Fé em Busca de Catolicidade

 

Trecho adaptado do capítulo: “Católica: as dimensões da missão”, que escrevi como contribuição para o livro “Harmonia”, a ser lançado pela editora Mundo Cristão em 2016 (Pedro Dulci, Ed.)

É fato que o termo “católico” se tornou um nome institucional da igreja romana, e isso quase inviabilizou o seu emprego entre os cristãos evangélicos Brasileiros; mas essa não é uma perda aceitável. O termo, uma transliteração do grego kath’holou que significa literalmente “conforme o todo, e assim “inteiro”, “completo” ou “geral” e “universal”[1], tem um inegável pedigree. Ele aparece pela primeira vez nos pais apostólicos (em Inácio de Antioquia e no “Martírio de Policarpo”) e nas versões mais recentes do Credo Apostólico, a mais antiga confissão de fé ecumênica, como adjetivo da igreja e artigo de fé. Mas seu emprego mais importante na antiguidade – e decisivo para nós – encontra-se no Credo Niceno-Constantinopolitano, produzido no Concílio de Constantinopla (381 d.C.) e aceito por todas grandes as igrejas Cristãs, para descrever as quatro marcas da verdadeira igreja: “Una, Santa, Católica e Apostólica”.[2] Este último, por si só, torna o ponto um artigo de fé e obrigatória a discussão do assunto. Mais >

Sobre as intoxicações políticas, e por que sou oposição

 

“Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério. Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” – Hebreus 13.13-14

 

Votei em Marina no primeiro turno; como os amigos Igor Miguel, Sandro Baggio e outros, penso que ela era a única com um plano de governo inovador e com capacidade política para vencer a Dilma no segundo turno. E no segundo acompanhei Marina no apoio a Aécio; fui derrotado duas vezes. Que assim seja!

Convido agora meus amigos oposicionistas a honrar a democracia orando pelos novos governantes e cooperando em tudo o que for compatível com a “Shalom” divina. E meus amigos situacionistas a não se embebedarem com a vitória; pois a vitória para nós, Cristãos, está além das forças históricas. Ainda assim, precisamos julgá-las, e precisamos julgar a nossa própria relação com elas. Mais >