Por Rodrigo Almeida

Imagem: Foto Divulgação

Eu me lembro de quando dei o meu primeiro beijo. Foi uma “coisa” meio engraçada. Comédia mesmo! Falo disso com o intuito de chamar atenção para como as coisas mudaram. Hoje, meninas e meninos são pais e mães com quinze anos de idade. O que aconteceu com esta geração?

Refletindo sobre este assunto me lembrei do filme “Amizade Colorida”, uma comédia que conta a história de um jovem convencido por uma recrutadora a tentar a sorte em Nova York. Ele topa e logo os dois se tornam amigos. Um dia, assistindo filme na casa dela, começam a falar sobre a necessidade de sexo. O casal faz um acordo de ter relações sexuais simplesmente para controlar esse desejo. Não haveria namoro ou compromisso, simplesmente sexo casual.

Eu fico pensando quando foi que o sexo começou a virar algo banal. Hoje, existe uma geração de jovens que são como esses do filme, que olham o sexo como algo sem importância. Eles pensam: assim como sinto fome e como um pão na padaria, sinto sede e bebo água, estou com sono e durmo… se estou a fim de fazer sexo, escolho um aí e faço. Simplesmente para matar minha vontade.

Estão errados. Sexo é algo especial é bonito, é gostoso e é lindo quando feito com compromisso. Um presente maravilhoso de Deus para ser feito por duas pessoas que se amam e que sabem que escolheram uma a outra não só para transarem, mas para viver uma vida juntos. Precisamos nos posicionar contra esta onda de amizade colorida de sexo sem compromisso que, inclusive, tem entrado nas igrejas. Os jovens precisam saber que a vida real não é Hollywood. No filme o casal se apaixona e termina junto, mas na realidade esse tipo de “relacionamento” faz as pessoas saírem machucadas e cheias de feridas internas.

Você acha que esse estilo de relacionamento tem tentado invadir nossos templos?

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Rodrigo Almeida é de Petrópolis, Rio de Janeiro, e escreve para o blog “Sala de Cinema Gospel“.