Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo” (Jo 18.36).
Não podemos ser seguidores fiéis de Cristo, o Rei, sem sermos cidadãos fiéis de seu reino.
De que forma devemos exercer essa cidadania?
Jesus disse: “O meu reino não é deste mundo” (Jo 18.36).
Não podemos ser seguidores fiéis de Cristo, o Rei, sem sermos cidadãos fiéis de seu reino.
De que forma devemos exercer essa cidadania?
O homem nasceu para render glórias a Deus. Se seu coração não estiver biblicamente orientado, cairá novamente no antigo erro de buscar glória para si (Gn 3). Você já percebeu essa tendência antropocêntrica no cenário musical, mesmo nas músicas ditas evangélicas?
Será que suas postagens em redes sociais ou suas mensagens pelo celular demonstram que você é uma pessoa ligada a Cristo?
As crises trazem, sempre, instabilidade e incerteza. Diante delas, os homens são induzidos a certas decisões que nem sempre são acertadas.
Em quem você tem colocado sua esperança no momento de crise? Quem você tem buscado para solucionar os seus problemas?
Este é um dos assuntos que mais gera dúvidas e compreensões erradas.
Afinal, qual deve ser a postura da Igreja em relação à cultura?
Somos cidadãos dos céus, mas com a responsabilidade de estabelecer relacionamentos e trazer luz a este mundo.
Como evitar, porém, que nossa vida se torne mundana, secularizada?
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