O governo cada vez mais abrangente 

segunda-feira

Pois é necessário que ele reine, até que ponha todos os seus inimigos debaixo dos seus pés. (1Co 15.25) 

Sete séculos antes da encarnação do Verbo, o profeta Isaías declarou que o governo de tudo e de todos estava sobre o Filho de Deus. O seu nome seria Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, “para que se aumente o seu governo e venha paz sem fim” (Is 9.6-7). 

Esta é a chave da história. Enquanto o governo de Jesus não se estender por todos os povos e por todo homem, por todos os poderes e por todas as potestades, a glória do senhor em sua plenitude não virá. Ele reina e está colocando todos os inimigos – inclusive a morte – debaixo de seus pés (Sl 110.1; 1Co 15.25). Mas ele ainda não destruiu todo principado, toda potestade, nem todo poder (1Co 16.24). Embora coroado de glória e de honra, “agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas” (Hb 2.8-9). 

Enquanto a plenitude não vem, enquanto a consumação não se realiza, importa submeter a nossa vontade cada vez mais à vontade dele, importa proclamar aos outros sua autoridade e glória e quebrar toda a ignorância, toda a indiferença, todas as recusas e todas as resistências. Não numa direção só, nem para uma nação só, mas para todos os povos e em todos os lugares. 

Este é o grande desafio missionário que ainda não se completou. O fim só virá, declarou abertamente o Senhor Jesus, quando for “pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (Mt 24.14). 

 

>> Retirado de Cuide das Raízes, Espere pelos Frutos, [Elben César]. Editora Ultimato.

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