A abordagem que C.S. Lewis faz do amor romântico ou “eros”, como ele prefere chamar, é muito profunda, talvez a parte mais produnda do seu livro, e ainda assim divertida em certas partes.

Ele faz alusão a Francisco de Assis, que chamava seu próprio corpo de “Irmão Jumento”.

“O termo Jumento está muito bem empregado porque ninguem em sã consciência pode venerar ou odiar um jumento. Ele é um animal útil, resistente, malandro, obstinado, paciente, adorável e irritante; às vezes merecendo chicote, às vezes cenoura; ridículo e absurdamente belo. Assim é o nosso corpo” (C.S. Lewis The Four Loves, p. 101).

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