O que Miqueias diria?

 

 

Não preguem acerca dessas coisas; a desgraça não nos alcançará (Mq 2.6)

O compromisso do verdadeiro profeta é com Deus. Ele não está a serviço do rei, das estruturas do poder secular nem do poder religioso. O dever do profeta é pregar o que o povo precisa ouvir e não o que o povo quer ouvir.

Nada impede que a mensagem do profeta seja consoladora e encorajadora, mas a missão principal do profeta é pôr a mão na ferida, é mostrar onde está o cancro, é apontar o pecado, seja qual for e de quem for. Pode ser o pecado da nação eleita ou o pecado das nações estrangeiras. Pode ser o pecado coletivo ou o pecado individual. Pode ser o pecado do momento ou o pecado recente ou o pecado antigo que ainda sobrevive e causa estragos. Pode ser o pecado do governo ou o pecado do clero. Pode ser o pecado de outro profeta.

Os profetas da parte de Deus não recebem ordens do tipo: “Não preguem acerca dessas coisas” (Mq 2.6). Eles se obrigam a falar “de acordo com os oráculos [ordenações] de Deus” (1 Pe 4.11, ARA). É por esta razão que o livro de Miquéias começa com esta introdução: “A palavra do Senhor que veio a Miquéias (Mq 1.1).

Não vou pedir que alguém pregue a meu favor, mas que pregue contra meus pecados e minha loucura!

 

A edição de julho/agosto da revista Ultimato quer abrir os próprios ouvidos e os olhos para ouvir e enxergar melhor o que Deus “requer de nós”. Quer ajudar a igreja brasileira a ouvir “todo o conselho de Deus”, a responder às muitas perguntas que nos são feitas diariamente e atuar nos diferentes campos da cultura. Espalhe essa boa notícia.

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