DIA 3

 

— Israelitas, escutem o que vou dizer: Jesus, o Nazareno, homem aprovado por Deus diante de vocês com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou entre vocês por meio dele, como vocês mesmos sabem, a este, conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram, crucificando-o por meio de homens maus. Porém Deus o ressuscitou, livrando-o da agonia da morte, porque não era possível que fosse retido por ela. (Atos 2.22-24 NAA)

O momento perfeito para revelar os planos de Deus foi o Pentecostes. Jesus tinha preparado os discípulos para a revelação a uma grande audiência os espantosos acontecimentos da Páscoa. Pentecostes era a data perfeita. A morte de Jesus, há cinquenta dias, não queria dizer que o plano de Deus tinha falhado ou que Jesus não era o Messias. Pelo contrário, a crucificação era uma demonstração do custo que Deus estava disposto a pagar para nos salvar. Um custo enorme que revelou um amor insondável. 

A necessidade da morte do Messias pegou de surpresa a todos, porque estava escondida nas Escrituras. A sua morte, longe de ser sem sentido, foi o clímax do plano de Deus. A ressurreição de Jesus derrotou a morte! 

Pedro afirma um fato público, não para agredir seus ouvintes, ou para se engrandecer: vocês o crucificaram, mas não era possível que fosse retido pela morte. Se a atitude de Pedro tivesse sido uma de julgamento ou arrogância, certamente …

Convidamos você para continuar percorrendo essa trilha de oração.

Dedique 20 minutos a cada dia para orar especificamente por uma criança ou adolescente que lhe causa algum pesar!

 

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