A inveja não é passiva; não cruza os braços; não fica parada em momento algum. Ela é ativa, dinâmica e incontrolável. Existe inveja religiosa?
O pecado é uma possibilidade ou uma fatalidade?
Não se pode falar só sobre perdão. O perdão torna-se necessário por causa do pecado. Há pessoas que precisam muito de perdão e não o sabem. Porque perderam a noção de pecado e não têm convicção de pecado. O crente cai ou peca por força de uma sorte inevitável (destino, fatalidade) ou porque é livre para escolher entre o bem e o mal?
Tratamento radical contra o pecado
Não é incomum ouvir alguém se lamentando do padrão de exigência cobrado do crente. Parece que “todo mundo faz isso, e ninguém diz nada, mas basta o crente fazer qualquer coisa errada, e todo mundo começa a comentar e cobrar”. Como tratar a questão?
A influência do cristão
Jesus enfatiza a necessidade do cristão exercer influência para o bem no mundo ao seu redor. Que influência devemos exercer num mundo tão cheio de mal, corrupção e violência? John Stott resume a função do crente da seguinte maneira: “Jesus chama os Seus discípulos para exercerem uma influência dupla na comunidade secular: uma influência negativa, de impedir a sua deterioração, e uma influência positiva, de produzir a luz nas trevas. Pois impedir a propagação do mal, é uma coisa; e promover a propagação da verdade, da beleza e da bondade é outra”.
O ato de reconciliação do cristão
A lei de Moisés proibia matar, isto é, cometer homicídio (Êx 20.13, Dt 5.17). Os escribas e fariseus achavam que não cometendo homicídio estavam cumprindo todo o sexto mandamento. Jesus discordou, pois para Ele a proibição incluía pensamentos e palavras, a cólera, os insultos, além, é claro, do próprio homicídio. Que implicações práticas tem o sexto mandamento para o cristão?






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