Façam assim para que em tudo Deus seja louvado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o poder para todo o sempre! Amém! (1Pe 4.11b)

A tentação de esquecer Jesus Cristo é enorme. Tão enorme que um dos ministérios do Espírito Santo é mostrar a glória dele para nós (Jo 16.14). Tão enorme que o propósito da Ceia do Senhor é despertar a nossa memória para ele e seu sacrifício vicário (1Co 11.24). Tão enorme que Paulo foi obrigado a exortar o jovem Timóteo, embora ministro do Senhor, a não se esquecer de Jesus e de sua ressurreição (2Tm 2.8). Tão enorme que a carta aos irmãos de Laodiceia nos informa que Jesus estava do lado de fora da igreja e não no interior dela (Ap 3.20).

Apagar Jesus da memória é algo imperdoável! Quem é ele para ser esquecido? Que mal ele fez para que o esquecêssemos? Jesus é o primeiro. Antes da criação do mundo, ele já existia. Nada do que existe foi feito sem ele. Mas esse Jesus tão elevado, tão solene, tão sublime, desceu do céu, fez-se carne, aproximou-se de nós, tornou-se visível, audível, palpável e comunicável. Apresentou-se como Deus em forma humana, a ponto de dizer: “Quem me vê vê também o Pai” (Jo 14.9). Esse Jesus é aquele de quem o próprio Deus declarou: “Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria. Escutem o que ele diz” (Mt 17.5). Esse Jesus é aquele que passou pelo Getsêmani, que morreu na cruz, que rasgou a cortina do templo, que ressuscitou de entre os mortos, que pôs fogo no escrito de dívida que era contra nós, que está destruindo todos os poderes que investem contra a criação e a criatura. Esse Jesus é aquele que virá com poder e muita glória e diante do qual todo joelho se dobrará.

Pedro conhecia tão bem esse Jesus inesquecível a ponto de declarar que só a ele “pertencem a glória e o poder para todo o sempre!”

Todo crédito de qualquer coisa positiva pertence única e totalmente a Jesus!

Trecho retirado de Refeições Diárias com os Discípulos, Editora Ultimato.

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