Livro da Semana   |   Paul Stevens

 

A quem interessa o trabalho? Ao mundo? À igreja? A Deus?

Entre os leitores deste livro há empresários, investidores, construtores, políticos, aposentados, professores, comerciantes, médicos, pastores e advogados. Há pessoas cujo trabalho é estudar — uma atividade estranha que você paga para fazer em vez de receber um salário por ela. Alguma dessas atividades importa para Deus? Ou algum trabalho em particular importa mais que outros? Fazemos essas perguntas especialmente porque o trabalho tem mudado radicalmente no mundo.

Jeremy Rifkin, eu seu perturbador estudo sobre as tendências do trabalho no mundo, The End of Work (O Fim do Trabalho), argumenta: “A substituição por atacado de máquinas por trabalhadores forçará todas as nações a repensar o papel dos seres humanos no processo social”. Continue lendo →

Conteúdo de “Mais na Internet” da revista Ultimato 365

Para que Serve Deus – Em busca da verdadeira fé
Philip Yancey | 288 páginas | Mundo Cristão | 2010

Este foi um dos livros que mais me impactaram, pois o autor discorre sobre a graça de Deus abordando dez situações tensas, algumas trágicas, nas quais aparentemente Deus não estava presente. De maneira aguçada e tocante, Yancey investiga o significado prático da fé na vida daqueles que passam por momentos dramáticos ou vivem em condições sem esperança.
Por José Fernando Cristófalo

Protestantismo Tupiniquim – Hipóteses da (não) contribuição evangélica à cultura brasileira
Gedeon Alencar | 156 páginas | Arte Editorial | 2005

Quando tomei os originais escritos por Gedeon Alencar, não consegui parar de ler. Tinha em minhas mãos um texto para poucos, mas muito necessário. Investir na publicação daquela obra equivaleria a empatar dinheiro? Talvez, mas era preciso dar voz àquelas opiniões e àqueles argumentos. Uma visão sobre o protestantismo brasileiro a partir de uma perspectiva em que poucos estavam prestando atenção. Uma vez publicada, a obra foi premiada e tornou-se referência.
Por Magno Paganelli

Discipulado
Dietrich Bonhoeffer | 256 páginas | Mundo Cristão | 2016

Os paradoxos argumentativos, os conceitos densos, as especificidades da língua alemã – nada disso diminuiu minha alegria de editar a clássica obra de Bonhoeffer. É raro encontrar, hoje, um livro que transforme de maneira tão profunda nossa compreensão de aspectos da fé que, até então, considerávamos básicos. Genial!
Por Daniel Faria Continue lendo →

Mais uma de tantas reuniões de AA…

Por LC

Um minuto de silêncio, oração da serenidade e um agradecimento silencioso: “Obrigada, Deus, porque o Senhor permitiu que eu chegasse até aqui. Até aqui tens me sustentado”.

Eu vinha, como sempre procurando alento em alguma coisa, pois aparentemente Deus não iria me poupar de mais alguns sofrimentos. Tenho andado com a sensação de que não devo esperar coisas boas da vida, pois tenho recebido coisas ruins continuamente nos últimos tempos.

Perdas sucessivas: em um ano enterrei minha irmã caçula – vítima de um câncer agressivo e incurável, que parecia que não ia passar nunca; quinze dias depois, uma tia com a qual tinha muita afinidade; seis meses depois, outra tia – também vítima de câncer – e, um mês depois, uma terceira tia – esta já idosa e doente.

Também lido com a dependência química de um filho e me sinto mais uma vez ameaçada de perder alguém que amo. Parece que as dificuldades não vão passar nunca.

Naquele momento, admiti minha impotência perante a morte e outras circunstâncias da vida. Lembrada pelos companheiros de recuperação do Deus que cuida da gente não importa qual a situação, constatei: “Grandes coisas tem feito o Senhor por nós, por isso estamos alegres” (Sl 126.3).

Por fim, o Deus que cuida, lembrou-me de que, apesar de tudo, eu havia completado catorze anos de sobriedade contínua. Fiquei envergonhada, como eu pude esquecer?

Em meio a tantas coisas ruins e provações, eu não recaí e nem por um momento fui tentada pela bebida, porque grandes coisas Ele tem feito, apesar de mim.

À noite, com a cabeça no travesseiro, agradeci a este Deus que atendendo às minhas últimas orações trouxe à minha memória aquilo que me dá esperança. Continue lendo →

NA VARANDA COM GABRIELE GREGGERSEN

Se você é fã de C. S. Lewis ou curte literatura fantástica, provavelmente já deve ter lido algo assinado por ela, que é autora de “Antropologia Filosófica de C. S. Lewis” (Editora Mackenzie), de “O Senhor dos Anéis: da imaginação à ética”, (Editora Ultimato) e mais de uma dezena de artigos publicado no portal Ultimato sobre Lewis. Além de tradutora, pedagoga, mestre e doutora em História e Filosofia da Educação, também é teóloga.

