O crescimento teológico e a prática da igreja

Ao longo do capítulo 10 de Atos vemos, por meio da experiência de Pedro e a conversão dos gentios, como a missão deve renovar-se pelo árduo trabalho de interpretação da Palavra de Deus.

Deve haver uma profunda integração entre o trabalho teológico e o missiológico na vida da igreja. Como podemos, no dia a dia da igreja, integrar essas duas dimensões?

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Jesus e o nosso sofrimento

O Credo Apostólico declara que Jesus “Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado…”. Essa confissão, feita pela Igreja até os nossos dias, é ampla e fortemente embasada nas Escrituras. Estudemos agora o que a Bíblia nos ensina a respeito dos sofrimentos de Cristo e como esse aspecto tão visível em seu ministério terreno tem relação direta conosco.

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Crescimento integral da igreja

Possivelmente uma das principais marcas do ministério cristão nos nossos dias seja a ansiosa busca pelo crescimento numérico da igreja local. É comum que pastores e missionários se dediquem a buscar, fora da própria vida da igreja, elementos que promovam esse crescimento.

Diante de nós, então, permanentemente, prevalece o seguinte dilema: o crescimento legítimo da igreja é fruto de estratégias bem elaboradas e planejadas ou é o reflexo de uma vivência cristã sadia e crescente?

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A revelação pessoal de Deus

A Bíblia fala de um Deus que se revela. O conteúdo do Cristianismo é revelacional, advém do conhecimento e estudo que o homem faz da revelação de Deus.

O objetivo deste estudo é mostrar a importância do Filho na transmissão pessoal da revelação especial de Deus e como essa revelação nos conduz a um relacionamento pessoal com Pai, diferentemente de uma religião esotérica, em que seus ensinamentos sempre são adquiridos por meio de experiências místicas.

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Jesus e a nossa esperança

Uma forte tempestade agitava o barco dos discípulos, causando medo e pavor. Jesus atende ao pedido de socorro deles e profere as mencionadas palavras “acalma-te, emudece”. Diante dessa atitude de Cristo, fica até hoje a pergunta no ar: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?”

Mesmo após a sua ressurreição e ascensão, as pessoas continuam a se perguntar “quem é este”. O evangelho de João apresenta Jesus como o motivo para a esperança. O que faz de Cristo alguém credenciado para dar esperança àqueles que o procuram?

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