O processo de reforma apresenta certos estágios históricos e marcos relevantes do progresso alcançado. Um exemplo disso são os credos históricos da igreja e os símbolos de fé, como a Confissão de Fé de Westminster, que marcam um progresso verdadeiro na reforma eclesiástica. A autocrítica da igreja não é um exercício simples. Exige esforço, inteligência, aprendizado, sacrifício e grande humildade.
A Reforma, a vida e a arte
A Bíblia adverte contra confundir as “coisas celestes” com as “coisas terrestres”, mas não adverte contra as “coisas terrestres” em geral.
Alguns, em razão da Queda, acham que não existe nada (ou quase nada) verdadeiro, bom ou belo no mundo que não seja especificamente cristão. É por isso que temos a subcultura de música cristã, arte cristã e penduricalhos cristãos. Temos até mesmo “divertimentos cristãos”, políticos cristãos, turismo cristão em navios cristãos, e assim por diante.
Existe arte cristã? Como servir a Deus nos diferentes campos da cultura?
WYCLIF E HUS: A Reforma pela Palavra
Quando se pensa na Reforma Protestante, dois nomes logo vêm a mente: Lutero e Calvino. Em geral, as pessoas acham que somente esses dois homens foram responsáveis por todo o movimento que deu origem à Reforma. Mas, há dois homens, em especial, que podem ser considerados precursores da Reforma Protestante. São eles John Wyclif (1330-1384) e Jan Hus (1374-1415). E, toda Reforma verdadeira começa com a descoberta da Palavra de Deus e prossegue de acordo com a fidelidade a essa Palavra.
A Reforma e a educação: Calvino, Knox e Comênio
Uma das grandes ênfases das Escrituras diz respeito à educação do povo de Deus. Por isso, nada mais natural que um movimento de reforma da igreja, um retorno à Escritura, tenha sido tão enfático na valorização da educação. Nenhuma surpresa será constatar-se que os países que abraçaram a Reforma do século 16 se destacaram pelo ensino e pelo conseqüente desenvolvimento, enquanto os outros perpetuavam as trevas da ignorância medieval.
JUSTIFICAÇÃO — o ponto de partida da Reforma
Dia 31 de outubro comemoramos o Dia da Reforma. A importância da Reforma Protestante não está exatamente na criação de novas denominações cristãs, mas no resgate da doutrina bíblica, da justificação pela fé. Quais aplicações práticas você consegue enxergar para o fato de a justificação ser pela fé e não pelas obras? Isso significa que não há lugar para as boas obras na vida cristã? Se houver, que lugar é esse?






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