Última Ceia, numa pintura de Juan de Juanes, século XVI

“Última Ceia”, numa pintura de Juan de Juanes, século XVI

Ultimato perguntou a nove líderes cristãos se a consciência bíblica da centralidade absoluta da pessoa e do sacrifício vicário de Jesus estaria em declínio na memória dos crentes, nos lares cristãos, nos seminários, nos mosteiros, nos eventos eclesiásticos, nas reuniões conciliares, no púlpito, no culto, nas orações e na música sacra. Você vai conferir as respostas na próxima edição da revista (maio-junho).

Mas não precisa esperar para participar. Dê sua opinião: A centralidade de Cristo está, hoje, em declínio?

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  1. “Ultimato perguntou a nove líderes cristãos se a consciência bíblica da centralidade absoluta da pessoa e do sacrifício vicário de Jesus estaria em declínio na memória dos crentes, nos lares cristãos, nos seminários, nos mosteiros, nos eventos eclesiásticos, nas reuniões conciliares, no púlpito, no culto, nas orações e na música sacra. As respostas você vai conferir na próxima edição da revista (maio-junho).”

    Não sei quem são as trais personalidades cristãs. Quanto mais abrangente o universo, mais ampla a resposta será. Por ‘abrangente’, refiro-me à posições que estas personalidades sustentam. Por exemplo, se de um lado a pergunta fosse endereçada ao ex-franciscano Leonardo Boff e em contrapartida ao Rev. Nicodemus, e no meio dos três Ricardo Gondim, pode-se esperar que as respostas serão diferentes. Provavelmente a palavra ‘centralidade’ apareceria, mas o ‘Cristo’ sofreria um entendimento um bocado diferente entre um e outro.

    A resposta entre estes e os outros também variaria porquanto uma palavra que aparece no parágrafo aí, VICÁRIO, reportaria-os a um tipo de interpretação teológica que vai variar ainda mais. Se os líderes estivessem, alguns deles, localizados na Europa (continental), certamente a resposta não seria a mais adequada, por exemplo, para um Nicodemus ou então a um N. T. Wright .

    Pode-se tomar a pergunta no parágrafo, e em vez de líderes, pergunta-se às grandes denominações nacionais, as históricas (Presbiterianos, Batistas, Metodistas, etc.), grupos pentecostais (Assembleia, etc.) e neo-pentecostais (Edir Macedo, R. R. Soares, Malafia e Valdemiro). Aí, entendo eu, a ideia de centralidade sofreria uma redução e maior ainda se se acrescer a palavra ‘vicário’.

    Se a pergunta fosse dirigida ao povo, a massa de crentes, àqueles que frequentam todos estas expressões religiosas aí, a ignorância seria abismal.

    O erro a meu ver da pergunta, foram duas:
    1. Primeiro perguntou-se a líderes, e estes, dependendo do grau de formação e educação acadêmica e experiência eclesiológica, não refletirão o que a massa dos crentes pensam.
    2. O segundo erro foi acrescentar a palavra VICÁRIO, que remete a um entendimento teológico que, ainda que vivo, perdeu seu vigor ao longo dos séculos.

    Finalmente, se nenhum dos tais líderes incluir a liderança Católica Romana, certamente será uma pergunta localizada, pequena, sem muito alcance para aferir quase nada.

    O que eu acho?
    Não é mais central a figura de Cristo em termos atuais em que a humanidade abundam de figuras também centrais, com temáticas centrais, dividindo Cristo com temas os mais variados hoje.

  2. PARTE II (FINAL) – SUBSEQUENTEMENTE POSTADO AO MEU COMENTÁRIO FEITO ANTERIORMENTE.

    A pintura do Renascentista Juan de Juanes, século XVI, descreve o rosto da maioria dos discípulos de modo a irradiar uma estranhamente adoração, talvez porque tenham ouvido que Jesus tenha declarado que estaria prestes a ser traído.

    À frente da mesa, à direita, está Judas, bem destacado, vestido de amarelo que é a cor da inveja e na mão direita a sacolinha do dinheiro presa ao pulso. Ele é também o único que não tem o ‘halo’ ao redor de sua cabeça.

    O painel foi feito para o altar da igreja de São Estevão em Valência, na Espanha.

  3. Keila Siqueira de Lima

    A centralidade de Cristo como condição para salvação nunca cairá em declínio, pois é desígnio divino. Mas a centralidade do Senhor, na cabeça dos crentes de hoje, que O vêm como um servo, e não servos Dele, sim, está em declínio.

