III Congresso de Teologia e Igreja no Mackenzie!
25/04/12
Caros leitores de Sampa,
em Maio vou apresentar duas palestras no III Congresso de Religião, Teologia e Igreja do Mackenzie. A plenária será sobre “Teologia Natural e a Tarefa do Artista Cristão Contemporâneo”, tratando da possibilidade de uma resistência à secularização por meio da arte; e a oficina foi intitulada “Fé Cristã na Era do Narcisismo”. Segue o convite!
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Fora da Páscoa não há Esperança
08/04/12
Segundo o filósofo ateu André Comte-Sponville, a esperança é “a maior tortura que existe”, e a felicidade real deve ser “desesperada” e sem sonhos. Mas a esperança só é tortura para quem não compreende que Jesus ressuscitou, e que isso definiu o destino do mundo. Esperança é tortura para quem não tem nem quer ter esperança. Mais >
Páscoa: Porque Lembrar é Ser
06/04/12
Porque é importante celebrar a páscoa?
O ser humano é aquele que se lembra. É porque temos memória que temos identidade. O animal pode ser algo diferente a cada momento em que acorda de novo sem nem mesmo saber a razão da mudança, pois ele não carrega o seu passado consigo. Ele não pensa sobre o seu passado, sobre o que foi, e a relação disso com o que ele é, e com o que ele será amanhã. Mas o ser humano não é assim. Mais >
Pensar na morte aumenta fé de ateus, diz estudo – Ciência – Notícia – VEJA.com
04/04/12
Pensar na morte aumenta fé de ateus, diz estudo – Ciência – Notícia – VEJA.com.
Interessante exemplo de como a crença/descrença não é absoluta mas admite gradação. É claro que do ponto de vista lógico uma crença é aceita como verdadeira ou não; mas a crença é sustentada por uma pessoa, e a condição geral dessa pessoa – biopsíquica, moral, social, etc – interfere na relação que ela tem com essa crença.
Enfim, dúvidas não são privilégio de “religiosos”…
Retiro L’Abri em Maio: Esgotamento Espiritual
03/04/12
Medo de ver Deus
02/04/12
Passeando entre as interpretações do filme “A Árvore da Vida” de Malick topei com essa (no “Uol Entretenimento”):
Como assistir “A Árvore da Vida” de Terrence Malick
30/03/12
Guilherme de Carvalho – L’Abri Brasil[1]
“Árvore da Vida” (The Tree of Life, 2011) não é uma unanimidade. Em Cannes foi criticado por metade da plateia e aplaudido pela outra metade. Levou a Palme D’Or em Cannes (2011) e não levou nada no Oscar (2012), a despeito das indicações. Foi assistido quatro, cinco, seis vezes pelos fãs, e abandonado na metade ou antes por quase a metade do publico (ao menos na sala de cinema aonde eu estava). Pelo que ouvi, quase sempre no mesmo ponto (a parte do “dinossauro”).
Pessoalmente, considero este filme como uma das grandes obras-primas da história do cinema, e como uma das maiores peças de arte religiosa desde que a sétima arte foi inventada. E muita gente diria amém, seja pela sua qualidade técnica e artística, seja por sua profundidade espiritual.
Que tipo de filme poderia levar cristãos e não cristãos a “cuspir” sobre ele e ao mesmo tempo em que um ateu professo como o apresentador da Globo Zeca Camargo chega a reconhecer publicamente que seu ateísmo foi abalado pela película? (Veja o seu artigo, “O Cômico e o Cósmico”).
PORQUE MUITA GENTE NÃO ENTENDEU MALICK
Com a licença dos leitores, vou agora ferir nervos sensíveis: exceto, talvez, por uma estreita faixa da assistência que não gostou do filme por razões genuinamente técnicas ou ideológicas, suspeito que a maior parte dos cristãos e não cristãos que viram e não gostaram Mais >
Bíblia, Ciência e Contradições Aparentes (Vern Poythress)
06/03/12
Caros leitores,
segue um trecho muito claro e útil de Vern Poythress, matemático, teólogo e professor do Westminster nos EUA.
“Assim, quando encontramos discrepâncias entre a Bíblia e a ciência, precisamos descobrir aonde perdemos o fio da meada. Alguém, em algum lugar, interpretou mal as coisas – seja interpretando mal a Escritura, seja interpretando mal o mundo dos estudos científicos, seja interpretando mal os dois! A tarefa de lidar com discrepâncias pode não ser fácil, porque não sabemos antecipadamente onde os enganos entraram. Mais >
O Amante, o Amado e o Amor: Deus, segundo o Cristianismo
29/02/12
No âmago do cristianismo está o conhecimento de Deus. No âmago do cristianismo está o anúncio de que Deus veio até nós, e está conosco. É assim que a igreja primitiva compreendeu a revelação de Jesus Cristo, conforme a antiga profecia de Isaías:
Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel. (Is 7.14)
Emanuel, “Deus conosco”. O Deus Cristão é outro, ou no mínimo mais do que o deus dos filósofos, por dar a si mesmo na revelação. Pois a revelação bíblica não é a revelação de uma determinada quantidade de informações, ou mesmo de informações a respeito de Deus, mas é a revelação de Deus, dele próprio em sua concretude e factualidade, como um supremo Sujeito e um supremo Objeto (não além da relação sujeito-objeto, como o quer Tillich) que se apresenta ao homem e que é um fato final, incontornável, inabsorvível para o pensamento teórico. Inabsorvível para a ciência e a filosofia, mas nem por isso sem significado (como se fosse o fato-bruto-sem-significado dos teólogos Kantianos) mas um fato que é ao mesmo tempo cheio de significado em si mesmo, e que por isso comunica veracidade ao discurso humano; um fato que não é completamente inefável, ainda que não seja completamente dizível.
Como é esse Deus Cristão? Quem é ele? Mais >
Cristianismo & Ciência no L’Abri: neste fim de semana!
28/02/12
A relação entre fé cristã e ciência é uma das mais intrigantes e importantes na história da humanidade, tocando diretamente a vida de milhões. E mesmo que muitos sejam indiferentes a este grande diálogo, suas consequências afetam diretamente a vida social e pessoal daqueles que vivem no ocidente, desfrutando dos avanços científicos e tecnológicos e das influências religiosas judaico-cristãs na cultura.
Desde os primeiros encontros entre ciência e religião na cultura grega, com a acusação contra Sócrates de afastar os jovens da religião oficial da Polis, passando pelo conflito entre Galileu e os doutores da Igreja no século XVII, a novela da relação entre o crer e o conhecer foi envolta em capítulos de rupturas, tensões e estranhamento, além de frutífero diálogo e integração.
Porém, os vários contornos desta relação continuam vivos e presentes hoje em dia. Mais >



