do mesmo tamanho. Isto é, animismo classe média com carro e terno 'pinstrip'. E tende a se agravar. O evangelicalismo como movimento é um tédio. Uma tristeza!
O discurso e o apelo de Bráulia, profundamente verdadeiro e desafiador é... discurso. Uma pena!

Lucas
Salvador - BASem falar que, apesar de inexpressivo, o numero de cristãos em regiões como Índia, China, Vietnã são reflexo, em boa parte, pela expansão da igreja militante nos séculos XV a XVII, que ousava invadir territórios com a espada e a cruz para enfiar guela abaixo a fé em Cristo. Os chineses chegaram a questionar : "Se esse Deus tão poderoso é nosso Senhor, porque demoramos tanto tempo pra ficar sabendo?" , via jesuitas violentos cumprindo a doce missão de pregar o evangelho a toda criatura...
Portanto é valido nos questionarmos se o plano divino funcionou: fez nascer seu filho para que tecesse uma trajetória e experimentasse uma morte sanguinária para que finamente todos nos tivessemos vida em abundância, nossos pecados fossem perdoados e fôssemos livres.
Num planeta onde apenas 33% da população mundial crê em Jesus, e as escrituras considerando que a salvação vem com a fé em Cristo, tivesse nos perdoado logo, seria mais frutífero. Se precisam de uma morte para sentirem que tem vida...

Paulo Rocha
Manaus - AMA fé em Jesus provém não de racionalidades eruditas, mas de uma revelação pessoal que acontece na vida de quem percebe que das muitas opções de explicação para o mundo e para a vida existe uma dotada de poder, tal explicação é Jesus, e o plano da salvação, enquanto não se percebe o poder supremo de Jesus sobre todas as coisas, fica-se a divagar sobre um eventual fracasso do plano divino, como se isso fosse possível, o homem é livre para afastar-se do pecado e ser feliz com Cristo, se opta por não fazê-lo é porque ama o pecado a ponto de querer uma ideologia que lhe permita pecar e ser feliz, o que é impossível, o pecado resseca a alma, a sede só aumenta, Jesus é a água viva que nos enche, quem crê entende, quem não crê acha absurdo, e ele disse que seria assim...Um abraço

Lucia Estela Peres Da Rocha E Silva Fernandes Costa
Belo Horizonte - MGDou graças ao único Deus, que se irmanou a nós em Jesus Cristo, e que nos permite resgatar a nossa humanidade em todas as instituições humanas. Agradeço também pela Bráulia e pela sua dedicação integral a este Deus. Gratíssima a Ultimato pela perseverança em nos brindar sempre com reflexões tão esclarecedoras que nos reavivam a esperança e nos põem a caminhar com firmeza até cumprirmos toda a carreira que nos propôs o Senhor. Lucia Estela BH/MG

Diogo Romero Vidal Lessa
Barreiras - BA"É preferível, então, se ter religião a ser religioso. O religioso é aquele que faz da forma o seu deus. Pergunto-me se não é isto que muitos dos que protestam contra a religião estão fazendo."
É isso mesmo, Braúlia. Não é outra coisa. Senão seria um movimento pró-ateístmo. Imagino que, apenas para exemplificar com uma das possíveis causas desse fenômeno, a institucionalização da religião, a subserviência a formas e tradições ditadas por alguns, em lugares e épocas distantes, é que tem dado esse ar tedioso, contraproducente e estéril à religião cristã.
Em muitos lugares e experiências religiosas (leia-se denominações) não há mínima liberdade para se expressar, questionar, duvidar, adorar... É exigido uma resignação divina de criaturas meramente humanas, falhas e mutáveis.

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- Gunnar Vingren e Daniel Berg: os pioneiros das Assembleias de Deus, edição 331
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