  4. Nos outros lugares não sei, mas na igreja evangélica brasileira basta olhar para o seu testemunho hoje; para seu crescimento; para o seus patrimônio; para sua disputa; para sua pregação; para o salário dos pastores, agora sendo grande atrativo para o ministério das igrejas gigantes; para sua disputa; para o descompromisso da membresia; para o desinteresse de pastores que não ganham nada, quando se reúnem de cinco em cinco de cada vez e chama o líder do setor e a pauta da reunião é : não queremos mais ser pastor de igreja, queremos ser itinerantes; para ministérios menores, que ainda servem a Cristo pela fé, mas que têm que alugar ou manter fechados seus templos nas periferias – é, senhores, isso já está acontecendo –

    Sugestão – Poderíamos fazer essa pergunta para a sociedade e vermos o que ela tem a dizer. Quem sabe repetiríamos o “e a igreja caía na grança do povo”…

    Enviei um texto na Palavra do leitor falando sobre a difícil questão da sucessão, mas a “Palavra do Leitor” tá mais demorada do que a volta de Jesus, então, é esperar.

  5. Querido Elben,
    Infelizmente o declínio é assustador (talvez nunca fosse muito forte). Perguntei para pessoas na minha igreja sobre como entendem a Páscoa e ninguém entendia a ligação da Páscoa que celebramos com a décima praga na época de Moisés, os sacrifícios dos cordeiros em todo V.T., da substituição, do livramento da morte. Entendem a ceia do Senhor como momento de comunhão e bem estar apenas. Não ouvem que a salvação é perdão através do pagamento e da propiciação. Tudo isso é o Evangelho e que nos define como Evangélicos que creem na Bíblia.
    Que o Senhor nos ajude!
    Abraço
    Barbara

  6. Roberto Travassos Helou

    Sou um dos pastores no ministerio. Temos igrejas em outras cidades, estados e fora do Brasil. Nosso ministerio dá cobertura espiritual a mais de 300 outras igrejas. Com esta apresentação, posso responder por aquilo que pregamos e vivemos: Cristo está como cabeça da igreja, da nossa vida, nas nossas atitudes. Não somos perfeitos mas esta é a consciência do povo. Isto por que, somos uma igreja de discipulos, chamados a formar lideres (em familia, no trabalho, nos relacionamentos, no ministerio). Há mais alegria que enfado. Há mais disposição em servir que receber. Então esta mensagem que é a mais importante na sociedade (pois entendo que a igreja é um espectro da sociedade doente, com obras da carne, machucada e ferida) precisamos receber esta graça da revelação de Cristo e da missão a todos os crentes, e através do crescimento e multiplicação desta unção de liderança, construir uma sociedade, um país melhor para o nosso Senhor Jesus Cristo. A centralidade de Cristo não está em declínio, Deus cuida para que isso não aconteça, Sua Palavra a o caráter de muitas igrejas dão este testemunho. Se há igrejas fora deste proposito, creiam, é só questão de tempo para se desfazer. Que nossos corações permaneçam no Senhor e guarde nossas intenções e o nosso trabalho Nele, pois para Ele são todas as coisas. Deus os abençoe.

  7. Pr. Oniel Prado Corrêa

    ULTIMATO foi específico na pergunta, ou seja, “se a consciência bíblica da centralidade absoluta da pessoa e do sacrifício vicário de Jesus estaria em declínio na memória dos crentes, nos lares cristãos, nos seminários, nos mosteiros, nos eventos eclesiásticos, nas reuniões conciliares, no púlpito, no culto, nas orações e na música sacra”.
    Responder a isto, satisfatoriamente, constitui-se grande desafio, pois exige pesquisa com análise quase que científica, ou científica mesmo, do ponto de vista sociológico, ou psicossocial, teológico e também eclesiológico. No pós-modernismo em que todos estamos mergulhados, notadamente a Igreja institucionalizada vê-se às voltas com esse tipo de questionamento e, o que é pior, desesperada para situar-se confortavelmente em meio às definições pró-liberalismo e relativismo.
    Papo reto, a memória de grande número de “crentes” não possui O QUE armazenar acerca da centralidade da pessoa ou da obra de Jesus, simplesmente porque o ensino acerca do sacrifício de Jesus para a história da redenção da humanidade desapareceu dos púlpitos por se constituir ensinamento “politicamente incorreto”.
    Em muitos púlpitos a “mensagem da reconciliação” nos termos da teologia paulina exposta na sua carta à Igreja em Roma, não faz qualquer sentido, visto que a secularização e o relativismo ocuparam o lugar da mensagem centrada em Cristo, na Sua Justiça e no Juízo vindouro (Atos 24:25).
    O “show gospel” responsável pelo pagamento de altos “cachês” transformou o culto de adoração a Deus, em culto às personalidades da música gospel transmutadas de servos a ídolos da música gospel cujos poemas são destituídos, na sua imensa maioria, de conteúdo bíblico-teológico, e cuja melodia quase sempre nada tem a oferecer para enlevo e edificação dos ouvintes como instrumento de devoção.
    Enfim, por economia de espaço, a centralidade absoluta do sacrifício vicário de Jesus não apenas encontra-se em declínio, como já desapareceu, e isto há muito tempo, da consciência da cristandade. E se assim é, imagine como deve estar a memória de quem nada tem a armazenar sobre esta verdade.

