A igreja não pode se ver abatida com as diversas e constantes crises que lhe chegam, nem pode se considerar “suprema” pelos sucessos e vitórias alcançados. É preciso crescer na compreensão da vocação da igreja e das nossas próprias vocações pessoais. Afinal, as crises são sinais de fraqueza espiritual, estratégias equivocadas, ou falta de fé e desobediência a Deus?
O “secular” como campo missionário
É importante que a igreja comece a olhar para fora da dimensão religiosa e busque encontrar em diversas outras dimensões da sociedade e da vida humana, consideradas meramente seculares, novas e concretas perspectivas de campo missionário. Como ocupar os espaços seculares e usá-los como espaços de missão? Como adequar o espaço secular como campo missionário com a espiritualidade cristã e vice-versa?
Igreja: uma comunidade que sofre e reage à oposição
Muitos crentes que não sentem mais a oposição contra a verdade. Eles estão tão distantes da igreja e tomados pelo individualismo de nosso tempo, que sofrem com as oposições no trabalho, na escola, contudo, não se sentem perseguidos quando a igreja de Cristo é perseguida. Você está entre esses?
Perdoar, esquecer ou entregar?
Deixar para lá ou reagir quando nos sentimos ofendidos ou feridos? Há vantagens e desvantagens em ambos os casos, e temos que admitir que a linha é tênue. Paulo enxergava, com honestidade, os ranços graves entre os irmãos de Corinto (1 Co 6.1-11), mas os exortava para que tentassem resolver seus conflitos sem injustiças e escândalos. Ele confiava na justiça de Deus.
Deus cuida de você
Com o que seu coração se preocupa? Se você puser qualquer outra coisa na frente de Deus, de seu reino e de sua justiça, mesmo que seu desejo seja somente se afastar de um medo terrível, vai descobrir que terá falhado em alcançar esse objetivo. Os inimigos de nossa alma são insistentes, mas Deus não ficará em segundo lugar, mesmo diante de uma preocupação legítima.







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