Caros amigos sul-americanos, 

Este mineiro-abaianado que vos fala sentiu-se muito honrado na última quinta-feira (05 de março), quando recebeu o prêmio Goldman-Grossman Award, aqui nos EUA. Esse prêmio é oferecido anualmente pelo Comitê de Premiações da Conferência Hispânica (Hispanic Law Conference Awards Committee) a um estudante de mestrado da comunidade hispânica que demonstre “excepcional comprometimento com a causa dos direitos humanos na América Latina”. 

No meu discurso na noite da premiação falei sobre sonhos, esperanças e responsabilidade social (tudo a ver com o tema da Editora Ultimato para este ano: o “Ano das Juventudes”). Afinal de contas, ser jovem é ser um sonhador, alguém cheio de esperanças e que quer mudar a cara do mundo. 

Jovem que é jovem não se paralisa com o medo ou com a indiferença. Quem não entende de sonhos, ou não sabe sonhar, não está autorizado a criticar os que sonham. Chamem os jovens de loucos! Eles não se importam. Pedras não podem acertar águias. E jovens também são águias. Jovens são pessoas que entendem de luta, de garra e de perseverança. Jovens querem mais é que o vento sopre contra, assim podem voar mais alto ainda. 

Jovem que é jovem não imagina uma vida diferente para si, que não seja lutando por justiça, por oportunidades iguais, pela não discriminação do diferente. Ser jovem é presente de Deus, é viver uma nova vida, cheia de alegria, de paz e de intimidade com o amor de Jesus. Jovem não é egoísta e por isso quer levar essa mensagem ao mundo! Jovem é um porta-voz dessas boas notícias, de que um mundo diferente é possível. Enquanto continuarmos a pensar que não é possível, não será mesmo! Jovens preferem estar do lado dos sonhadores do que dos realistas. Afinal de contas, jovens fazem a diferença!

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