silhouette-of-a-mom-with-her-child-at-seaside_fkNFqau_Por Elsie Gilbert

Jesus nos prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.” Mt 28. Talvez hoje ele diria “Vou estar com vocês a cada momento, até o capítulo final da história.” Ou seja, ele nos prometeu sua presença. Em outra passagem ele disse: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.” Mt 18.20

Ele também afirmou: “Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo.” Mt 18.5 Depois, no capítulo 25 de Mateus ele conta que no dia do juízo final, seremos julgados a partir da nossa atitude para com os mais vulneráveis entre nós e que ao alimentar, hospedar, cuidar e visitar estas pessoas, estamos na verdade ministrando nosso amor e serviço ao próprio Jesus.

Destas quatro falas de Jesus, todas registradas pelo evangelista Mateus, chegamos à conclusão que:

  • Jesus de fato prometeu que estaria presente conosco em todos os momentos.
  • Jesus prometeu sua presença especial a um grupo pequeno de pessoas que concordassem em buscar a benção de Deus.
  • Jesus prometeu um encontro especial com ele toda vez que recebêssemos a uma criança ou quando atendêssemos às pessoas que passam por circunstâncias difíceis.

Diante destas promessas, e diante do trabalho de resgate, cuidado, defesa e promoção das crianças socialmente vulneráveis ao qual tantos de nós, leitores deste blog, nos dedicamos, precisamos de coragem para fazer algumas perguntas difíceis:

  1. Onde está Jesus quando uma criança sofre maus tratos e violência? (O problema do sofrimento humano)
  2. Como a presença de Jesus é manifesta na vida das crianças mais vulneráveis? Somos mesmo os pés, as mãos, o colo, o abraço de Jesus? (Uma questão de propósito)
  3. Como receber a Jesus no nosso encontro com as crianças? Ele está lá mesmo? Cuidamos mesmo de Jesus quando cuidamos dos pequenos que passam por grandes angústias? (Uma questão de devoção)
  4. Existem lugares na sociedade onde as crianças sofrem mais? Onde deveríamos investir estrategicamente para que a luz curadora de Cristo brilhe mais ali? (A importância da estratégia)
  5. Existem formas melhores ou piores de ser os pés e as mãos de Jesus para as crianças que sofrem? O que podemos aprender com as experiências de nossos irmãos? (A importância do aprendizado)
  6. Nem todos são chamados para atuar diretamente com crianças socialmente vulneráveis. Ainda assim, qual deve ser a resposta da igreja, em relação às questões sociais que afetam a milhares de crianças? (Uma questão de relevância na sociedade)
  7. O que acontece quando dois ou três de nós nos reunimos para interceder pelas crianças? (A importância da intercessão)
  8. Como podemos nos reabastecer da presença de Cristo, nos enchendo de sua compaixão, de sua fé, coragem e esperança, no trabalho social cristão? (O valor do cuidado pessoal)

Nas próximas semanas, publicaremos artigos relacionados a cada uma destas perguntas, preferencialmente às quartas-feiras. Siga esta série e divulgue!

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