Com a queda, os seres humanos se tornaram a principal causa dos problemas ambientais: desperdício, super-exploração dos recursos naturais, não buscar soluções já existentes etc. Por outro lado, a raça humana ainda tem o papel de mordomo cuidadoso da criação. E a igreja – os “filhos de Deus” (Rm 8) – em particular tem a incumbência especial de desencadear o processo de “libertação” da criação. Como resolver esse dilema?
Este é o terceiro roteiro para estudo bíblico sobre a mordomia da criação, publicado a propósito da semana do meio ambiente, comemorada em junho. Os estudos foram originalmente publicados no Caderno Educação Ambiental e Mobilização Social nas Igrejas Evangélicas Brasileiras, produzido pela A Rocha Brasil, em parceria com a Editora Ultimato.
Semana do Meio Ambiente | Estudo 3: Libertados e libertadores do espírito
Semana do Meio Ambiente | Estudo 2: Imitadores de Jesus
Este é o segundo roteiro para estudo bíblico sobre a mordomia da criação, publicado a propósito da semana do meio ambiente, comemorada em junho. Os estudos foram originalmente publicados no Caderno Educação Ambiental e Mobilização Social nas Igrejas Evangélicas Brasileiras, produzido pela A Rocha Brasil, em parceria com a Editora Ultimato. Se Jesus é o nosso modelo e, mais que isso, ele nos possibilita seguir os seus passos, então precisamos nos perguntar: qual é a relação de Jesus com a criação?
Semana do Meio Ambiente | Estudo 1: Jardineiros de Deus!
Cristãos no mundo inteiro acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus e, por isso, nosso guia de fé e ação no mundo. Entretanto, poucos atentam para o fato de que a Bíblia começa e termina com a criação. Então, qual é o nosso papel e qual é o papel da igreja?
A propósito da semana do meio ambiente, o blog destaca 4 roteiros para estudos bíblicos sobre o tema.
Acesse no menu “Assuntos” a SÉRIE MEIO AMBIENTE e conheça os outros estudos da série.
Primícias – Os primeiros sinais da nova vida
Deus requer gratidão de seu povo. No Antigo Testamento, por ordem de Deus, toda festividade não era uma celebração comum e sim ocasião para agradecer a Deus e aprender dele. Esse princípio deve marcar nossa vida. Com o passar do tempo, contudo, o povo se esqueceu da prescrição de misericórdia e as ofertas que Deus havia instruído Israel a apresentar perderam o sentido, passando a ser uma prática mecânica.
A arte de permanecer casados
Não basta ter um casamento duradouro. É preciso viver bem, com alegria e felicidade. Mais do que aparências e convenções sociais, é preciso construir relacionamento saudável e feliz, de modo que permanecer casados seja um privilégio, uma alegria, e não um dever enfadonho e sofrido. Isso é possível?




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