  8. Eu posso dar um testemunho de que em 60 anos de vida nunca tinha aprendido a viver corretamente a vida cristã como o Senhor Jesus nos ensina no Sermão do Monte. A 6 anos estou envolvido como estudo e ensino de Jesus no Sermão do Monte com lições preparadas com base nos livros do Dr. Lloyd Jones e John Stott e a minha vida espiritual mudou completamente pois nas bem-aventuranças Jesus nos ensina como deve ser o caráter do autentico discipulo dele, nos convoca a sermos sal e luz neste mundo mau e, a partir daí desenvolve uma série de ensinos eticos e morais baseados no cumprimento da lei, nos ensina a ter ambição pelas coisas incorruptíveis ao inves das corruptíveis e chama a nossa atenção para o juízo de Deus. Muitos patores, presbíteros, professores e lideres vão se surpreender no dia do juízo ao ouvirem do Senhor Jesus;”nunca vos conheci”. Eu diria que não é a centralidade de Cristo que está em declínio mas é o desconhecimento de Cristo e do seu ensino ques está completamente fora de lugar nos nossos seminários e na vida dos pastores, lideres e o rebanho em geral e consequentemente a centralidade da cruz está desaparecendo. Está faltando sal, está faltando luz e a grande causa disso é que as nossas igrejas locais estão cheias de falsos professos, falso mestres e crentes carnais. Somente o poderoso Evangelho transformador de Jesus é que pode recuperar os crentes carnais transformando-os novamente em discípulos autênticos o Senhor Jesus. Somente o ajuntamento dos autenticos discípulos de Jesus é que vai representar o Corpo Vivo de Cristo, a Noiva pura e santa exclusivamente através da qual nossa luz poderá brilhar neste mundo escuro e a nossa ação salina poderá atuar de forma disitinta.

  9. Curiosamente, o culto é o lugar onde Cristo mais sai de cena. Tudo é prioritário: a liturgia, os orgãos, as pessoas, os salamaleques, menos o Senhor Jesus. Daí a tendência se irradia para a vida das pessoas, para o dia-a-dia. Resultando numa abordagem pragmática e pretensiosa. Mais barganha e menos relacionamento. Precisamos, nós os que temos consciência disso, buscar colocar Jesus como centro de todas as nossas atitudes.

  10. Para ser mais claro, a minha resposta é sim!

    Centralidade de Cristo sugere a opção pela renúncia, pelo sofrimento – muito embora sei que ninguém goste ou queira sofrer, mas como serviço, por ter o senhorio de Cristo, é perfeitamente aceitável – intelectualmente, significaria ir na contramão do pensamento humano – “…eu prego a Cristo, e este crucificado…”, não comprometendo, diluindo a mensagem da Cruz ” Arrependei-vos porque é chegado o reino dos céus”; “Arrependei- vos e credes no evangelho”

    A centralidade de Cristo, seja onde for, será sempre sinalizada pela humilhação ao homem e não por sua elevação, pois o evangelho humilha o homem e, por conseguinte, neste mesmo processo Deus o exalta.

    À medida em que avançamos para dentro de uma realidade consumista, do ideal burguês cada vez mais definido e definindo, a figura central de Cristo vai sendo ofuscada no contexto cristão, que, por sua vez, se rende aos novos reclames. Como todos buscam essa perfeição burguesa da vez, a imagem central de Cristo se torna confusa para a sociedade, que, por sua vez o rejeita, pois a igreja não tem fidelidade, é desonesta e mente na apresentação, então o imago-dei, que é produto da centralidade de Cristo no homem, vai sendo projetada nas populações – camadas frustradas ou excluídas – ou pelas derrocadas dos sistemas financeiros que se apresentam como os cristos das sociedades, não passando nuances – nos indicando que os campos estão brancos a despeito dos tons escuros escarlates – justamente por falta de um representante à altura do Cristo de Deus.

    Estou para dizer que se o catolicismo souber aproveitar este momento, conseguirão recuperar tudo e mais um pouco do que perderam para aqueles que se dizem detentores do evangelho. Quem quiser provar isso é só assistir as homilias veiculadas pelas mídias e façam suas comparações.

