Especial Lausanne III – Foi um privilégio participar de Lausanne por várias razões: pela sua dimensão, foram 4.200 delegados oriundos de 198 países. Pela sua organização e uso da tecnologia avançada. Um congresso participativo – todos juntos e ao mesmo tempo em grupos de 5 ou 6 ao redor de uma mesa. Todos ouvindo grandes preletores, mas todos falando e sendo ouvidos. A cada dia tendo em mãos as informações impressas e no final do último dia, foi doado um DVD para cada participante em sua própria língua – oito idiomas tiveram tradução simultânea. Além do material as fotos para recordação.

Um marco em Lausanne foi o compromisso com a evangelização mundial. O legado de Billy Graham e John Stott permaneceu firme. Todos os dias ouvimos e presenciamos através de testemunhos que, Deus está se movendo no mundo! Países fechados e países abertos, em todos os continentes foram sinalizados o agir da poderosa mão de Deus.

Entendi que a Missão Integral tem uma ênfase maior na América Latina devido a nossa realidade social e a influência do René Padilha e Samuel Escobar. Mas, não foi omitida a expressão prática do cristianismo.

Quero pontuar o nível de espiritualidade no programa. A oração – Houve uma mobilização de oração ao redor do mundo, anos antes do Congresso. Fomos colocados de joelhos e tínhamos vários momentos de oração. A Palavra sempre ocupava o lugar central nas mensagens, a leitura e a reflexão individual nos traziam de volta às Escrituras. A comunhão com irmãos de várias partes do mundo e poder presenciar nas diversidades culturais a beleza e a versatilidade das obras do Criador. O louvor, vibrante no ritmo africano, com diversidades de instrumentos e um magnífico coral e orquestra proporcionava um ambiente de adoração. Com muita arte em todo programa, a força jovem expressou desafios missionários e realidades da Igreja global.

As atividades vespertinas davam oportunidades para reflexão e diálogos em grupos pequenos com diversos temas a serem abordados. Fui convidada para refletir o tema: Integridade e autenticidade na liderança. Diante de líderes de várias partes do mundo o Senhor me deu sabedoria e graça para comunicar meu texto e depois interagir com o grupo.

Este foi um congresso participativo, muito antes de chegarmos em Cape Town podíamos ler os textos e interagir com os preletores. Milhares de pessoas ao redor do mundo poderam acompanhar pela internet e celebrar o que Deus fez, com a esperança certa do que ainda fará, até que Ele venha!

Para continuarmos refletindo o conteúdo de Lausanne estamos abrindo um grupo de estudo no Betel Brasileiro a partir de fevereiro. O nosso professor, Dr. Jarbas Ferreira está responsável por esse grupo. A (APMB) Associação de Professores de Missões do Brasil está apoiando essa iniciativa. Se você deseja participar entre em nosso site, disponibilizaremos maiores detalhes.

Durvalina B. Bezerra, diretora do Seminário do Betel Brasileiro – São Paulo, SP.

Crédito foto: Movimento Lausanne.

Leia também: O discípulo radical

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