Agora você já pode adquirir os seguintes livros de minha autoria:

 

Uma reedição de Pedagogia Cristã na Obra de C.S. Lewis, que é um resumo de minha tese de doutorado, Antropologia Filosófica de C.S. Lewis.

O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa e a Bíblia: Implicações para o Educador
Gabriele Greggersen

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e a Bíblia: Implicações para o Educador é um resumo de pesquisas realizadas para a obtenção do título de doutora, tendo a linguagem adaptada para o grande público. A tese tratou de uma das sete Crônicas de Nárnia de C.S. Lewis, O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa. Como entender essa história como obra literária? No universo dos gêneros literários, vários ensaios são feitos, encarando-a como conto de fadas e literatura infantil, mas a alternativa escolhida é vê-la como parábola cristã.

Em um segundo momento, são analisados e estudados temas teológicos que se encontram nas entrelinhas da história, principalmente, no que diz respeito à imagem de Deus, mas também são abordados temas clássicos da teologia, como o pecado, a graça e a redenção. Em seguida, são abordados temas filosóficos por trás da parábola como a questão da verdadeira realidade, da ética e da razão.

Numa última parte, a crônica é comparada à narrativa bíblica, particularmente da Paixão de Cristo, em busca de alusões e paralelos, mas evitando uma interpretação alegórica da história, que não era absolutamente recomendada pelo autor, que advertia contra esse tipo de abordagem totalitária. Ela tenta estabelecer relações de um para um, dizendo, por exemplo, que Aslam tem que ser Cristo e Edmundo, Adão. Lewis assumia o caráter eminentemente cristão de suas Crônicas, mas nunca escreveu com a intencionalidade explícita de fazer propaganda religiosa, pelo contrário, ele respeitava o leitor não cristão e lhe dava toda a liberdade da dar a sua própria interpretação às histórias.

http://www.editoraprismas.com.br/produto/7865855/A-Imaginacao-Etica-de-Dom-Quixote-das-Criancas

 

E o resultado do meu trabalho de pós-doutoramento, a respeito de Monteiro Lobato:

A Imaginação Ética de Dom Quixote das Crianças
Gabriele Greggersen

O livro volta-se para fãs de Lobato e também de Cervantes, bem como pais e educadores e todos aqueles interessados pela imaginação, a ética e a literatura. O trabalho original, que foi apresentado como pesquisa de pós-doutoramento ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo e adaptado ao grande público, é fruto de pesquisas anteriores de Gabriele Greggersen em nível de doutorado, a cerca de C.S. Lewis e as Crônicas de Nárnia, em que ela explorou os temas da imaginação, da realidade e da formação ética, pela via da literatura imaginativa. Elas culminaram com a publicação de Antropologia Filosófica de C.S. Lewis e seu resumo em O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa e a Bíblia. Esse temas foram estudados também em um amigo íntimo e de longa data de Lewis, J.R.R. Tolkien, que resultou no livro O Senhor dos Anéis: da fantasia à ética.
Insatisfeita por analisar as relações entre imaginação, ética e literatura apenas em autores anglo-saxões, a autora partiu para a literatura brasileira, de um Malba Tahan, mas principalmente de Lobato. Antes de partir para a análise crítica do livro de Lobato propriamente dito, a autora apresenta uma pesquisa sobre o que vários filósofos pensam sobre a imaginação e temas correlatos como a memória, a mitologia e o amor.
O livro traz o benefício não apenas do resgate do legado de Cervantes e Lobato, mas também da discussão de temas essenciais para o educador e todo aquele leitor, interessado em fazer da literatura um instrumento de formação ética, cidadã e assim, de constituição de um mundo melhor.

http://www.editoraprismas.com.br/produto/7865855/A-Imaginacao-Etica-de-Dom-Quixote-das-Criancas

 

Em São Paulo, você pode adquirir os livros com desconto em:

Colégio Luterano São Paulo – Rua Prof. Vilalva Júnior, 73 – São Paulo, SP. Tel.: (11) 2915-7966.

  1. “No universo dos gêneros literários, vários ensaios são feitos, encarando-a como conto de fadas e literatura infantil, mas a alternativa escolhida é vê-la como parábola cristã.”

    Terminei de ler, recentemente, TOLSTOI, A BIOGRAFIA, de Rosamund Bartlett. O capítulo 12 inicial com uma pontuação feita por Valentin Búkgakow sobre o gênio russo:
    “Alguém disse que cada pessoa tem seu próprio cheiro específico. Por mais estranho que possa parecer, acho que Tolstói tem um cheiro bastante devoto, de igreja: ciprestes, vestimentas, hóstias…” (p.429, Biblioteca Azul, tradução de Renato Marques).

    O ‘cheiro’ de C.S.Lewis é transposição que ele faz dos mitos nórdicos para uma adaptação quase que perfeita, para o modelo muito peculiar de cristianismo que ele abraçou. Não se pode fazer a mesma coisa com seu amigo, Tolkien.

    Que cheiro específico de Lewis é este?
    Socorro-me em George Sayer, — JACK, A LIFE OF C.S.LEWIS — amigo de longa data de Lewis e cuidado nos dados, sobretudo quando outros autores inferem que Lewis era realmente gay ou com fortes tendências a tanto. Pessoalmente não creio, e Sayer deixa isso muito claro. Portanto, me parece uma fonte fidedigna.

    À página 250 do livro citado, Sayer começa uma longa digressão sobre o a Dra. Gabriele pouco fala, mesmo porque ela se revela com forte pendor missionário e obscurece sua visão do gênio Lewis, sobretudo do seu ‘cheiro’. Escreveu Sayer:
    “Although Jack studied Icelandic literature under Tolkien every few week, he did no realize until December 3, 1929, that they shared a taste for ‘northernness’ and a delight in Norse mithology.”

    Aqui feche o ponto que desejo fazer: não é a conversão, nessa modalidade típica de um tradicional evangelicalismo conservador moldado no antigo puritanismo inglês, transplantado para os meios evangélicos mais conservadores americanos ainda e ‘desovado’ no Brasil.

    O que Lewis faz, e faz com enorme graça, inteligência, delicadeza literária, e Nárnia é um exemplo em foco, foi transplantar os mitos nórdicos, que ele considerava apenas uma espécie de ‘cópia’ (Norse miths) para o ‘original’ (que ele descobre nos evangelhos).

    É isso o que a Dra. Gabriele chama de “No universo dos gêneros literários, vários ensaios são feitos, encarando-a como conto de fadas e literatura infantil, mas a alternativa escolhida é vê-la como parábola cristã?”, e mais adiante, “são analisados e estudados temas teológicos que se encontram nas entrelinhas da história, principalmente, no que diz respeito à imagem de Deus, mas também são abordados temas clássicos da teologia, como o pecado, a graça e a redenção.”

    Se, como afirma a Dra. Gabriele, Lewis “nunca escreveu com a intencionalidade explícita de fazer propaganda religiosa”, a autora faz exatamente ao contrário.

    E ainda faz propaganda de sua obra, “Agora você já pode adquirir os seguintes livros de minha autoria.”

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