    Neste sentido, o catolicismo tem, sim, resgatado a centralidade de Cristo, pelo menos se esforçado, em suas homilias, mas falo somente em comparação aos evangélicos, e na pregação somente, – temo ainda que essa performance seja fomentada apenas pela disputa da lã e da gordura do rebanho – entretanto, a grande verdade é que os sermões, de maneira geral, está todo comprometido com o bem estar do ouvinte e ainda temendo ao mar de ofertas oferecidas pelos trabalhos de auto ajuda; esquecendo-se de a igreja não é lugar para se sentir bem, e sim de passar mal, de sentir as misérias humanas sem, contudo, ser excluído, mas aprendendo a conviver aceitando a plenitude da humanidade em suas limitações.

    Isso é ter Cristo no Centro. Cristo está fora e as igrejas precisão, necessitam ir para o inferno, aqui: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/vao-pro-inferno

  11. laedis de Paiva pereira

    Sim. A centralidade de Cristo, hoje, está em declínio, mas isso é bíblico: “E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E , por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” ( Mt 24.11-12)
    “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina: mas, tendo coceiras nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as sua próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” II Tm 4.3-4.
    O amor( na centralidade de Cristo), e o desvio da verdade (na centralidade de Cristo), são realidades comprovadas.
    Porém, ” o que perseverar até o fim( na centralidade de Cristo) esse será salvo.”
    E, é da responsabilidade do pastores comprometidos com o ” Ide, de Jesus Cristo”, obedecer assim: ” Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.” II Tm 4.5

  12. Misael Ferreira de Oliveira

    A muito que a igreja perdeu o seu FOCO ‘cristocêntico’.
    A descentralização de Cristo nos atos cúlticos e na vida prática é patente.
    Não se trata de ‘pseudociência’ mas de constatação.
    “Coisas horríveis e espantosas se anda fazendo na terra. Os profetas (pastores) não falam a verdade, e apoiados por eles, os sacerdotes dominam o povo. E o meu povo gosta disso. Porém, o que é que eles vão fazer quando essa situação chagar ao fim?” (Jr 5:30-31).
    Há vinte anos o termo evangélico ou crente significava alguma coisa. Se alguém dissesse que era um evangélico ou crente ortodoxo, basicamente você saberia o que esta pessoa queria dizer. Não hoje em dia.
    “A religião com frequência tem sido culpada de comportamentos negativos, como violência, discriminação e hipocrisia” (Ultimato Ano XLI – Nº. 311 – Março/Abril/2008).
    O culto CRISTOCÊNTRICO foi claramente substituído pelo culto ANTROPOCÊNTRICO. A Igreja tem sido procurada como um grande mercado e Deus como um grande mercador. A igreja hodierna está adaptada ao usuário ou orientada para o consumidor. E aquelas que estão atualizadas pela mídia televisiva, “privatizam” a fé, reduzida a um meio de consolo pessoal e identificação do fiel com a sua igreja. “… a indústria do consumo “adora” Jesus, desde que fature bem..”.
    As pessoas estão servindo a Deus pelo que Ele FAZ e não pelo que Ele é. Eles não estão à procura de doutrina, mas de alívio e soluções imediatas a seus problemas existenciais. Não buscam mandamentos, e sim consolos. Não querem o perdão, mas explicação para suas angústias e dificuldades.
    Em fim: a Centralidade de Cristo está em ‘queda livre”. No meu ‘a-chô-me-tro’ a era cristã está passando.
    Rev. Misael Ferreira de Oliveira

  13. não vou ser longo nem exausto, porque os comentários acima ja são! infelizmente a igreja hoje virou um comercio, cujo produto é Cristo. Ele não é o centro, o homem sim, a linha divisória entre o certo e o errado está confusa, precisamos urgentemente voltar ao evangelho puro e simples, precisamos colocar novamente Cristo no centro de nossa pregação e vida. não podemos mais viver esse materialismo crônico revestido de espiritualidade.

  14. A centralidade de Cristo com Salvador não, porém na forma de viver, agir, trabalhar, amar, em nossa liturgia quer particular ou coletiva, em muito Cristo deixou de ser o centro, lamentavelmente.

  15. Francisco de Assis Profeta

    Jesus foi, é e sempre será o centro de tudo. Êle não precisa de nós para estar em evidência; aliás Ele pouco se importa com que o homem pensa a Seu respeito. Êle é Senhor sobre tudo e sobre todos. O que quer que alguém ou todos pensem a Seu respeito, Êle continuará a fazer Seu papel de Deus sobre todos nós, inclusive sobre os que não O tem como Deus. Êle é e sempre será o centro de todoas as coisas, pois todas as coisas convergem para Êle. Êle é o centro!

  16. Separar Deus das Instituições que o representam seria um gesto de lucidez e reforço da crença, como foi para o profeta Amós. A sobrevivência da Igreja apesar de seus líderes é uma prova irrefutável de que existe um Deus. A pergunta seria: A centralidade de Cristo vigorou após sua ascensão vigorou?

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