Ouse ser criativo
30/03/12
Dias atrás li uma reportagem sobre jovens que, observando as oportunidades do mercado, criaram uma empresa. Com poucos investimentos, eles obtiveram grandes lucros já no primeiro ano de funcionamento. Olharam, observaram as oportunidades e os desafios, planejaram, executaram e agora estão curtindo o sucesso e investindo na expansão de sua criatividade.
Criatividade talvez seja uma boa palavra para representar a fonte do êxito desta turma e de tantas outras histórias que a cada dia se tornam mais conhecidas pelo mundo inteiro. No Evangelho de Marcos, capítulo 2, quatro amigos passaram pela mesma situação. Eles tinham um interesse, observaram os desafios para alcança-lo, as oportunidades disponíveis e não se acomodaram com a situação em que estavam, pois sabiam que poderiam atingir algo muito maior. Eram jovens, fortes e saudáveis. E também eram obstinados. Não seria pouca coisa que os impediria de chegar ao seu objetivo. Mais >
Para a nossa alegria
28/03/12
Se você esteve no Brasil na última semana provavelmente sabe o que “Para a nossa alegria” significa. A expressão tornou-se bordão popular desde que o vídeo da família Barbosa cantando no sofá de casa foi postado e começou a circular pelas mídias sociais. Mas a coisa ganhou uma proporção monstruosa. Uma das versões postadas no YouTube tem mais de DOZE MILHÕES visualizações. Os três “tenores” foram convidados para visitar os estúdios da Rede Globo e participaram dos programas de Luciano Huck e Ana Maria Braga. Versões com famosos – como o protagonizado pela família de Jair Rodrigues – e remixes com diversas canções pop também martelam “Para nossa alegria” na nossa cabeça o tempo todo. Se você esteve visitando outro planeta ou esteve em semana de provas, nós te atualizamos no quesito “bobagens da internet”:
Não fosse o talento “exótico” de Jefferson, Suellen e Marinalva (esses são os nomes das mais novas celebridades virtuais), a canção não teria a menor atenção da webesfera. Mais >
Arrebentação
24/03/12
Todo surfista sabe que para pegar boas ondas é preciso vencer a arrebentação. Em algumas circunstâncias, a arrebentação pode dificultar muito um dia de surfe. Na vida, também existem as tais “arrebentações” e todos nós precisamos enfrentá-las.
Durante a infância ouvimos tudo o que os adultos nos ensinam. Acreditamos em tudo o que nos dizem. Achamos que eles sabem tudo e que são perfeitos. Nesse período todos dizem o que podemos e não podemos fazer e como devemos nos comportar. Na adolescência é quando nos deparamos com as primeiras ondas. Mas será que elas param de “arrebentar” à medida que vamos amadurecendo? Na transição para a juventude tudo vai tomando outra forma, mas as ondas continuam batendo. Ainda não é propriamente a vida adulta, mas também já não somos mais crianças. Tudo é novo. Nesta fase podemos e escolhemos algumas coisas por conta própria e, além disso, questionamos àqueles que nos ensinam. Mais >
Sobre a incrível arte de ser fútil
21/03/12
Oi, pessoal!
Já viram o texto que a seção Altos Papos publicou na edição 334 da revista Ultimato? Bruno Tardin, estudante de Letras da Universidade Federal de Viçosa (MG), escreveu uma crítica muito legal a respeito do pecado do orgulho. Ou seria sobre a vaidade? Ou sobre o egoísmo? Mais >
40 anos, mas com corpinho de estudante secundarista!
14/03/12
Neste ano a ABS – Aliança Bíblica Secundarista – está completando 40 anos! O ministério de evangelização e formação de lideranças entre estudantes de ensino médio é um dos braços (ou seria melhor mais uma cabeça?) da ABUB e começou a ser desenvolvido no Brasil em 1972. Publicamos abaixo um apanhado histórico do movimento, que está mais vivo do que nunca! No informativo Entre Nós você pode ter contato com mais relatos a respeito da ABS. Não deixe de ler!
ABS, ontem e hoje!
A história de ontem - O ministério com estudantes de ensino médio (na história da ABUB) surgiu “naturalmente”. Não vieram ao nosso país missionários pioneiros, não houve uma estratégia “predeterminada” de evangelização destes estudantes. Foi simples assim: estudantes universitários e outros assessores começaram espontaneamente a olhar para as escolas, amá-las, identificando nelas um vasto campo missionário. Mais >




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