Com a edição de janeiro/fevereiro, Ultimato completa 43 anos. Não é pouca coisa não! Eu tinha menos de sete anos nessa época e morávamos em Barbacena. Minhas irmãs e eu dobrávamos os jornais. Minha mãe datilografava os endereços com papel carbono, cortava os papeizinhos e os colávamos com goma arábica no espaço destinado ao endereçamento. O pai fazia os pacotes e levava para os correios. Em 1968, repetimos isso nas dez edições de Ultimato.

Agora, 43 anos depois, estamos às voltas com um programa de fortalecimento organizacional que visa garantir a continuidade do ministério de Ultimato. A identidade visual também mudou. Veja aqui, com exclusividade, a apresentação da nova marca da revista e do novo logo. Os tempos mudaram, os desafios são outros e há oportunidades à porta.

Atualmente o pai dedica-se pouco a administração e mais à redação e direção da revista e à redação de livros. Todos os dias, apesar de não usar o computador, com a ajuda da secretária, corresponde-se com dezenas de pessoas (leitores, amigos da revista, líderes evangélicos, padres etc.). Diariamente lê os jornais e revistas semanais, além de continuar viajando e pregando em Viçosa e arredores. Nós, Marcos Bontempo (diretor editorial), Emanuel Bastos (diretor financeiro e de logística) e eu (diretora geral), estamos à frente da Editora contando com uma equipe animada e comprometida. Além da revista (que em 1976 substituiu o Jornal Ultimato), produzimos livros e contamos com um portal que tem recebido mensalmente mais de 60 mil visitantes únicos.

Isso é o que está mais visível ao público. As parcerias que temos na área de missão integral (Mãos dadas, Renas, Paralelo 10, A Rocha), a remessa bimestral de revistas a missionários brasileiros em campo, a remessa regular de revistas e livros a endereços católicos e a presidiários são ações pouco conhecidas da maioria.

É preciso seguir em frente! Muito bom é saber que contamos com a companhia, o apoio e a aprovação de nossos assinantes. Queremos contar também com a sua intercessão.

Klênia Fassoni, diretora geral

  1. Ultimato dá certo, porque não é apenas uma empresa jornalística ou editora capitalista. Pelo contrário, é uma missão, um ministério. Algo feito com amor e dedicação. Louvado seja Deus pela vida de seu pai e por você que continua nesta vocação.

    Parabéns a revista por seus 43 anos !! Vida longa ao periódico !

  2. Me sinto muito alegre de ter nascido depois do Ultimato e ter este jornal/revista sempre presente em minha vida, desde que me entendo por gente! Certamente este foi uma das varias bençãos de Deus em minha vida para me direcionar cada vez mais para perto dele dando-me clareza do signifcado de ser cristã. Que Deus continue abençoando este “ministerio” que ta cada dia mais abençoador!

  3. Gosto muito da revista Ultimato. Quando eu me converti fui atrás saber se havia alguma revista cristã que tinha uma abordagem mais abrangente. E claro que encontrei algumas, entre elas a que mais se destacou foi a Ultimato. Sou jornalista também, por isso essa sede.

  4. ULTIMATO é uma empresa com características jornalísticas (caso contrário seria L’OSSERVATORE ROMANO ou o GRANMA de cuba), tem um aspecto capitalista (se não quebrava feio) e fundamentalmente uma missão (aí o restante eu concordo com o Alex).

  5. dou meu testemunho ao trabalho e o comprometimento das pessoas envolvidas nesse ministério.
    em 1986 fui à viçosa conhecer a cidade e à revista ultimato. cheguei e de imediato me dirigi à redação da revista . fui bem recebido, convidado para ir jantar na casa do reverendo ében césar.depois me levaram para a rodoviária onde segui meu destino( isto sem me conhecerem!!!!).a todos do últimato que deus os abençoe. continuem nesta caminhada.
    marcos andré.

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