Palavra do leitor
- 24 de novembro de 2008
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Vendo a crise de um jeito diferente
"Então, as multidões o interrogavam, dizendo: Que havemos, pois, de fazer?" (Lc 3.10)
Em tempos de crise, o que não falta são profetas. Gente de todo tipo querendo adivinhar como e quando irá terminar toda essa confusão iniciada pelos engravatados de Wall Street.
O duro é que esses videntes de plantão se multiplicam por nossa própria culpa. O ser humano tem necessidade de ter certeza e segurança em tudo que realiza. Temos sérias dificuldades com a dúvida. Não sabemos lidar com aquilo que é incerto.
Por isso, quanto maior a extensão da crise, mais aumenta nossa angústia. Como estará o dólar daqui a seis meses ? Em que proporção a crise afetará o Brasil ? O que acontecerá com meu emprego no próximo ano ? São perguntas que continuarão sem respostas, só Deus sabe até quando.
Neste momento, talvez nosso maior desafio seja aprender a olhar para a crise de uma maneira completamente diferente. Chega de ficarmos procurando conhecer o que virá pela frente. A crise que aí está é um traço de nossa era marcada pela incerteza. Seguir em frente mesmo com a ausência de clareza da crise atual, quem sabe, seja o melhor que temos a fazer. E, nesse caminho, poderemos descobrir novos sinais de um viver mais solidário, socialmente justo e, acima de tudo, simples.
www.ajudadoalto.com.br
Em tempos de crise, o que não falta são profetas. Gente de todo tipo querendo adivinhar como e quando irá terminar toda essa confusão iniciada pelos engravatados de Wall Street.
O duro é que esses videntes de plantão se multiplicam por nossa própria culpa. O ser humano tem necessidade de ter certeza e segurança em tudo que realiza. Temos sérias dificuldades com a dúvida. Não sabemos lidar com aquilo que é incerto.
Por isso, quanto maior a extensão da crise, mais aumenta nossa angústia. Como estará o dólar daqui a seis meses ? Em que proporção a crise afetará o Brasil ? O que acontecerá com meu emprego no próximo ano ? São perguntas que continuarão sem respostas, só Deus sabe até quando.
Neste momento, talvez nosso maior desafio seja aprender a olhar para a crise de uma maneira completamente diferente. Chega de ficarmos procurando conhecer o que virá pela frente. A crise que aí está é um traço de nossa era marcada pela incerteza. Seguir em frente mesmo com a ausência de clareza da crise atual, quem sabe, seja o melhor que temos a fazer. E, nesse caminho, poderemos descobrir novos sinais de um viver mais solidário, socialmente justo e, acima de tudo, simples.
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