Darei conta a Deus de todos os meus atos e na presença dele ficarei de cabeça erguida. (NTLH)

Reflexão

No sábado passado enterrei uma criança de um ano e oito meses, morta subitamente por uma infeção hospitalar. Dor irracional para os pais e parentes. E eu não tinha palavras. Ninguém tinha.

Logo em seguida, um casamento na igreja duma filha duma amiga muito querida nossa. Festa e bolo para todos!

Domingo no culto encontramos com duas ex-alunas de 8 anos atrás. Muita risada e boas lembranças. Mas tristes notícias de outros alunos que não permaneceram na fé ou passaram por dificuldades ruins.

Na segunda-feira, na minha caminhada na praia, avistei uma baleia durante mais que uma hora brincando e levantado a calda dentro de 100 metros de distância. Fiquei extático!

Como a vida é estranha. Mistura sem sentido de sentidos incompreensíveis, inesperados e inexplicáveis. Bons e ruins. Dádiva e dor de Deus. Tudo embrulhado no mesmo pacote.

Que tem o versículo acima a ver com isso? Faz parte da longa defesa de Jó em relação a sua retidão. É o seu resumo da defesa. Assim, Jó está afirmando que, independentemente das circunstâncias e mesmo às vezes querendo, Jó não iria chutar o balde. Continuaria a viver uma vida reta e justa sabendo que um dia ele, como nós, teria que dar conta a Deus.

A vida traz sensações estranhas e extremamente antagônicas, desde o mais horrível dor irracional até a exultação do coração. E a nossa fé? Vacilará de acordo com estas sensações. Ou podemos dizer junto com Jó e diante de Deus: “ficarei com a cabeça erguida”.

Oração

Somos gratos a Ti, SENHOR, pelo bem e pelo mal permites participar das nossas vidas. Nossa oração continua a ser: ‘livra-nos de todo mal’, mas quando vem apesar do nosso pedido continuaremos confiantes nos Teus bons designos. Em nome de Jesus Cristo. Amém

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