Estou aproveitando as férias para reler as aventuras de Nárnia (C.S. Lewis). Delicio-me com a profundidade do autor escondida por trás das afirmações aparentemente simples. No livro O Navio da Alvorada, há uma cena em que Lucy conversa com Aslan sobre a percepção do tempo. Aslan havia dito:

— Breve nos encontraremos novamente.

— Aslan, que chama de breve?

— Para mim, todo o tempo é breve — respondeu Aslan, desparecendo de repente e deixando Lúcia sozinha com o mágico. (C.S. Lewis, O Navio da Alvorada, p. 119)

  1. Mestre, poeta, músico e sábio Gladir Cabral. Fiquei extremamente honrado com sua visita em meu blog. Gostei também da lembrança do Peregrino da Alvorada (O meu preferido entre os sete das Crônicas) Que possamos viver de forma sábia e intensa o breve tempo….

  2. Olá,professor!
    Acabei de descobrir seu blog e estou encantada.
    Admiro suas aulas desde a graduação por causa da forma apaixonada com que você fala (especialmente sobre literatura). Imossível não adorar literatura inglesa/norte-americana após ouvi-lo falar sobre Emily Dickinson ou cantar Amazing Grace (isso foi lá em 2008 mas lembro até hoje). Ler seu blog é lembrar um pouquinho as aulas de literatura.
    Ler você falar sobre As Crônicas, então, é incrível. O meu favorito continua sendo A Cadeira de Prata, mas O Peregrino também ganhou lugar especial no meu coração quando o reli.
    Parabéns pelo blog!
    Um abraço!

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