Não existe conversão genuína em que não haja mudanças de comportamento e de relacionamento para com Deus, com a igreja e com o mundo. O que podemos aprender com a conversão do apóstolo Paulo e como a igreja pode receber os que estão chegando?
O desafio da vida urbana
É preciso coragem para se analisar objetiva e criticamente a atuação eclesiástica, especialmente nos centros urbanos. Como desenvolver um ministério de missões urbanas efetivo e fiel a Deus neste mundo tão complexo, em constante mudança e em crescente apostasia religiosa? Qual tem sido a atuação da sua igreja frente aos desafios e as oportunidades que a vida na cidade nos apresenta?
A fé e o bem-estar das crianças – uma relação de causa e efeito
No meio da multidão Jesus enxerga uma criança oprimida, queimada, atormentada. Os olhos de Jesus não priorizam as massas e sim o pequenino, subjugado pelo mal. E ao invés de ver a multidão como benção, ele a denuncia como incrédula e corrupta. Será que Jesus se identifica com o menino que como criança carrega as marcas e o sofrimento decorrentes de uma sociedade corrupta? A mesma sociedade que logo mais crucificará um homem inocente ao mesmo tempo em que libertará um criminoso?
Um reino sem muros
Ao ser interrogado pelos fariseus, Jesus disse que a vinda do Reino de Deus não seria “observável”, mas que ele era uma realidade já atuante entre os homens (Lc 17. 20-21). Por causa da nossa dificuldade de compreensão acerca desta “realidade não observável”, Jesus normalmente tentava explicá-la por meio de parábolas e comparações com realidades conhecidas do dia a dia dos seus ouvintes. Será que às vezes confundimos o Reino de Deus com o “reino nosso”?
O poder da fraqueza
O apóstolo Paulo descreve a essência de seu ministério lembrando que ele não foi enviado por Cristo para ser um “guru”, mas para anunciar o Evangelho, sem recorrer à “sabedoria humana”. Por que Paulo faz esta ressalva? Que tipo de “sabedoria” os coríntios, inclusive os cristãos, costumavam valorizar? Hoje, a mensagem da cruz continua sendo um “escândalo” e uma “loucura” para muitas pessoas em nossa sociedade pluralista, individualista e meritocrata. Como enfrentar a tensão entre fidelidade e popularidade?







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