Dietrich Bonhoeffer dizia que “o cristianismo não deprecia o casamento, santifica-o”. E uma das formas de santificar o casamento é por meio da fidelidade. Todos os cristãos: homens, mulheres, solteiros, casados, divorciados, viúvos, casados de novo, são chamados à fidelidade. Como obedecer, na prática, esse chamado?
A raiz de todos os males
Entre a carteira recheada e o bolso vazio, a segunda opção é muito melhor que a primeira. O pão-durismo e o consumismo têm muito a ver com a carteira recheada. A viúva de bolso vazio depositou no gazofilácio “duas pequenas moedas de cobre, de muito pouco valor”. Ela deu tudo o que possuía para viver. Mas os de carteira recheada lançaram no mesmo gazofilácio o que lhes sobrava
Um chamado à Reforma
O processo de reforma apresenta certos estágios históricos e marcos relevantes do progresso alcançado. Um exemplo disso são os credos históricos da igreja e os símbolos de fé, como a Confissão de Fé de Westminster, que marcam um progresso verdadeiro na reforma eclesiástica. A autocrítica da igreja não é um exercício simples. Exige esforço, inteligência, aprendizado, sacrifício e grande humildade.
A Reforma, a vida e a arte
A Bíblia adverte contra confundir as “coisas celestes” com as “coisas terrestres”, mas não adverte contra as “coisas terrestres” em geral.
Alguns, em razão da Queda, acham que não existe nada (ou quase nada) verdadeiro, bom ou belo no mundo que não seja especificamente cristão. É por isso que temos a subcultura de música cristã, arte cristã e penduricalhos cristãos. Temos até mesmo “divertimentos cristãos”, políticos cristãos, turismo cristão em navios cristãos, e assim por diante.
Existe arte cristã? Como servir a Deus nos diferentes campos da cultura?
A Reforma e a educação: Calvino, Knox e Comênio
Uma das grandes ênfases das Escrituras diz respeito à educação do povo de Deus. Por isso, nada mais natural que um movimento de reforma da igreja, um retorno à Escritura, tenha sido tão enfático na valorização da educação. Nenhuma surpresa será constatar-se que os países que abraçaram a Reforma do século 16 se destacaram pelo ensino e pelo conseqüente desenvolvimento, enquanto os outros perpetuavam as trevas da ignorância medieval.




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