As descrições e exigências de santidade das Escrituras, podem nos levar a pensar que o padrão de Deus é alto demais para nós. Ao mesmo tempo, a vida cristã é uma obra da graça. Mas de modo algum permite uma vida de licenciosidade, pois isso seria negar o próprio fundamento da vida cristã. É possível abusar da graça e conviver com o pecado como coisa natural?
A paz do Senhor
Dentre os maiores anseios humanos em todas as épocas está a paz – ela sempre figura nos desejos para o ano novo. A “paz de espírito”, especialmente, tem sido buscada pelos mais diferentes métodos, nas mais diversas religiões. As religiões orientais, por exemplo, procuram encontrá-la no desligamento mental do mundo exterior, no esvaziamento da personalidade.
Religiosos, mas indesculpáveis
A Páscoa é, juntamente com o Natal, uma das festas religiosas mais celebradas no Brasil. Mas, todos sabem que há muito tempo ela se tornou para a maioria apenas um evento comercial ou uma ocasião para ir à igreja e cumprir algumas obrigações religiosas. Nossas festas nada serão se não forem acompanhadas por um conhecimento verdadeiro e uma fé genuína, demonstrada em obediência aos mandamentos bíblicos.
A fé: sua natureza e seus heróis
Sobre os heróis da fé, Hebreus 11.38 conclui: “Homens dos quais o mundo não era digno”. Ele quer nos dizer que o mundo não era um lugar bom para esses homens de fé. A ideia é também que o mundo não oferecia hospitalidade compatível com o exemplo de fé dessas pessoas formidáveis.
Chamado à Santificação
Faz parte dos planos eternos de Deus que cada filho Seu alcance a santificação e, para isso, o próprio Deus dedica-Se à educação deles: “É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?” (Hb 12.7). Santificação é o processo de modelagem pelo qual a essência da imagem e semelhança de Deus, desonrada pelo pecado, vai sendo regravada no coração do homem.





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