Governo brasileiro estuda restringir missões cristãs na Amazônia 
Em uma iniciativa para coibir a biopirataria, a influência internacional sobre os índios e a venda de terras na floresta amazônica a organizações não-governamentais (ONGs) estrangeiras, o governo brasileiro também pretende fechar o cerco às organizações missionárias que atuam na Amazônia. Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, haverá acompanhamento militar sobre ONGs, grupos religiosos e outras entidades que atuam na região.

A primeira ação de controle consta do projeto da nova Lei do Estrangeiro, que está na Casa Civil e será enviado ao Congresso até junho. Preparado pela Secretaria Nacional de Justiça, o projeto prevê multas que vão de R$ 5 mil a R$ 100 mil para os infratores. Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

  1. A CIA se infiltrava em Cuba nos tempos da Guerra Fria através de “missionários” para derrubar Fidel, então fechou-se a porta para Missões na Ilha , mas até hoje o Evangelho existe , graças á Deus , lá . Na Amazônia não é diferente : os “interessados” chegam lá há muito tempo sob diversas bandeiras , com o olho grande no que deveria ser só nosso , e que temos que admitir , administramos muuuito mal… Agora sofrerão os obreiros de verdade , chamados sem erro pelo Dono de Todas as Coisas , que querem fazer a gloriosa Obra do Salvador e vão ser podados , pobre Brasil e pobres almas dos ribeirinhos , camponeses e nativos….

  2. Ao ler o artigo fica claro o paternalismo e a ideologia basicamente racista de boa parte do mundo acadêmico e das autoridades.

    O índio é tratado como o ser inferior, incapaz de decidir o seu futuro, especialmente se isso envolve decisões que desagradam os acadêmicos, que precisam fossilizar a cultura indígena para poderem continuar as suas pesquisas, ou que ofendam os burocratas do governo, que ganham os seus salários e seus empregos vitalícios à custa dos índios.
    Desse modo o índio é visto como incapaz até mesmo de decidir a sua identidade religiosa, e para isso precisa ser protegido pelos acadêmicos, que armados dos seus doutorados e teses inspiradas por escritores estrangeiros (que ironia, eles que acusam os missionários de trazerem uma ideologia estrangeira) sabem melhor do que os índios o que esses precisam.

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