Palavra do leitor
- 05 de novembro de 2012
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A mulher, na visão de Deus (parte 1)
Por diversas vezes na Palavra do Senhor, encontramos uma clara disparidade entre como a mulher é vista diante de Deus, e como a mesma é tratada pelos homens, sem generalizar obviamente, é completamente diferente como Ele (Deus) a vê, a respeita, e a ama, e não é difícil percebermos a grande diferença de como a mesma é vista diante do mundo secular.
É lamentável notar como nossa sociedade tem usado a imagem feminina apenas como objeto de desejo e fonte de prazer momentâneo; onde suas dores e sofrimentos são tratados muitas vezes como piada.
A existência da mulher na sociedade por diversas vezes é tratada com um único o objetivo de satisfazer os desejos sexuais masculinos, de forma que, quase sempre, vemos a imagem da mulher associada ao sexo sem compromisso, bebidas alcoólicas e imoralidades em geral.
E é nesse quadro caótico que muitas mulheres se perdem, porque muitas delas se esquecem de pensar como o Senhor Deus as vê, e ficam presas a visão da sociedade, que estabelece regras absurdas, para valorizar ou desvalorizar uma mulher.
E novamente, ao seguir as regras impostas pela sociedade, muitas mulheres, tanto no mundo secular, quanto na Igreja, estão fora da Visão de Deus.
Quem é você?
A primeira coisa que toda mulher deve saber, é que a mesma é um ser criado à imagem de Deus (Genesis 1.27), e não apenas isso; a mulher é um ser necessário à humanidade (Genesis 1.18), alguém que completa a existência de outro.
Devemos glorificar ao Senhor pelo valor que ele nos dá diariamente, mais ainda quando temos consciência de nossas falhas junto a Deus.
Ao contrario de nossa sociedade, o Senhor não nos vê conforme nossa aparência, nossas posses ou nossa sabedoria, seu prazer não esta em nos usar e jogar fora, como o mundo constantemente o faz, não nos trata como inferiores, mas como amigos (João 15.15), mas nos trata como bons e verdadeiros pais fazem com seus filhos, e sempre estar disposto a nos ouvir com prazer, sempre disposto a dar, não apenas a receber, como geralmente acontece na nossa sociedade.
Deus nos mostra quem éramos: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23), afastadas e separadas de sua vontade, longe daquilo que Ele realmente deseja para nós; e quem somos e devemos permanecer sendo: “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. (I Pedro 2.9)
Somos uma nação de Sacerdotes que não ministra como convém ao chamado, temos a responsabilidade de vivermos como autênticos sacerdotes de Deus, pregando com nossa vida, as grandezas daquele que nos salvou. Não podemos perder isso de vista, não podemos e nem devemos perder o foco da nossa nova identidade “E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”. (Efésios 4:24)
:: Continua...
É lamentável notar como nossa sociedade tem usado a imagem feminina apenas como objeto de desejo e fonte de prazer momentâneo; onde suas dores e sofrimentos são tratados muitas vezes como piada.
A existência da mulher na sociedade por diversas vezes é tratada com um único o objetivo de satisfazer os desejos sexuais masculinos, de forma que, quase sempre, vemos a imagem da mulher associada ao sexo sem compromisso, bebidas alcoólicas e imoralidades em geral.
E é nesse quadro caótico que muitas mulheres se perdem, porque muitas delas se esquecem de pensar como o Senhor Deus as vê, e ficam presas a visão da sociedade, que estabelece regras absurdas, para valorizar ou desvalorizar uma mulher.
E novamente, ao seguir as regras impostas pela sociedade, muitas mulheres, tanto no mundo secular, quanto na Igreja, estão fora da Visão de Deus.
Quem é você?
A primeira coisa que toda mulher deve saber, é que a mesma é um ser criado à imagem de Deus (Genesis 1.27), e não apenas isso; a mulher é um ser necessário à humanidade (Genesis 1.18), alguém que completa a existência de outro.
Devemos glorificar ao Senhor pelo valor que ele nos dá diariamente, mais ainda quando temos consciência de nossas falhas junto a Deus.
Ao contrario de nossa sociedade, o Senhor não nos vê conforme nossa aparência, nossas posses ou nossa sabedoria, seu prazer não esta em nos usar e jogar fora, como o mundo constantemente o faz, não nos trata como inferiores, mas como amigos (João 15.15), mas nos trata como bons e verdadeiros pais fazem com seus filhos, e sempre estar disposto a nos ouvir com prazer, sempre disposto a dar, não apenas a receber, como geralmente acontece na nossa sociedade.
Deus nos mostra quem éramos: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23), afastadas e separadas de sua vontade, longe daquilo que Ele realmente deseja para nós; e quem somos e devemos permanecer sendo: “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. (I Pedro 2.9)
Somos uma nação de Sacerdotes que não ministra como convém ao chamado, temos a responsabilidade de vivermos como autênticos sacerdotes de Deus, pregando com nossa vida, as grandezas daquele que nos salvou. Não podemos perder isso de vista, não podemos e nem devemos perder o foco da nossa nova identidade “E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade”. (Efésios 4:24)
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