Jesus: Deus é assim. Assim devemos ser

SÉRIE REVISTA ULTIMATO
Artigo: “Cristo é singular, é superior, é suficiente“, de William Lane, Ultimato 393

Texto básico 
Colossenses 1. 15-23

Textos de apoio
– Gênesis 1. 27; 2. 4b-8; 3. 8-15, 22-24 
– Deuteronômio 4. 32-40  
– Isaías 45. 6b-8, 18, 21b-25
– Lucas 1. 26-33
– Efésios 1. 18-23
– Apocalipse 21. 1-6, 9-11; 22. 1-5

 

Introdução

Há muitos anos, desde o período de maior engajamento na missão da Aliança Biblica Universitária (ABU), guardo com muito carinho um adesivo, possivelmente da década de 1970, contendo o versículo de João 8.32 e a frase: “Em Jesus Cristo conhecemos a Deus como é, e ao homem como deve ser”. É uma síntese muito apropriada, especialmente para o contexto de um movimento onde pulsam a evangelização e o discipulado de estudantes.

Mas a frase também é interessante do ponto de vista teológico, pois aponta para a importância de cultivarmos uma “cosmovisão” (concepção ou visão de mundo) cristocêntrica. Não conseguimos, por nós mesmos, discernir a presença e a ação de Deus em nossa vida, e nem compreender os Seus  propósitos e desígnios para a humanidade e a criação. É preciso que isso nos seja revelado! E aí entra a centralidade de Jesus Cristo, pois é somente por meio de sua vida – encarnação, morte, ressurreição, ascensão (e envio do Espírito Santo) – e ensino que conhecemos a Pessoa e a vontade de Deus.

E por ter obedecido fielmente a Deus até o fim, como nos ensina o apóstolo Paulo, “Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome” (Filipenses 2. 5-11). Jesus Cristo é o Senhor do universo, nada menos do que isso! Segundo René Padilla, ao estudarmos o Novo Testamento descobrimos que “todo o mundo foi colocado sob o senhorio de Jesus Cristo. A esperança cristã se relaciona com a consumação do propósito de Deus de unir todas as coisas no céu e na terra sob o mando de Cristo como Senhor, e de libertar a humanidade do pecado e da morte em seu reino” (Missão Integral: o reino de Deus e a igreja, Ultimato, p. 218).

Qual tem sido a nossa percepção sobre quem é Jesus? Será que ela tem sido um pouco limitada ou pequena demais?

 

Para ler o estudo bíblico na íntegra, acesse a edição 393 da revista Ultimato.

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