Mas, sem muita cerimônia. Prepare um café ou um chá e venha para a varanda com Gabriele Greggersen, jogar conversa fora. É com ela que Ultimato lança “Na Varanda com o Autor”, uma série de entrevistas com autores e colunistas da revista e do portal Ultimato.

Ah! E não vamos conversar sobre Nárnia…

Ultimato – Alguma pessoa ou livro, em especial, influenciou sua aproximação da leitura e da escrita?

Gabriele Greggersen – Gosto muito de ler, mas meu gosto pelos bons livros foi despertado apenas no período da minha primeira faculdade, que foi de pedagogia. Nesse período, conheci excelentes autores, tanto cristãos quanto não cristãos – se é que é possível separá-los de forma tão rígida. Poucos sabem, por exemplo, que Paulo Freire foi cristão católico e costumam acusá-lo de desviar os estudantes cristãos da fé –, e às vezes tinha dificuldades em conciliá-los. C. S. Lewis foi um autor que me ajudou a fazer isso: a ser uma cristã leitora, sem ser uma leitora necessariamente de obras apenas cristãs. Ele me ajudou também a achar a razão da minha fé, que Paulo tanto nos exorta para estarmos prontos a apresentar. E, com isso, fui preservada de perdê-la em meio aos autores ditos não cristãos – que me agradavam – os quais a desafiavam. Continue lendo →

#UltimatoNoVocare

Mais de mil jovens reunidos para descobrir, aprender mais e buscar orientações sobre suas vocações. Muito foi dito e sentido durante os três dias de Vocare 2017, e uma equipe de Comunicação esteve a postos para registrar o que acontecia no campus da Unicesumar, em Maringá (PR).

Aqui no portal você tem acesso ao conteúdo produzido no evento, com cobertura de diversos momentos da programação. Quem sabe você não está lá com a gente no ano que vem? Por enquanto, descubra e aprenda mais sobre vocação em nossos registros. 

>> Vocação tem dia e hora para começar 

>> O Vocare 2017 já começou: Protagonismo jovem e dependência de Deus marcam a abertura do evento 

>> Um convite à ação missionária 

>> Testemunho brasileiro que vem do mundo muçulmano 

>> Não ore pela igreja sofredora se não estiver disposto a ser a resposta 

>> O Deus que chama também dá alegria missionária 

>> Missão por todo canto 

>> Nossos traumas não nos impedem de participar da missão de Deus 

>> Hit the Road, Jack (Diário de um vocariano)

>> 12 lições que aprendemos no Vocare 2017

>> Como evangelizar uma juventude relativista e secularizada? 

 

Somos convidados a fazer parte do que Deus está fazendo na humanidade. Deus atua em meio à nossa vulnerabilidade, e às vezes é preciso que nossas agendas e planos mudem, para que Deus nos ensine. Vocação é pé na estrada, vocação é joelho no chão. Somos nós, unidos e sonhando juntos
Zazá Lima, na segunda noite do Vocare.

Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. E esse número está aumentando: 18% entre 2005 e 2015.

E, o Brasil, é o país com maior prevalência de depressão na América Latina. Segundo o novo relatório lançado pela Organização Mundial de Saude (OMS) 5,8% da população – 11,5 milhões de brasileiros – sofrem da doença.

Tem mais. O Brasil é recordista mundial em prevalência de transtornos de ansiedade: 18,6 milhões de pessoas – 9,3% da população – sofrem com o problema. Abaixo, confira o quadro publicado na página 12 da edição 365 da revista Ultimato, que acaba de chegar na casa do assinante:

 

A boa notícia é a campanha “Let’s talk” [Vamos conversar], iniciada pela OMS, lembrando que existem formas de prevenir a depressão e também de tratá-la. Conversar abertamente sobre depressão é o primeiro passo para entender melhor o assunto e reduzir o estigma associado a ele.  Confira alguns dos cartazes da campanha:

  

Arte para todos | Exclusivo online
Por Silvana Bezerra

Uma comunidade numa grande cidade do interior de São Paulo esquecida pelo mundo. Meia dúzia de assassinatos de gente invisível em alguns fins de semana. Crianças que assistiam a tudo e aprendiam sobre um mundo desigual.

Horas de viagem na África do Oeste até chegar numa cidade esquecida pelo mundo, perto da divisa do Senegal com Guiné Bissau. Quase um milhão de talibès pelo caminho (meninos de rua), milhares de pequeninas meninas mutiladas, crianças que nunca haviam calçado um sapato na vida.

O que essas realidades citadas acima tem a ver com minha atividade artística? Comecei a pintar na adolescência, porque gostava, porque me dava prazer, porque tinha algum talento. Trabalhando com crianças de comunidade comecei a ensinar pintura. Vi que a arte poderia ser usada por Deus como instrumento de cura, de transformação, de empoderamento. Nossas oficinas falavam de Van Gogh, das casas da favela, das cores do bairro. E pintávamos a realidade e o sonho. Em algumas crianças, o Reino que tudo ilumina chegava transformando as pinturas. As vezes a criança que só pintava caveira e sangue se transformava num artista que pintava flores e rios em tons pastéis. A arte mostrava que o toque do Eterno tinha serenizado as cores internas. Continue lendo →