RENAS Jovem e a Rede FALE estão promovendo o “Orando pela Justiça”, um culto de oração temático. A intenção é que ele seja realizado em parceria com igrejas locais.
No dia 29 de outubro, aconteceu o 1° Orando pela Justiça, em São Paulo (SP), na Igreja Cristã da Família da Vila Mariana. Em Vitória (ES), a mesma ação acontecerá no dia 6 de novembro, na Escola de Missão Avalanche.

A minha boca manifestará a tua justiça e a tua salvação todo o dia, pois não conheço o número delas.
Sairei na força do Senhor DEUS, farei menção da tua justiça, e só dela.
Salmos 71:15-16

Que tal promover o mesmo na sua igreja? Ou na sua cidade? Escreva para mobilizacao@fale.org.br e peça mais informações. Aqui você pode baixar o boletim de oração do FALE, confeccionado especialmente com motivos especiais relacionados ao tema.

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Segundo o dicionário Aurélio, protestar significa: “v. tr. 1. Prometer terminantemente, publicamente. 2. Afirmar solenemente. 3. Declarar formalmente que se tem uma coisa por ilegal”.

Com convicção, esses adjetivos estavam presentes e marcaram a história do século XVI onde, culminada com a ação de Martinho Lutero, a voz de inquietação e inconformidade veio à tona e ecoou. A sociedade estava corrompida. Os valores estavam corrompidos. A Igreja estava corrompida. O grito liberado da garganta foi transformado em 95 Teses afixadas por Lutero na Abadia de Wittenberg (Alemanha) em 31 de outubro de 1517, fundamentalmente “Contra o Comércio das Indulgências”. Movido em prol do esclarecimento da verdade, essa “revolução” foi apelidado de Protestantismo, pelo seu protesto contra aquilo que julgava ser incorreto. Continue lendo →

O texto a seguir foi retirado do blog da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS). Manuela tem apenas 30 anos e é a relatora do projeto de lei que cria o Estatuto da Juventude, fato que noticiamos no dia 5 de outubro. O projeto tem causado polêmica na mídia por uma série de fatores. Nós aqui do Ultimato Jovem queremos saber: você tem acompanhado essa discussão? Qual a sua opinião a respeito do Estatuto e das críticasque têm sido feitas?

É comum  lermos formulações sobre os gargalos do desenvolvimento do Brasil. Não há estudo ou matéria jornalística que não elenque o tema da formação educacional e qualificação profissional dos jovens como problema a ser enfrentado para o Brasil crescer de maneira sustentável. É também comum vermos jovens estampados nas capas dos jornais em matérias sobre tráfico e consumo de drogas ou violência urbana. Adolescentes assassinos rendem semanas de campanha pela redução da maioridade penal. Mau desempenho brasileiro nas avaliações educacionais também. Mas, concretamente, que projeto temos para a juventude brasileira e o que a juventude quer para si? Abaixo discorro sobre polêmicas envolvendo o recém aprovado Estatuto da Juventude (veja aqui as reuniões na Câmara a esse respeito). Fiquei surpresa com o impacto de sua aprovação na mídia. Mais ainda com o ataque a essa legislação que trata de enfrentar problemas tantas vezes denunciados pela própria mídia. Vou às questões.

– de onde surgiu esse relatório?
O projeto aprovado tramita há sete anos na Câmara. Foi objeto de duas comissões especiais. Ambas foram presididas pelo deputado tucano Lobbe Neto e relatadas pelo deputado Reginaldo Lopes, e depois por mim. Esse relatório foi construído por mais de vinte deputados e contou com a maior participação popular da história (com base no portal eDemocracia). Depois disso, o plenário da Câmara o aprovou por unanimidade, ou seja, todos os deputados concordaram. Não existe o relatório da Manuela. Ele é da Câmara.

– jovem até os 29?!?
Segundo a ONU, são jovens aqueles com até 29 anos de idade. Como e por quê? Juventude é fase construída socialmente. E a principal característica é ser a etapa de preparação para a vida que levaremos por todo o período em que seremos adultos. Por isso, o recém aprovado Estatuto da Juventude trabalha com três momentos: jovens adolescentes, jovens e jovens adultos. Não são todos iguais. Continue lendo →