André, como o chamamos aqui no Brasil – desde criança – gosta de desenhar. Um caderno ou uma caderneta eram seus companheiros inseparáveis. Assim, iniciava [e raramente terminava…] um desenho a qualquer momento: em conversa com amigos, durante as aulas ou os cultos [o que o ajudava a manter-se acordado], ou nos repentes de sonhos […]

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