Na camada mais profunda e íntima, somos inspirados a perceber, aceitar e desenvolver “marcas de Deus” em nós, tais como a capacidade de contrição, a força do arrependimento eficaz; a eficácia da caridade, que enxerga a dor “naquilo que sofreu”; o amor ágape, que não ajuda de longe (não querendo se contaminar), mas que chega perto e corre os riscos de se machucar ao “se perder” no sacro ofício da ação devocional “como para Cristo”, de modo a se transformar em parte do “grande colo de Deus”, oferecido a todos os que são chamados à mesa, à festa da era vindoura.

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