Criar filhos para Deus e para a glória eterna é uma responsabilidade da qual só damos conta pela graça de Deus. É ele quem nos habilita a cumprirmos esses compromissos com seriedade e dignidade. É Deus quem nos dá sabedoria para que a admoestação do Senhor seja regra de vida prática na vida de nossos filhos. Ao escolher métodos de disciplina para as questões do dia-a-dia, como adaptar as ideias à sua família e à sua criança? Como podemos nos socorrer da oração e do conselho de pessoas mais experientes?
Fugir é para os fortes!
Como enfrentar a questão da imoralidade sexual, pessoalmente e em comunidade, sem escorregar para os extremos da frouxidão moral e do legalismo estéril? Teria o próprio Deus providenciado “balizas” e “luzeiros” para nortearem nosso viver cristão num contexto marcado fortemente pela permissividade sexual e pelo relativismo moral?
Justificados pela fé no Filho
Para o apóstolo Paulo, somos todos pecadores, culpados e separados de Deus. Para ele, só podemos chegar a Deus por meio da fé em Jesus, pela qual somos declarados por Deus como justificados. Em quê a justificação pela fé afeta o seu relacionamento com Deus?
O medo em seu devido lugar
Talvez a palavra que melhor descreva o nosso mundo atual é “medo”. Temos medo do terrorismo, dos exames de saúde, medo do futuro, medo do desemprego, medo da morte, medo dos poderes do mal, medo do sofrimento, medo de não conseguirmos entrar na universidade, medo de não conseguirmos sair da universidade, medo de casar, medo de ficar sozinho…
Quem chama Deus de pai não escolhe irmão
Os judeus que haviam abraçado a fé em Jesus consideravam-se os legítimos herdeiros das promessas de benção e salvação da parte de Deus. E eram mesmo. Mas não eram os únicos. Como lidar com aquilo que consideramos “impuro”, mas Deus já “purificou”? Como perceber a presença de Deus em pessoas e lugares que consideramos “menos santos”?


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