Juízo temerário versus discernimento
A edição 313 (julho-agosto) da revista Ultimato está fechada. A matéria de capa desta edição exigiu da redação e dos demais articulistas um equilíbrio entre o juízo temerário e o discernimento espiritual. Buscamos obedecer ao conselho do apóstolo: “Não tratem com desprezo as profecias, mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom” (1Tm 5.20-21).

Para satisfazer um público cada vez mais obcecado pelo seu próprio bem-estar material do que pela busca do reino de Deus, muitas igrejas estão sendo tentadas a deixar de lado o evangelho original e abraçar o “outro evangelho” (Gl 1.16). Uma das tentações a que Jesus foi submetido era, nas palavras de John Stott, “ganhar o mundo satisfazendo sua fome por meio de uma exposição sensacional do poder”.

“O campo do discernimento é muito vasto e difícil. É preciso discernir entre o bem e o mal, … entre a vontade de Deus e a vontade própria, … entre o Espírito da verdade e o espírito do erro”, diz Elben César nesta edição de Ultimato.

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