O que fizemos com o sexo? Pornografia, masturbação, infidelidade, pedofilia, fornicação… A lista é grande, a conclusão é triste: estragamos o presente dado por Deus. A matéria de capa da revista Ultimato de julho/agosto reconhece o problema, mas não para por aí. Há esperança? Na entrevista que compõe a matéria de capa, Andréa Vargas afirma: “Tenho visto a redenção chegar na vida de pessoas que estavam intoxicadas pela idolatria sexual e que agora conseguem experimentar um novo jeito de viver graças à retomada do senhorio de Cristo em suas vidas”.

William L. Lane faz uma leitura atenta de Cântico dos Cânticos, destacando três aspectos dos valores e comportamentos amorosos descritos no livro, a saber: Rejeição à banalidade do amor e do sexo; Valorização da fidelidade; e Valorização da união matrimonial. Bill Bacheler fala sobre a luta nada fácil contra a trindade profana – fantasia sexual não baseada em sexo heterossexual com o cônjuge, uso da pornografia e masturbação –, e afirma: “Muitos querem lutar com as próprias forças achando que a santificação é uma obra humana, porém encontrarão desânimo e cansaço em lugar do descanso e paz”. Ricardo Wesley M. Borges compartilha três palavras-chaves que podem nos ajudar a desenvolver uma sexualidade saudável: vida, luz e santidade.

A seção Ética traz o artigo “A ‘ética do ódio’, as fake news e a idoneidade cristã”, de Paul e Raphael Freston, para nos ajudar a pensar a relação “cristãos x política”.

A revista Ultimato entra em gráfica essa semana e, como sempre, traz uma diversidade de conteúdo sobre ética, política, meio ambiente, cultura, espiritualidade, missões, etc. Assine a revista Ultimato e receba conteúdo de qualidade com exclusividade em sua casa.

Photo by ian dooley on Unsplash

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